Versos para Desconhecido
Gosto de observar as estrelas. É como se elas olhassem de volta pra mim e, por mais que exista milhões de pessoas no mundo buscando por sua atenção, eu sei que, sempre que eu olhar pra uma estrela, ela me olhará de volta, assim, eu nunca me sentirei só.
Você não pode resolver um problema com a mesma mentalidade que o criou.
Nunca troque um grande amor por uma simples aventura, quase sempre não vale a pena e só atrai muita dor e sofrimento. Não espere perder para dar valor
O ressentimento é como um veneno letal que a pessoa rancorosa ingere esperando a adversidade para alguém!
Mais vale a lágrima da derrota, do que a vergonha de não ter lutado, por isso luta por tudo aquilo que sonhaste, mesmo que te custe uma lágrima derramada.
Toma cuidado, porque quando eu começar a não sentir nada você vai implorar para que eu sinta pelo menos pena!
Boa noite, meu amor! Durma bem! Não estarei do seu lado pra te abraçar, mas, se sonhar comigo, tenho certeza de que te darei todo o amor e o carinho que você merece! 😉
"Friends are those who said “I love you” without any fear of a misunderstood: Friends are those who love you “and that are it”! Friends forever, even know that the forever may not exist”
"Não é a cerca que segura o boi no pasto, mas sim o capim que ele come." Em outras palavras: não prenda ninguém, faça a pessoa querer ficar.
Se me afasto, é porque não me encaixo. Minha entrega é muito seletiva. Meu abraço, vasto. Não ligue se pareço distante. No fundo, só estou perdido em qualquer lugar.
Não há nada para escrever. Tudo o que você precisa fazer é se sentar em frente de sua máquina de escrever e sangrar.
Nota: O pensamento costuma ser atribuído a Ernest Hemingway, mas não há indícios que confirmem essa autoria. Inclusive, essa atribuição aconteceu muitos anos após a morte do escritor. Acredita-se que o pensamento (a segunda frase da citação acima) tenha sido originado por Red Smith, um jornalista esportivo americano, em 1949. E que tenha surgido a partir de uma frase do escritor estadunidense Paul Gallico no livro “Confessions of a Story Writer” (1946).
...MaisO homem livre é senhor da sua vontade e escravo somente da sua consciência.
