O colonizado, portanto, descobre que sua vida, sua respiração, as batidas de seu coração são as mesmas que as do colono. Descobre que a pele do colono não vale mais que a pele do nativo.
No coração de todo filho do homem há um fundo inexaurível de maldade e injustiça, enraizado de forma tão profunda e firme na alma que nada, a não ser a Graça toda poderosa, pode curar isso.
O peso da verdade só doi, machuca, destrói, caduca, mata, ilude, cala e discute, quando o coração está cheio de mentiras, a alma entupida de ignorância e a consciência encurvada na balança da culpabilidade, dos enganos e da escravidão.