E nessa de cuidar, vou cuidar de mim. De mim, do meu coração e dessa minha mania de amar demais, de querer demais, de esperar demais. Dessa minha mania tão boba de amar errado.
Essa vida será boa e bonita. Mas não sem um coração partido. Com a morte, vem a paz. Mas, a dor é o custo de se viver. De maneira que o amor é o como sabemos que estamos vivos.
Às vezes eu tenho a impressão de que alguns sorrisos são ondas que começam no coração, brincam de sol nos olhos e, instantaneamente, levam clarão para a boca, para o rosto todo, para a vida inteirinha.