Versos de Amor Autor Desconhecido

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Quando devo terminar um relacionamento tóxico? No primeiro grito!

Sem essa história
de bem-me-quer.
ou malmequer.
seja seu bem-querer.
Simples assim e ponto final.

No céu há três Marias e na terra três rainhas.
No céu há três estrelas e na terra três sinetes.
Vitória a mais desejada
Haru , como o bradar de grandes exércitos.
Amaya que é a combinação de duas palavras "Ya que pode ser mãe e Ama que é amar ou seja a mãe que ama"
Reis, governantes e autoridades se curvam...
Estrelas, rainhas e princesas entre milhares as três são as mais perfeitas.
Termino esses versos e somente uma coisa peço.
Aos exércitos apontem suas armas aos céus e fazem eles tremer.

Vitória!
Haru!
Amaya!

As estrelas de Santa Cruz

Dom Romanov
Pseudônimo de Gustavo de Paula em OneState

Vagando em uma quarta-feira qualquer,
separada pelo abismo de outros dias de feira, que, desprezíveis, prefiro nem citar, vejo aquele ônibus que, aos domingos, me transporta por entre realidades,
onde embarcam sonhos e saudades que amadurecem durante a viagem e desembarcam como vontades.
Esse ânimo que me dá de largar tudo e pegar esse ônibus pra te amar. Seja nas quartas, ou em todos os outros dias que houver, serei sempre meio, partido, inteiro apenas quando nós.

Outrora você foi um sonho que,
com o passar do tempo, fez-se concreto. Vislumbrei-te como um pretexto para que eu pudesse ser feliz. Tornaste-te platônico, tornaste-te plausível. Tornaste-te real.
Outrora você foi um sonho do qual eu preferia não ter despertado,
para continuar idealizando um ser perfeito. Amei-te enquanto sonho e pretexto, mas, quando real, percebi que a minha felicidade estava bem longe dali.

E dá-se a partida, o motor ligado vibra.
E meu corpo, junto, se alegra:
parto agora dessa odiosa rotina e deixo pra trás esse lugar onde não há você.
Parto-me pra junto de ti, onde volto a me montar, dessa vez, feliz.

Devo dizer que não me sinto capaz de um dia me acostumar à maneira como você vai,
sem nunca olhar pra trás.
Te observo até perder-te de vista, e,
quando não mais te vejo,
a vista embaça, pinga.

Aquece em mim toda essa dor,
faz ferver o que necessário for,
para que em mim evapore a angústia.
E faz-te chover, ácida, em algum jardim de indiferenças,
para que se torne estéril o solo onde germinam más emoções.

O tempo passou,
e a vida que um dia pesei demais nas mãos
hoje sigo leve —
não superei,
não esqueci,
apenas aprendi a continuar
até chegar aqui.

O sol queima a pele
Sua ausência congela o coração
O calor já não me aquece
O que é ruim a sensação...


Filha, não te abandonei
Nem te abandonarei
Por sua ausência chorei
Por sua dor chorarei


Mas sei que sempre te amei
E sempre te amarei
Sei que em meus braços a terei
É o que sempre sonhei.
Te amo sempre Sarah!

Quero apagar a minha existência
Por fim a essa dor ...
Sem forças para insistencia
Que com sol já não sinto calor


Nas letras não encontro fuga
Nas lágrimas não tem alivio.
No silencio só um barulho
E no barulho uma completa solidão


Não tenho o abraço que desejo
Não ouço a voz que anseio
A vida já não importa
Em vida essa dor não a suporta.


Aqui despeço-me das palavras
Despeço do sorriso.
Me desfaço das lembranças
Me despeço de tudo!


Adeus!
A noites bem dormidas.
A boas companhias
A boas comidas;
Serei o alimento da terra.

Bom dia!

Muitos homens ainda se acham, e de Deus se atrapalham quando tentam aceitar! Tantos Ícaros se levantaram, mas sem Deus nunca voaram, e se frustram ao aceitar, uma mosquinha insignificante, voa e voa bastante, horizontes a visitar, e o homem poderoso, se achando um colosso, tem que em seu lugar ficar...

(Zildo De Oliveira Barros)

Se alguém escreve rapidamente que o juízo vem e não é neste mundo, alguém vai entender mesmo que as palavras não estejam dispostas da maneira correta. Vou explicar:




Um profeta pode dizer:


-Se converta porque daqui há um ano certamente morrerás


Ou se dizer :


- se converta porke dawi a 1 ano certamenti morrerás


Alguém sensato daria crédito, porque o que importa é a oportunidade de vida que Deus estaria dando a ele.

Converter* no singular para conjugar com o sujeito.


Aquele que não se converter de seu mau caminho e não buscar a Deus pela fé em Jesus Cristo ficará para trás.

"Eu quero (desejo) ganhar tempo para estudar (realidade)"


ROMERO

É diferente ser bom e ser bonzinho!
O bom acolhe se a pessoa estiver em situações de doença 🦠, ajuda e afasta deixa a pessoa continuar sem criar vínculos de muleta, alguém que encosta e fica dependendo de ajuda! O bonzinho ajuda em todas as situações, emprestar cartões, moto, carro, roupas, casa, dinheiro. Esse sempre perderá porque as pessoas se acomodam e criam raízes por saber que você é um bonzinho tolo!
Em qual posição queremos estar?

No meu quarto
Lembro-me do tempo em que eu tinha um cantinho só meu.
Uma cama de solteiro, um lençol florido,
um travesseiro macio que guardava meus segredos.

Ali moravam meus choros silenciosos,
minhas alegrias simples,
meu entusiasmo pela vida
e até o descanso depois de um dia cansado.

Havia humanidade naquele pequeno espaço,
uma paz tão minha, tão quieta,
que parecia abraçar meu coração.

Sinto falta desse lugar que era só meu,
desse pedacinho de mundo onde eu me encontrava
e me acolhia.

Amores.
Amores trazemos todos nas linhas de nossas vidas
No correr do tempo hoje, alguns chegaram a ser cinza
Outros trocamos por lagrimas! Deixamos em alguma esquina
Ou nas curvas das saudades. Amores de nossas sinas...
Abracei-te no passado, mas seu calor permanece
Sinto nas noites de angustias pareces que é uma peste
Seu corpo colado ao meu! Seu cheiro não desaparece
Sinto na alma as saudades, nas lágrimas que do rosto desces...
Ouço sempre em comentários que o tempo tudo se curas
Quando as lágrimas molham meu rosto! Verdades ficam obscuras
O tempo passa bem lento, na alma me faz loucuras
Talvez ele tudo cure! Menos amores absurdos...
Na brancura que a morte um dia trará a nós
Talvez se apague este amor! E desenrole este nó
Liberto estará da vida, liberto mesmo sem dó
Ai talvez se confirme que o tempo é um remédio só...
(Zildo de Oliveira Barros) 24/04/13

Eis que o vento sopra em meu rosto, em meu corpo.
Vindo de frente, refresca minha fronte, massageia meus cabelos.
E eis que me fragmento num sem-número de sementes de dente-de-leão, sopradas pelo vento.
De minha essência nada resta, pois me espalho por onde ando, por onde as sementes voam.
Quisera ser flora para te encantar, e o fora, fora um dente-de-leão. Leão manso, de altivo passo, retumbante rugido e suave respiração.
Meus cabelos, ora juba, ora inflorescência, balançam ao vento e espalham sementes de dente-de-leão pelos campos ondeantes onde ando.
Outrora rugi, outrora rosnei, outrora agarrei, mas não aguentei. Outrora, eu era. Agora, deixo de ser.
Nada detém o vento, que num redemoinho me envolve, meus fragmentos revolve, num rodamoinho me dissolve. Sou capítulo soprado.
Me fragmento num sem-número de sementes, que voam pelo vento. E na terra, em minhas pegadas de leão, nascem dentes-de-leão.

(Epitáfio anemocórico, no livro O Bruxo de Curitiba)

Água fria, que do céu cai,
revigora o verde, faz brotar.
Água quente, do mate extrai
suave amargo, faz trovar.