Versos de Amor para o meu Namorado

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Pior que um amor perdido


É não ter o amor sentido

Queria que o amor fosse uma flor
E eu o nariz a cheirá-la.

Ninguém te conta e nem contou
Quantas portas se fechou
Por falta de amor

Dúvidas vem e vão com as marés


Mas o Amor nos mantém de pé

O amor é um prato cheio até a borda
O gostoso comer tudinho
e lamber o prato bem devagarinho

Todo amor tem um lado verdadeiro e outro falso.


A questão é saber qual vai acabar primeiro.

Mergulhei velho na fonte da juventude


Por isso grito


"Jovens pulem de cabeça no amor"

O amor é assim...


Flores de esperança brotando em nosso jardim

Se aproxime do amor


Mas, devagarinho para não assustá-lo

Quando o amor não é de mentira
Se a tristeza está na festa
Ele chega ela se retira

Vamos plantar sementes


de AMOR nos jardins da mente

Quando o Amor não existe mais


A gente se cala
Se odeia
Se trai

Você pode ignorar a chuva e ainda assim ela continua caindo.

Você pode ignorar o amor e ainda assim ele continua fluindo.

Eu sou uma multidão de pecados


Mas o meu Amor é maior

Cuidado com o perfume do amor


Tem muito espinho disfarçado de flor

Às Vezes, o Amor Chega Baixinho

Engraçado... o coração mudou de direção.
Já não procura quem virou solidão.

Hoje, no meio do caos, do vazio e da dor,
foi o teu silêncio que me falou de amor.

Você diz tão pouco... e mesmo assim me alcança.
Em poucas palavras, reacende minha esperança.

Eu estou gostando de você, não há mais como esconder.
Pois quem toca a alma em silêncio, faz o coração florescer.

✍🏻 Lucci Santz

Amor bandido
Desejo não banido
Promessas não cumpridas
Distância maldita

O Preço da Travessia
O amor é um convite ao abismo,
um passo no escuro onde o chão não se vê.
O medo é o muro, o cinza mecanismo,
a trava na porta que impede o "você".

É o risco de ser, por inteiro, espelho,
de dar ao outro a chave do que guardei no fundo.
É ver o castelo, por mais que ele seja belo,
correr o perigo de se tornar pó, num segundo.

Quem teme a entrega, prefere a margem,
onde a água é mansa e o sol sempre brilha.
Mas a vida se perde em tanta paisagem,
se a gente não entra na própria trilha.

Amar é ceder o controle da maré,
deixar que o outro navegue o que é meu.
E o medo que sinto, de pé, quase em fé,
é o preço que pago por ser quem sou eu.

É o medo de, enfim, ser compreendido,
e, no fim da viagem, não ser mais um perdido

Quando o Amor Carrega o Crepúsculo da Culpa.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.


“Não há culpa em amar-te, mesmo quando esse amor me devora em mortes sucessivas. E, quando de ti necessito, aceito que venha envolto no presságio funesto que já habitava a primícia do próprio sentir.”

Nesta formulação, o amor surge como sacramento e sentença, um movimento que exime de culpa porque nasce inevitável, anterior à vontade. A “primícia funesta” torna-se o anúncio silencioso de que todo afeto profundo carrega sua sombra desde o primeiro gesto, e que ainda assim escolhemos permanecer.

Que o peso e a luz dessas palavras se tornem um caminho onde a dor e o desejo se reconciliam na busca pela imortalidade.

"O homem é estúpido. Compra presentes caros para ser amado, quando o amor verdadeiro nunca esteve à venda."




Binilson Quissama