Vestido de Noiva de Nelson Rodrigues
Hoje eu quero
me embriagar de noite
e esquecer
que o açoite
dos meus tormentos
é fruto da minha ilusão.
Mas não se pode
culpar de amor
bêbado um coração.
A incorrespondência
de alguns sentimentos,
que orbitam corpos diferentes,
machuca, fere e aprisiona
num mendigar sem valor.
Mas o que contravenha
aos meus costumes,
nem ligo.
Suspiro em silêncio
os meus algozes,
e terei sorte
se me faltar pudor.
Dois dedos de prosa
As vezes o tempo conta história
que as páginas do destino
não esquecem jamais
E a vida é um pouco de memória,
Pois nem a lembrança
Impõe derrota à areia
que a ampulheta esvai.
E a voar no infinito
A mente não tem limites,
Ou horizontes para pensar.
Pois nem o mar
Impossibilita o homem
de se soerguer e
mesmo sem chão, se elevar.
a professora briga com vóce porque vóce estava conversando ai vóce dis pra professora. -professora entenda as melhores fofocas so aparecem na sala de aula.
numca fale mal de suas amigas pelas costas porque um dia elas podem descobrir iai elas todas vao se virar contrar vóce, e vóce pode acabar que nem eu solitaria sem nemhuma amiga do lado.
toda molher sonha na vida encontrar um homem que morra por ela,que fassa qualquer coisa por ela e que numca á deiche só. muintas molheres acreditam que esse homem não esxiste.mais eu acredito que ele exsiti em algum lugar do mundo aja um homem assim.
eu não sei como as pessoas podem estar viciadas em drogas em um mundo com internte,chocolate e facebook!!!
seus cabelos são loiros e brilhantes como as estrelas do ceú,seus olhos parecem dois lindos diamantes e sua pele é bem macia como um beijo de fantasma.
Dentre muralhas montanhosas alguém faz pedidos aos deuses a unir duas nações em pé de guerra enquanto uma linda princesa dormia.
Ao acordar em plena madrugada depois de levitar sobre a face de um sonho. Victoria se enche de esperanças e logo pela manhã procura Debreth, um sábio intérprete de visão profunda.
-Do que se trata a ilustre visita de Victoria?
-Pergunta Debreth, já num aspecto de reflexão. Victoria então resolve contar as boas novas. Mas não sabia ela que o parecer de Debreth fora tão péssimo, tão enigmático quanto o seu próprio sonho. À ponto de ir a um encontro que sempre às escondidas com o seu amado, cujo nome Missim, o destemido soldado.
Às margens de um rio esta Missim colhendo flores para a sua amada, que desce do cavalo com a ajuda de seus braços fortes e se amam apaixonadamente como nunca.
Victoria diz a Missim o que havia então se passado e ao ouvi-la Missim aspira mais uma vez aos deuses. E os gritos de socorro já tiniam pelos campos.
Victoria morreu a caminho de casa e Missim flechado na batalha...
Uma vez você.
Outras vezes você.
Por tantas vezes eu fiquei.
Até onde os olhos podem ver ?
Eu te amava sem limites.
E a ainda te amo a cada despedida.
Por tantas vezes eu voltei.
Numa plena falta de amor.
Algo que não sei como descrever.
Uma porta se abre.
Foi quando disse adeus
E pra você nunca mais voltei.
Feito uma flor lançada ao mar que a onde levou, tão pálida estava quando uma linda sereia a encontrou e a pôs em seus cabelos.
Feito uma garrafa lançada ao mar que a onda levou, levou para o infinito meus versinhos de amor.
Assim e muito mais me sinto
quando distante de você.
Quando se brinca de ser criança, se sente jovial ao sorrir, a Inocência é um espetáculo a parte.
Estou muito a lhe esperar, enfeitei a cama o nosso lar, pus flores na varanda e no quintal, é fevereiro é quase carnaval. No rádio escuto uma canção que lembra você ho meu sertão, com aquele jeitinho dançarina de frevo, conquistou meu coração.
Nossa vida sempre foi uma peça, dentre uma cortina entre outros papéis, num verso detalhes da nossa paixão no jornal.
Personalidade de Inocência espero, à luz do luar palco do nosso amor. Sob tons clássicos das estrelas sua presença é face do céu em ópera de Beethoven.
O circo da vida era divertido, a Inocência veio a amadurecer e o palhaço nas calçadas a mendigar, sempre discordando com um anúncio na tv.
Que preciso para ser feliz
Liberdade sem fronteiras
Amor sem disciplinas
Me ensina a domar a fera
Ferida de espinhos
Por causa do bem que há em mim
o mal de mim se perdeu
Por causa do mal que não há em mim
o meu bem prevaleceu
Entre o bem e o mal ruínas
escombros do que florescia
Beija-flor quer beijar as flores, as mais intocáveis de todas. Brilham num jardim suspenso, deslumbram à luz do luar.
O céu é um jardim, a lua, o sol e as estrelas são flores, rosas de diversas essencias que o arco-íris rega da imensidão do horizonte.
Para fugir da concorrência que a natureza lhe propôs, o Beija-flor bate asas a procura de refúgio, um lar que seja tão doce quanto o néctar das flores. Mas quando dá por si, paira num deserto de espinhos.
