Versos de Praia
Não fique com inveja de mim porque estou trabalhando e você aí se divertindo na praia. Olhe por este ângulo; na praia você tem a areia, tem o vento, tem o mar com suas ondas umas maiores que as outras, tem porquinho frito, batata frita, tem os vendedores e vendedoras ambulantes trazendo-lhe produtos e serviços à sua escolha, tem água de coco, e eu, o que tenho aqui? - Trabalho. Viu? Então, alegre-se. Não fique triste. Divirta-se!
Com os olhos fechados pense em algo agradável e envolvente, como estar deitado numa praia. Estes períodos curtos de descanso podem ser melhores do que uma soneca.
Não exija nada, o mar beija e abandona a praia todos os dias e sempre permanece um belo cenário de amor...
“Basta uma fração — um instante — para imaginar-me à beira-mar, na obscura solidão da praia esquecida.”
A vida é que nem brincadeira na areia da praia, a gente tem que tomar todo cuidado para a onda não derrubar o seu castelo.
Falar de fé, amor e caridade é como escrever na areia da praia,as palavras se desfazem, mas são as atitudes que permanecem. Deus não se impressionano que é dito, e sim no que é vivido.
"Sempre vale à pena acordar cedo e ir contemplar o alvorecer à beira da praia. Verás o quanto é mágico o momento em que surge o primeiro raio de sol, trazendo contigo toda a energia crucial para desfrutar de um novo dia."
Há lugares que não se atravessam com os pés, mas com as fissuras da alma. A praia, quando aceita como rito, não lava o corpo: dessalga a dor, toca as feridas sem pergunta e devolve ao ser aquilo que o mundo tomou — a leveza silenciosa de existir sem grades.
esses dias eu tava na beira da praia, e vi que o pôr do sol é uma das coisas mais lindas que eu já presenciei.
Uma Gota de Leitura permite um acesso incrível a uma Praia de Literatura e assim começa um Mar de Aventura que corre para um Oceano de Cultura.
O sol da praia durante o dia é maravilhoso, mas já sentou na areia da praia em uma noite de lua cheia?
Enquanto deixamos pegadas na areia, o tempo caminha ao nosso lado — como as ondas na praia — e, no seu compasso, espera a sua vez de apagá-las. Esse é o ritmo da vida.
Tem gente que entra na praia como quem entra numa igreja. Pisa devagar. Olha pro horizonte. Faz silêncio por dentro. Pede licença pra rainha do mar. Outros passam pela mata e sentem um arrepio antigo, como se os galhos observassem a humanidade com paciência milenar. Há quem, depois da meia-noite, diminua o tom de voz em certas esquinas, não por medo apenas, mas por respeito ao povo da rua, aos invisíveis, aos que caminham entre a fé e o mistério.
