Versos Góticos de Amor

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O amor é uma libélula que pousa na nossa janela pouquíssimas vezes. Corra atrás da sua libélula, sem medo de se machucar. Viva o seu romance. Viva o seu último romance.

O dia em que o poder do amor for maior que o amor pelo poder, o mundo encontrará paz.

Acredito no amor, apesar de o amor não acreditar em mim. Valorizo as pequenas coisas, como o chocolate no fim da tarde e o almoço no meio do dia. Valorizo a boa intenção. A boa fé. Acredito nas palavras do coração pra fora. E nos sentimentos do coração pra dentro. Acredito em tudo que vem de dentro da alma. Acredito no agora e desconfio – muito – do futuro. Desejo o bem pra quase todas as pessoas que conheço. Acredito no desejo. Acredito na vontade que faz acontecer. Acredito que tudo que queremos de verdade acontece. Não acredito em signos, cartas e tarô. Respeito todas as crenças. Acredito no amor que dura uma vida inteira. Desconfio do amor que dura uma noite. E respeito todas as formas de amar.

O verdadeiro amor é notado no momento em que se renuncia algo que tenha muito valor, mesmo que somente você entenda este valor. Amar não se trata de doar o que não mais lhe convêm, mas de doar o que ao outro convém, mesmo que isso lhe faça falta. Assim prova-se o imenso amor de sua parte, ao passo que questiona o amor do outro, considerando que quem ama completa e não subtrai.

Estou aprendendo a perdoar, pois o amor perdoa, lança fora as mágoas e apaga cicatrizes que a incompreensão e insensibilidade gravam no coração ferido.

A simplicidade das crianças é o que mais se aproxima do amor de Deus.

O amor é algo que você cria se preocupando e cuidando da outra pessoa.

Não se engane, nenhuma história de amor tem final feliz. Ninguém vive para sempre. Aproveite intensamente o intervalo entre "era uma vez" e "fim".

Carrego a gloria e a dor de viver do meu jeito, meu amor eu sou chefe do crime perfeito.

O amor é de essência divina e todos vós, do primeiro ao último, tendes, no fundo do coração, a centelha desse fogo sagrado.

Sou todas as renúncias que a vida me impôs...e todos os sacrifícios que o amor me implorou...

Essa ternura bruta que destrói por excesso inábil de amor.

Estou tão certo que nós dois seremos parte de uma história de amor. Eu não quero aprender a tolerar a dor de lhe perder, não. Mas quero aprender a viver, comigo e com você.

Eu tinha uma dúvida sobre o amor, aí você apareceu! E agora eu tenho várias.

O que me interessa no amor, não é apenas o que ele me dá, mas principalmente, o que ele tira de mim: a carência, a ilusão de autossuficiência, a solidão maciça, a boemia exacerbada para suprir vazios. Ele me tira essa disponibilidade eterna para qualquer um, para qualquer coisa, a qualquer hora. O amor tira de mim a armadura, pois não consigo controlar a vulnerabilidade que vem com ele. E é por isso que o amor me assombra tanto quanto delicia. Porque eu não posso fingir que quero estar sozinha quando o meu ser transborda companhia.

A paixão não é o problema. O problema é mendigar afeto. Cobrar o amor do outro sendo que eu não tenho amor próprio

Gabriel Chalita

Nota: Autoria não confirmada.

Fiquei na dúvida: se lhe traria flores ou um café. Então, lhe trouxe amor!!!

Todos somos medrosos. Queremos amor e felicidade, mas quando temos, sentimos receio.

Sentir o amor das pessoas que nós amamos é um fogo que alimenta a nossa vida.

Amor é a gente querendo achar o que é da gente.

Guimarães Rosa
Grande sertão: veredas. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.