Versos Romanticos Amor de Boa Noite

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Ei moço....
Vem cá
Me deixa fazer versos
nos teus desejos mais profundos...
Então, que o mundo dê voltas sobre nós
e nos leve aos confins do maior prazer
que pudermos conceber um ao outro.
Concebes isso?
Então vem cá!

Chuva cai formando versos
E se acaba em poesias.

Não nasci para o comércio:
não sei comprar nem vender,
sei apenas fazer versos.

Você para os Versos

Não ausente tua alma
Artista da beleza
Não ausente tua alma
Floresça. Viva. Resista.
Estou aqui.
Por quanto tempo puder, estarei por aqui
Mesmo que o tempo desprouver, estarei aqui
Se o toque não é ouvido
Afasto as nuvens e é sentido
Tão belo quanto teus ruídos
O desespero é diluído...
Resta o toque belo artista
Artista da beleza.
Quem sou eu?
Ninguém...
Apenas mais uma guria.

"Beleza dos versos
Que escrevo progressos
Às vezes avessos
De meus insucessos

Doce são às letras
Que conduzo em poemas
Às vezes tretas
De minha cabeça

Obrigado às palavras
Que me constituem
Sem amarras nem travas

Sou eu genuíno
Não complicado
Apenas menino"

Meus versos cegos se esmeram em te encontrar.
E quando esse dia chegar, vou murmurar para você não me deixar.

Deixo aqui a minha dica,
Pros guris e pras gurias,
Que em todos os meus versos e frases,
Não existem demagogia,
A simplicidade é o meu caráter,
Detesto hipocrisia...

Nas minhas simples frases,
Nas minhas humildes canções e versos,
Nos meus singelos gestos e palavras,
Existem um conteúdo Nobre,
A Admiração, Sentimento e Respeito...

"Minha catástrofe foi acreditar
que por detrás dos teus versos
havia um sentimento indestrutível."

Sou toda versos e poesias
Sou toda música, dança
Sou toda prosa, sorrisos
Sou toda quando sou tua,
Sou toda tua quando sou...
Sou toda mar e maresia
Sou toda onda, fantasia...
Sou toda, quando estou no ar !

Teus
versos
em
vertical,
não
caem:
Crescem,
posto que
O
tempo
é
espiral

De quando as tardes eram domingos

O fim de tarde traz os versos de mais um adeus,
até que chegue a hora do último.
Mas,
isto não é o início do fim,
Mas,
o fim de um novo começo,
pois para que ter a tola ideia
de que um dia tudo acaba,
se esse pensamento é tão ruim?

Os caminhos cruzaram
nossas histórias e,
cada vida,
um livro que se escreve
com as lembranças
e a memória,
se encheu de mais palavras
e o horizonte se alargou.

Experiências.
As conversas demoradas,
acompanhadas d'um
bom café quente.
Frases mal elaboradas
que o riso descontraído
o trabalho alegrou.

E viva a vida.
E viva o dia.
Pois ainda que
chegue a hora
do adeus
nunca é tarde
para um novo começo.
E no embalo
destes versos
enfim,
por mim,
eu me despeço.

Nos meus humildes e desletrados VERSOS,
E na singeleza das minhas FRASES,
Eu ostento um UNIVERSO,
Onde é bem mais superior o meu CORAÇÃO,
Do que a capacidade da minha MENTE,
Onde há somente sensibilidade e EMOÇÃO,
Coisas que palavras MENTEM...

ODISSEIA (soneto)

Minha saudade de querer-te, ideia
Meus dias poetam versos em te ter
Pois vives no meu viver sem tu crer
Numa saudade de vida em odisseia

Não é só uma razão no meu querer
És o enamorar em noite de lua cheia
Mistérios pra que minh'alma te reteia
E contos de amor escritos pra eu ler

Já tantas vezes lidos, no céu, na areia
Relidos nos sonhos do meu entardecer
É tão presente numa clássica epopeia

És o meu amor, a aurora no amanhecer
Quem no meu palco encenou a estreia
Enlouquecendo por inteiro o meu ser

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
16/06/2016, 17'26"
Cerrado goiano

SONETO À DEUS

Louvor, Senhor, meus versos são pra ti
Ainda que os homens te vejam ausente
E os olhos mortais, no pecado pendente
O meu crer te demanda por toda a parte

Tu que habitas o amor, nos céus assente
Tenhas compaixão de mim, ó Pai baluarte
Alveje a minha razão pra assim adorar-te
Evitando coração perverso, vorazmente

Que és necessário pra eu ser comparte?
Nos ensinamentos e, assim, cabalmente
Envolvendo de luz numa fé que me farte

Oh! Dá-me conselho ao corpo e a mente
Pra a alma, que não morre, o céu dessarte
E me conduz à Tua vontade, integralmente

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
31/03/2017
Cerrado goiano
Em agradecimento

ALGUNS VERSOS (soneto)

Alguns versos vazios, diáfano, me espiam
Atrás da luz natural do cerrado afogueado
Inquietos no quase nada do olhar fustigado
Em pé ao fundo da vastidão que os afaziam

Vejo o sol avermelhado, ali tão angustiado
Entre as quaresmeiras que no clarão, cerziam
Criando ilusões que nas saudades doeriam
Em silêncio, que um dia no peito foi tatuado

São letras ocas de um entardecer perverso
Que tenta brotar de um devaneio imerso
À tona em trova de lágrima da recordação

De fora do presente, tão vário é o universo
E eu pareço apenas durar no meu reverso
De cujo alguns versos escorrem da solidão

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
2017, abril. 05'40"
Cerrado goiano

⁠Te dou meu pescoço
Viro as costas pro teu toque
Em mim, teus dedos
Dedos que me tocam

Faço versos
Sinto teu cheiro
Me visto de carícias
Tiro a roupa pros teus beijos

Poetizo
Profetizo, em mim tuas mãos
Tua boca
Teus lábios, fascinam

Derrama em mim teu mel
Me joga olhares
Me arranca poemas
Me dá vinho

Fantasio
Sonho
Me faz pecado
Em rima

19/08/2020

⁠Pronto pra briga, galo de rinha
Vida derramada em cada linha
Versos como lanças,
Separando homens de crianças
Rimas são as alegorias
da escola de esperanças

⁠queria poder escrever os versos mais bonitos. mas você já é uma poesia inteira e não faz sentido reinventa-la.
Você é a beleza dos pés a cabeça, é obra de arte que a gente admira por anos a fio.

Poeta negro troca
versos com polaco
- é balacobaco

(para Paulo Leminski e Itamar Assumpção)