Versos Românticos

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Se o amor ainda não veio
⁠Como tu queres na vida
Procuras ler a tua Bíblia

Estava eu lendo Vinícius de Moraes
O sábio do amor
Quando lembrei de você.
Saindo de uma praia
Toda molhada e linda.
Toda feliz da vida.

Agora é amor
E passarinhos ⁠

As fases da lua
e da mulher
Como poesia.
Que um dia
dará em amor
e lira.⁠

O verdadeiro amor
É simples⁠

⁠Todo casal que se ama
num amor matrimonial
é uma dádiva
como louça fina.

O amor pode ser uma ilustração
Uma bonita visão de uma noite
Ou um sonho
Ou até mesmo uma verdade só sua que você não queira perder sem ao menos decifrar ⁠

O copo de água
Que bebemos
Foi tão bom
Que repetimos
O amor que sentimos

Pegamos os móveis da casa
e quebramos todos
de raiva
Sobrando a cama.
Que o amor espalha

Era tudo tão belo
no horizonte
do nosso amor
que o céu
se abriu azul ⁠

Só eram sombras naquela tempestade
Não o nosso amor
Em sua liberdade

O amor pode ser um doce para o diabético ou
O sal para o hipertenso ⁠

Ela têm os olhos
tão ⁠lindos
que o poema
se fez de amor

Qualquer maçã
que ela mordesse
seria de amor⁠

Cultivando minha primavera, para que nunca me faltem flores.
Quem sabe o amor que plantei e tenho regado também venha a florescer?


Sigo cuidando, mesmo quando não há sinais,
porque aprendi que nem toda raiz se revela de imediato.
Algumas crescem no escuro, em silêncio,
antes de ousarem tocar a luz.


E enquanto o tempo cumpre o seu papel,
eu não deixo de me florir.
Porque há beleza em quem permanece,
em quem cultiva,
em quem acredita
mesmo sem garantias.


Se for para florescer, que seja inteiro.
Se for para ficar, que seja com raízes.
E se não for…
ainda assim, minha primavera não se perde.

Amor visto de forma crua também é belo. Acho que, quando alguém diz que desiste do amor, não está, de fato, desistindo do Amor. Está desistindo da versão romântica, idealizada, fetichizada, banalizada e transcendentalizada do amor. Portanto, invista na versão menos colorida desse conceito antes de dizer que desiste.
— Rob Sings

AMOR COMERCIAL:

É fria e úmida a chuva que cai
Madrugada adentro.
E eu a senti-la aqui sozinho
Encontro esse poema, meu alento,
Esse poema comercial... Ele versa o amor
Fala do amor? Ou de amor?
Ah! Quem falar do amor seria capaz?
Sobre a vidraça em brumas que nos separa
Eu posso exprimir seu rosto,
Meu sonho é comercial!...
Porque assim são iguais todos os textos,
Todas as cenas, e todos os temas,
De amor... São iguais.
Do amor que se expele que se explicita.
Eterno (...). Que como o ódio, e como a libido,
O homem prova para reprovar
E falar de amor é comercial.
Também é comercial,
A criatura que não é do criador.
Deveras minha poesia é comercial.

O Quase Perfeito do Amor

Eu perco o ar ao falar de amor.
Você deveria ceder antes.

Tivemos paz, vivemos um romance.
Nada que envolva o amor é supérfluo.

Aquele nosso quadro fala —
ele narra a sujeira do desamor
e mostra que só o amor prospera.

Era um laço que jamais sangraria.
De mãos dadas, éramos bem-amados.

Sou um homem, mas, às vezes,
carrego pensamentos que julgo femininos, talvez eu esteja tomado
por uma ideia de amor mais que perfeito.

Eu só quero ser amado.

E ainda me choca pensar
que alguém de confiança
possa estar te traindo.

O amor sobrevive a ambientes insólitos, sem a menor condição favorável. É atemporal, " ...superior ao tempo". É imortal.

Vive do passado, espera no presente e se prepara para o futuro. O amor é grande no dizer, gigante no mostrar, alegre no falar, sábio no calar e inteligente no esperar. O amor não tem tempo, tem momento. Tem ocasião, oportunidades que virão.

"A amizade não tem preço". Ledo engano, a amizade tem preço sim!
Pague-o com amor, respeito e consideração e você comprará muitos amigos.