Versos Românticos de Amor
Ninguém sai da vida de ninguém porque quer.
Simplesmente vai embora porque ali, ela não está mais fazendo a diferença.
Não guardo beijos, não economizo abraços, não raciono sorrisos, não controlo os olhos. Meu peito é um espaço aberto à intensidade, onde cada batida é um convite à entrega total.
A liberdade é sentir o que arde dentro. É deixar que as chamas da paixão consumam o medo.
Não sou avarento com o amor, não sou mesquinho com o desejo, eu dou tudo, eu me dou em tudo, sem calcular o preço.
Meu coração é um território sem fronteiras onde o amor é a única lei, a única verdade. Eu sinto o que preciso sentir, eu amo o que preciso amar, e nessa entrega, encontro a verdadeira liberdade.
(“Desperdício de Alma”, de Douglas Duarte de Almeida)
Entrego-te a minha vontade, entrego-te as minhas lágrimas e as minhas promessas ficaram todas em minha voz. Não as calarei, deixo na mão do destino, todos os meus planos falidos.
Faça a sua parte universo, ou me tira de vez desse mundo ou me prove para quê afinal, caí nesse jogo sujo a qual se desdenham tanto sobre o amor?
"Imaginando a janela do seu sorriso"
Eu gosto de olhar para você enquanto dorme, vejo a imagem de um anjo refletindo na sua calmaria, sinto o gosto dos seus beijos ao imaginar a delicadeza que tocastes suas mãos em minha face, sinto você e de você apenas imaginei-me, afinal alguns minutos de uma boa conversa, quase me derreteram em sal. E o meu ódio por você aumentou em 77%.
Difícil encontrar pessoas que superaram ou pelo menos seguiram seguir em frente.
Será que a distância irá ajudar ou só nos deixará com mais saudades, e se manter o cotidiano, poder ver aquela pessoa e lembrar um pouco ou talvez tudo que fizeram juntas, e agora somos como estranhas.
Insisto dizer: O amor dorme nos braços da esperança e ele tem sono leve, e quando ele acorda tento lhe confundir, sonhos com a realidade!
K.B
Ela desconhecia o seu valor,
deixou que a fizessem acreditar
que não era o bastante
então, contentava-se, antes,
com migalhas de amor,
ou pior, de amores farsantes,
não dava a devida atenção
para os que a amavam de verdade,
portanto, grande era a sua dor,
que foi ficando cada vez mais sufocante,
desgastando sua identidade aos poucos
ao ponto de seu antigo eu virar pó,
mas graças ao Senhor,
o que sobrou dela percebeu
que o seu fim ainda não havia chegado
e que tudo tinha sido necessário
para o seu amadurecer
por ter lembrado que semelhante
a uma fênix, temos a capacidade
de renascer das cinzas
e assim, renasceu
e alçou um vôo flamejante
no céu do seu próprio amor
para a liberdade de sua vida angustiante.
Ofereço a ti nesta noite, esta simples rosa, não apenas pela beleza que ela tem, mas, principalmente, pelo que ela representa, então, quero que a receba, reflita e perceba a lição que nela está contida.
Um amor que floresceu, uma recompensa obtida após um cultivo persistente, amável, regada na medida certa, divinamente, zelada, pétala por pétala, revelando uma simplicidade rara na sua abençoada essência.
Não foi isenta de ter espinhos e nem por isso perdeu o brilho do seu florescer, permanece relevante, bela, delicada com uma presença imponente assim como tu és e ainda podes ser uma resiliente, florescendo lindamente com a tua fé.
“Deixa-me tentar explicar o que muitos tentam.. no tão dizer "EU TE AMO". Na minha enfâse seria tentar-te explicar que... "EU NÃO VIVO SEM VOCÊ".”
—By Coelhinha
"Deus não está satisfeito com multidões de igrejas cheias se ainda estão com seus corações vazios."
—By Coelhinha
"Não corra atrás de quem está fugindo de você. Se as pessoas não entendem e não sabe o valor que você tem. Não importa. Não imponha seu preço. Porta fechada sem ter chave, corre o risco de romper fechadura ao forçar sua abertura."
—By Coelhinha
Quando nós conhecermos, senti-me sobrecarregada por gratidão, senti-me presenteada, como se uma prece fosse atendida.
Ao partir sem se despedir, senti que todas as orações de agradecimento tivessem se perdido.
Será que é por isso que te foste tão cedo e sem se despedir?
Será que é por este motivo que tive que reaprender a viver sem você?
Para aonde vão às orações perdidas?
Ainda me recordo de você e continuarei recordando-me. Descanse em paz!
Os poemas que líamos juntos, foram escritos por nós dois.
Fomos autores da nossa própria história, e quando você partiu, tornei-me um livro incompleto, uma narrativa sem fim.
As pessoas tentam-me ler, mas as páginas estão incompletas e as que ainda existem, eles não intendem. Talvez ninguém nunca saberá ler-me da forma que você me leu.
As vezes repouso nas memórias, recordando-me das pequenas viagens e planos que fazíamos.
Dos lugares que tivemos e tornaram-se nosso.
Das manhãs de fim de semana.
Do som dos pássaros tagarelando lá fora.
Da luz do sol espreitando a cortina. Das peças de roupas perdidas pelo o
quarto.
Do café compartilhado.
Do efeito de adormecer e acordar alinhada nos teus braços.
De nos perder na forma genuína do amor, e da preguiça de voltar para as nossas vidas.
As vezes me pego recordando-me de nós, das despedidas e reencontros, e dos abraços longos e apertados.
Se eu tivesse o poder de escolher meus sonhos todas as noites, eu escolheria sonhar com você.
Talvez eu não tivesse tanta a necessidade da sua existência real.
As preciosidades mais valiosas que guardo são invisíveis aos olhos, mas palpáveis ao espírito, eles residem nos sorrisos e no brilho dos olhos dos meus filhos, em suas pequenas vitórias e nos momentos compartilhados de brincadeiras e risos.
A felicidade que irradiam enriquece-me, preenche-me.
Sou grata por ser agraciada com os tesouros mais preciosos e duradouros que
Deus me concedeu.
Te amo tanto, nos amamos tanto.
Só quero que seja sempre assim: sem pausas, sem devaneios, sem o peso do medo ou da desconfiança.
Só o que é leve, só o que é verdadeiro, só esse sentir que transborda quando estamos juntos e que nos basta.
Sou grata por ser mãe.
Filhos lindos, que são o centro do meu peito, os nomes mais sagrados que carrego na alma.
Gratidão por ser colo, por ser caminho, por ser direção, por ser mãe.
Vocês são o milagre diário que me reinventa todos os dias.
