Versos de Declarações de Amor

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⁠Hoje senti uma vontade
Imensa de chorar
Me deu saudade do mar
Necessidade de desaguar.
Ir ao seu encontro,
Me misturar, salgar, descarregar...
O mar e eu, amor de longa data,
de outras vidas.

Inserida por sayminha

⁠Amar quem só quer amizade,
é carregar no peito a saudade,
de um amor que nunca se fez,
que vive na sombra, talvez.
Sorrir ao vê-lo chegar,
mesmo que doa ao pensar,
que seus olhos brilham por outros céus,
e não pelos sonhos meus.
É um jardim que nunca floresce,
um querer que o coração esquece,
mas insiste em pulsar devagar,
no silêncio de não confessar.
Será que sou porto ou passagem?
Será que há valor na nossa paisagem?
Perguntas ecoam no peito vazio,
onde o amor navega, perdido no rio.
E sigo, então, nessa contradição,
amando em segredo, guardando a emoção.
Talvez seja amor, talvez ilusão,
mas ainda assim, é o que move o coração.

Inserida por Michaeljohn

⁠O amor é isso
O amor é isso, é te dar liberdade, pois o amor não restringe, ao contrário, o amor é viver amando com liberdade em todas as questões, sem reprimir, sem controlar, sem egoísmo, sem orgulho, sem impor condições, sem segredos, sem medo, sem falsidade, sem autoritarismo, sem críticas, sem mágoas, sem regras, pois o quando se ama verdadeiramente, o próprio amor se encarrega de tudo, não há preocupações quando se ama, porque o amor verdadeiro traz consigo uma segurança indestrutível, e nada mais é tão importante quanto a entrega total a esse pleno amor, amar é se esquecer de tudo que nos maquia, de tudo que nos prende, de tudo que nos impede de ser feliz, é viver tão intensamente esse amor ao ponto de não vivermos mais para nós mesmo, e sim dedicar-se única e exclusivamente a pessoa amada.

Inserida por gabrielcorrea

Quero um Amor,
Leve!..
Quero um Amor,
Solto!..
Não quero que seja,
Breve!..
Quero um Amor,
Duradouro!

Inserida por gabrielcorrea

⁠O mundo inteiro hoje me grita um silêncio mesquinho e monstruoso.
Por que isso, gente?
Por que há tanta saudade?

Inserida por literaturanacional

⁠Acho que é no estômago que a saudade acontece em mim.
Nada preenche, e no entanto tudo estufa.
É a presença atrofiada de ti, no passado e no agora que durará para sempre.

Inserida por literaturanacional

⁠Saudade... de quê?
Essa é a saudade que mais dói: de quê?

Inserida por literaturanacional

⁠Mas de repente tive uma ideia toda sem sentido:
Tudo sempre fez sentido, e este é mesmo o meu caminho.

Inserida por literaturanacional

⁠Estou indo embora de algum lugar que ainda não sei onde fica.
Mas e se um sentimento for um lugar?

Inserida por literaturanacional

⁠Sorrir triste também é bonito...
Sorrir falso é que é horrendo.

Inserida por literaturanacional

⁠Verdadeiramente fui por demais verdadeira.
Minha sentença é derradeira.

Inserida por literaturanacional

⁠O que eu verdadeiramente falo apenas se pode sentir, não ouvir.
É necessário estar dentro de alguém para ouvi-lo bem.

Inserida por literaturanacional

⁠Acabou, acabou.
Mas repare: nunca antes havia começado.

Inserida por literaturanacional

A dor escorreu, mole e malemolente, pela rachadura que eu pensava ser invisível. Não era.
Na verdade era uma falésia de frente para o mar, e eu me via afogar...

Inserida por literaturanacional

⁠Cansei.
Que energia se vai no simular alegria e contentamento, e todo mundo acreditar, que deselegância...

Inserida por literaturanacional

⁠Só por hoje, vou fazer o mesmo de ontem e de tantos dias antes de ontem.
Só por hoje, só por agora, só por essa dor que não se deixa tocar e não passa...

Inserida por literaturanacional

⁠Um grito de horror ou de alegria?
A verdade pode ser ambígua.

Inserida por literaturanacional

⁠Eu não aceito não entender.
Por isso o mundo me desagrada, e desagrado às pessoas por estar triste.

Inserida por literaturanacional

⁠Não pense que não acredito no retorno da alegria.
Mas quantas vezes ela me acena de longe triste, cansada e indecisa...

Inserida por literaturanacional

⁠Talvez eu sempre tenha desejado mais do que me estava prescrito.
Ou talvez então - quem sabe! - eu esteja seguindo meu alegre e improvável destino!

Inserida por literaturanacional