Versos de Amor com Pedido de Desculpa

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O que escolhemos hoje é matéria-prima que será
transmudada em vida futura.
Se escolhermos amar, restarão boas saudades.
Se escolhermos a indiferença, restarão remorsos.

Na noite do eclipse
Olhando pro céu
vendo o sol se fundir com a lua
Me perco em meus pensamentos
Indo bem fundo em meus desejos
Sonhando que assim como o sol e lua
Gostaria de me unir a você,
mas não uma vez em décadas
Mas sim todos os dias da minha vida
me unir a vc nos tornando um só
Para q possa assim pela primeira vez me sentir completa

Tantas

Tantas perguntas...
Tantas palavras
tantas horas...
E no meio de tantas coisa
Apenas um pensamento " vc "

Todo empreendedor de sucesso foi um
sonhador que soube a hora
de parar de sonhar.

veja como Deus guardou o que Abraham Lincoln, tinha de melhor para o seu país e seu povo...
esperou ele ter a maturidade e responsabilidade dos 60 anos, e com experiência de suas derrotas.
para ele dar o seu melhor que ele tinha para seu povo e seu país...
e você não pense e nem lamente seus tropeços e derrotas.
você pode esta sendo preparado para vencer a melhor batalha de sua vida.

Organiza a tua agenda, a fim de ganhares o tempo com propriedade.
Cada tarefa deve ser exercida no seu respectivo momento.
O tumulto na realização, não apenas prejudica a ordem, mas
também, a sua qualidade.
Um após outro, com calma e continuamente, realiza os teus deveres.

Esperando você

Ter desistido de você não significa que desisti de amar.
Pelo contrário, estar livre me dá asas para namorar quem eu quiser
Flertar, paquerar, jogar o jogo da cobiça
Resumindo, não preciso de você para continuar vivendo.
Você nunca foi meu motivo
Meu amado
Meu amor.
E quer saber mais?
Minto bem demais.
Sou uma mentirosa de carteirinha.
Quer saber?
Ah, dane-se meu orgulho
Ainda espero por você.

Desequilíbrio


Minha alma ora tem a altura do monte Everest
Ora a depressão do mar morto.
Ora a profundidade da Fossa das Marianas
Ora a extensão do Amazonas.
Às vezes tem a grandeza do continente Asiático.
Às vezes a pequenez da Oceania.
Ora tem o isolamento da Ilha da Páscoa.
Ora o reboliço de Xangai.
Algumas vezes minha alma tem o calor do Deserto Dasht-e Lut
Outra vezes o frio da Antártida.
Algumas vezes é ressequida como o Saara.
Outras vezes tem a biodiversidade brasileira.
Fico, então, nessa gangorra do ter muito
E ser tudo e minguar numa vazante descontrolada de vida
Ora sou tudo, ora nada sou
E atravesso a eternidade como um Ser
Em desequilíbrio permanente.
Ora sou ateia.
Ora fervorosa crente.

Estar sozinho

é sentir falta do teu abraço

estar sozinho

é não ver o teu sorriso

estar sozinho

é não escutar a tua voz

estar sozinho

é ver a noite da ausência

sentir o frio da espera

e o desespero da demora

estar sozinho

é procurar o som dos teus passos

noutro ruido diferente

estar sozinho

é chorar pelo que não temos

estar sozinho

é amar uma presença ausente

estar sozinho

é sonhar com a magia de um olhar

estar sozinho

é imaginar um sorriso

num rosto de pedra

estar sozinho

é sentir frio quando me abraçam

estar sozinho

é querer ter comigo quem eu amo

tu!!!

Fio de vida

Já fiz mais do que podia
Nem sei como foi que fiz.
Muita vez nem quis a vida
a vida foi quem me quis.

Para me ter como servo?
Para acender um tição
na frágua da indiferença?
Para abrir um coração

no fosso da inteligência?
Não sei, nunca vou saber.
Sei que de tanto me ter,
acabei amando a vida.

Vida que anda por um fio,
diz quem sabe. Pode andar,
contanto (vida é milagre)
que bem cumprido o meu fio.

E Resistentes como a água…

Ser capaz, como um rio que leva sozinho a canoa que se cansa,
de servir de caminho para a esperança.

E de lavar do límpido a mágoa da mancha, como o rio que leva, e lava.

Crescer para entregar na distância calada um poder de canção,
como o rio decifra o segredo do chão.

Se tempo é de descer, reter o dom da força
sem deixar de seguir.

E até mesmo sumir, para, subterrâneo, aprender a voltar
e cumprir, no seu curso, o ofício de amar.

Como um rio, aceitar essas súbitas ondas
de águas impuras que afloram a escondida verdade nas funduras.

Como um rio, que nasce de outros, saber seguir,
junto com outros sendo e noutros se prolongando
e construir o encontro com as águas grandes do oceano sem fim.

Mudar em movimento, mas sem deixar de ser o mesmo ser que muda.
Como um rio.

Então fazemos assim: eu vou ali conquistar meus sonhos.
Assim que terminar, te busco aí!

...da inocência da infância até à velhice extrema, continuará exatamente assim, só atribuindo interesse e grandeza àquilo que está a serviço da sua pessoa e da sua importância."

(in "Um alpendre, uma rede, um açude: 100 crônicas escolhidas", Editora Siciliano, 1994. – Fonte: Templo Cultural Delfos)

Alma

Prisioneira do corpo, a alma vive em guerra com o carcereiro.

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.

Dai, Senhor, o mais fino paladar
a quem tem por missão alimentar.

(In: Poesia Errante, 1988.)

Se há dois testamentos, o antigo e o novo, conviria instituir
um terceiro, para acabar com as contradições entre eles.

( In: O Avesso das Coisas - 6º Edição, 2007.)

"Os bens do poeta: um fazedor de inutensílios, um
travador de amanhecer, uma teologia do traste, uma
folha de assobiar, um alicate cremoso, uma escória
de brilhantes, um parafuso de veludo e um lado
primaveril”.

( excerto "XII - Sábia com trevas", no livro "Arranjos para assobio" (1980), em 'Poesia completa: Manoel de Barros'. São Paulo: Editora Leya, 2010.)

Arquitetura

A arquitetura diverte-se projetando construções
para esconder os homens uns dos outros.

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.

“Os patos prolongam meu olhar... Quando passam levando a tarde para longe eu acompanho”...

(Extraído do "Livro Sobre Nada" (Arte de Infantilizar Formigas), Editora Record - Rio de Janeiro, 1996, pág – projeto releituras)

O que eu posso, eu não posso como quero!
Eu posso com menos possibilidades. Se eu não posso modificar a vida, quero que a vida me modifique. Se eu não posso mudar o acontecimento, então eu quero que o acontecimento me modifique.
Isso é reconciliar os contrários. Isso é descobrir a sabedoria da possibilidade.
Não é do jeito que eu quero, mas vai ser do jeito que pode!