Versos e Poesias para Amigo
"Tem amigo que é âncora de calmaria na nossa vida. Que o teu sono seja leve e que a tua energia se renove por inteiro hoje. Boa noite, meu amigo! 🌙✨"
Amar uma mulher é a arte de decifrar seus silêncios e ser o eco de suas alegrias. É ser o amigo que ouve, o companheiro que entende e, acima de tudo, o amor que liberta. Amar de verdade é torcer para que ela alcance o topo do mundo, mesmo que, naquele pedaço de sonho, o caminho dela precise ser trilhado sem você.
O seu pior erro é achar que todo curioso é amigo. Quem quer saber demais da sua crise só quer medir o tamanho da sua derrota. Mesmo sangrando por dentro, mantenha a postura: nunca admita que está tudo mal para quem não merece saber a sua verdade.
A Abrão, Deus chamou de meu amigo; a Ezequiel, Deus chamou de filho do homem; a Jeremias, Deus disse: 'Desde o ventre te escolhi'; mas a Paulo, Deus disse: 'A minha graça te basta'.
Cuidado com os “neutros”. O muro é só um esconderijo pra quem não tem lado. Amigo de todo mundo não é amigo de ninguém.
Aprendi a desconfiar de quem se diz neutro e vive em cima do muro. Quem é amigo de todos, no fim, não é leal a ninguém.
É melhor criticar a conduta de um amigo e perder a sua amizade do que não fazer nada e vê-lo cair no abismo.
Entre minhas historias das noites cariocas, me lembro bem do saudoso amigo o grande cronner Jamelão, como gostava de ser chamado. Sempre ouvia ele a cantar nos fins de noite no antigo Café Nice, na Avenida Rio Branco no centro do RJ. Todo embecado de smoking no ápice da elegância masculina. Conhecido internacionalmente como black-tie que eu falava para ele que era alugado na Casa Rolas que ficava na Avenida Augusto Severo, mas ele sorria e negava, e ele me falava carinhosamente com ar de deboche, sai fora moleque.
Além de parceiro, amigo íntimo, consultor e marchand de Caio Mourão, fui discípulo no conceito da arte jóia de autor. Não um mero lapidário e ourives copista de modelos e padrões estrangeiros mas um artista plástico joalheiro brasileiro, seguindo a corrente do pensamento e do oficio da arte dos metais da escola da moderna joalheria brasileira pós Caio Mourão. Em si Caio, foi um divisor entre o ensino técnico da ourivesaria e o desdobramento para ser um artista plástico joalheiro, e com isto passar a criar, a Arte Jóia assinada. Destruindo a atribuição genérica usual de valores pela gramatura por peso da obra e passando para a valorização pela idéia, criatividade e a execução.
