Versos de Tristeza

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As vezes não sabemos, não queremos, não sentimos, não pensamos, não buscamos, mas estamos vivendo a tristeza. Talvez um vazio? Uma falta? Quem sabe! Triste...

O tempo é algo passageiro, mas podia congelar em momentos únicos que nos sentimos únicos.

O sentimento é a espada do sadboy.

Prefiro morrer em silêncio, do que matar alguém afogado em minhas mágoas.

Acha que eu ligo? Quem liga sofre!

entre socos e berros eu fui moldado apenas para ser mais um bom soldado, Palavras machucam muito mais que facas e entenda isso não é um mero conto de fadas

Amar exige coragem tanto para vencer o não, quanto para cuidar do sim.

Cada verso vai ter um pouco de carinho, nenhum ponto vai ser final, todo poema do início ao fim vai ser amor puro, sem desejo carnal!

As vezes as pessoas perguntam se esta tudo bem,nos falamos que sim mas na verdade não estamos.

Você sabe o significado da frase: "A gente só dá valor quando perde?" Eu infelizmente sei!

O único problema de você ser tão brilhante e radiante é que eu não vou ser o único a desejar e admirar. Do seu ponto de vista devo ser só mais um a admirando.

A perda de um ente querido, é uma lacuna que jamais se fechará.

Não suma da minha vida assim. te dei meu coração e ele é de vidro, não sei se ele resiste se você deixar cair

No fim somos apenas esqueletos, esqueletos cobertos de carne, e uma personalidade qualquer que encontramos pela rua.

Estou cansada de observar os aviões daqui de baixo.

Se um dia você soubesse o que sinto por você, nem o tempo vai comprometer mas demonstrará o que sinto. É triste fingir que não sinto se eu só penso em você. Ficar com outra para que? Meu a mor é seu e não nego. Me faço de mudo e de cego, desejo gritar para o mundo. Me vejo igual vagabundo podendo ter e não pego.

Falar de saudades para não adoecer / Deixar doer quando tiver de ser.

Estou a ponto de cair novamente e temo não ter mais forças para levantar.

Não existe dor maior, do que a dor do abandono. Nos faz sentir tão fracassados , tão impotentes e insignificantes.

E lá estava, inerte, apático, imparcial...Era nada mais que um abismo, convidativo, suplicando miseravelmente que fosse possuído, consumido, perpetuado. As frias teclas do piano velho sendo delicadamente acariciadas realçavam sua magnitude, seu perfume, sua legítima grandiosidade. Éramos apenas um, em harmonia. Notas musicais e ruídos se colidiam pelo quarto. Sua apatia era esmagadora para mim, como um encantamento, profundo e soturno. Sua imagem inflexível evocava tristeza, solidão.