Versos de Amor para quem Mora longe

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Já não sei quem mora em mim
Se sou eu ou outro ser
Que doma e nem sempre é domado
Causando confusão

Minha Poesia é simples
Porque a Simplicidade
mora em mim.

Menina onde você mora?
Eu vou te buscar
Da match é mole só precisa arrastar
Quero vê o sentimento sustentar
Ai a cobra pede pra fumar


Ja ouviu falar de histórias da carochinha?
Foi há muito tempo atrás
Tempo em que se brincava que "Pai Francisco entrou na roda tocando seu violão
tarara tantão tarara tantão

A tua felicidade não mora onde não te deixam entrar.
Não insistas.

O Gato da Rua 15

Na calçada fria, número quinze, Mora um ser de pelo, com manhas e guinze. Não tem pedigree, nem lar aconchegante, É o Gato da Rua 15, o andarilho elegante.

Seus olhos de esmeralda, atentos e sagazes, Viram noites de estrelas, manhãs vorazes. Conhece cada fresta, cada portão fechado, Onde um afago, às vezes, é-lhe dado.

Esguio e ligeiro, em busca de um petisco, Desvia de carros, corre sem risco. Salta muros altos, some entre os quintais, Dono do seu tempo, livre de rituais.

Às vezes, um miado, manhoso e sutil, Pede por carinho, um gesto gentil. Mas logo se afasta, volta à sua postura, Um felino independente, de alma pura.

Testemunha silenciosa do ir e vir da gente, Seu reino é o asfalto, seu teto o crescente. O Gato da Rua 15, figura marcante, Um mistério felino, sempre errante.

Onde o Óbvio Não Mora

Entre o que faço
e o que calo,
há sempre uma pergunta
que ninguém ousa fazer.

Desconfio do óbvio,
prefiro o intervalo,
o silêncio que antecede o toque,
a conversa que não pede pressa.

Coleciono instantes
em versos, em imagens,
na pele da estrada
e no vinho que demora na boca.

Se vier, venha curioso.
Algumas respostas
só se revelam
à beira do mar
ou no sussurro certo
em outra língua.

Mãe
parte de mim mora em tuas estrelas.

O batom
O seu batom que mora em minha língua acorda com o amanhecer do dia, lidera as premissas do seu embelezamento, todas as manhãs os teus lábios lambem, os faz loucos e cativantes, e espanta as dúvidas do teu sucesso.

Não! O passado não foi sequer estação, quiçá abrigo. Lá, onde mora a tua memória hoje, é apenas lembrança do que restou do teu velho eu, deteriorado pela frustração de ter acreditado que tudo dura para sempre.

Mari Machado

✍️⁠O estranho na humanidade é que a insanidade sempre mora ao lado, não sei se esquerdo ou direito mas nunca no núcleo e no centro de si.
🥴🤣🤣🤣🥱💕🕉️

✍🏻A desesperança mora nos olhares de quem vive nas ruas, sem teto.
🕉️😔

Onde mora a dúvida, o coração habita em partes,
nunca inteiro, nunca em paz.

Dentro de você ainda mora
quem acreditava sem medo.

Amizade não mora no perto.
Mora no sentido.

Há amizades que o tempo não visita todos os dias,
mas quando chega, encontra tudo intacto.
Como se nada tivesse passado.
Como se a alma tivesse esperado.

A distância ensina.
Ela tira o corpo do caminho
para que o afeto aprenda a caminhar sozinho.
E quando a amizade é verdadeira,
ela não enfraquece —
ela amadurece.

O tempo não leva quem é real.
Ele só filtra.
Deixa ir o que era presença vazia
e mantém o que era laço profundo.

Amizade é reconhecer o outro
mesmo quando a vida muda o cenário.
É saber que o silêncio não é ausência,
é apenas vida acontecendo.

Algumas pessoas não estão mais na rotina,
mas continuam no significado.
E isso basta.

Porque amizade de verdade
não precisa de constância diária,
precisa de verdade.

Epifania das Flores

Nas flores, mora a essência do sublime, um cântico calado em mil matizes, perfumes que, em silêncio, se redimem dos ásperos tormentos e deslizes.

São púrpuras que dançam na alvorada, em pétalas de lume e de ternura, vestindo o chão da vida enfeitada com véus tecidos pela mão da Altura.

Não há amor que nelas não repouse,
nem sonho que, tocando-as, não se inflame; seu ser traduz o Verbo que compõe o hálito do Eterno em forma e nome.

Assim, ao ofertá-las, gesto mudo, diz-se a amada o que não cabe em fala: que o amor, quando é puro, é quase tudo, e em flor, o coração se declara.

O silêncio é algo que me deixa surda.
Dentro dele sempre mora algo que me pertuba, aquele grito explosivo de emoções.


Não posso esquecer, não consigo... Você não me permite esquecer.


No silêncio mora o sentimento que eu tive, nele mora antigos amores.


Meu inferno no céu, a calma sempre traz memórias, memórias que me ensinam, mas ainda sim... Machucam.


Meu amor nunca cantaria comigo, meu amor nunca poderia ser meu.


O silêncio sempre será ensurdecedor.


09/07/2025 11:48pm


- Bameyu

Entre Continentes


Meu filho mora onde meus braços não alcançam.
Um oceano inteiro mora entre o meu hoje
e o teu agora.


A casa ficou grande demais
desde que tua ausência passou a ter endereço.
O silêncio aprendeu teu nome
e o tempo, sem você,
anda mais devagar.


Sinto saudade do que não volta:
do riso solto,
do barulho da presença,
do simples fato de saber
que você estava ali.


Te amo em fuso horário,
te espero em pensamento,
te abraço em oração.


E mesmo longe,
mesmo do outro lado do mundo,
você continua sendo
a parte de mim
que nunca foi embora.

⁠Dentro do meu ser
mora a alegria
de poder ver o céu
todos os dias!

A depressão
não grita,
ela pesa.
É um cansaço
que mora na alma
e finge ser silêncio.
Mesmo assim,
todo dia
eu tento ficar.

Gosto do café quente,
do sol entrando devagar,
do silêncio que acalma.
A felicidade mora
nessas coisas pequenas
que a gente quase não percebe,
mas sente.