Às vezes guardamos tantas coisas que nunca contamos pra ninguém mas só a gente sabe o quanto dói tentar ficar de cabeça erguida enquanto tudo desmorona na nossa frente.
Quando nascemos, temos nosso eu autêntico. Depois, a sociedade cria um falso eu: você é cristão, você é católico, você é branco, você é alemão, faz parte da raça escolhida por Deus e deve governar o mundo e assim por diante. Ela cria uma falsa ideia de quem são as pessoas.
Quem de nós é o maior na família, na comunidade, na empresa. Continuamos sem aprender que nossa grandeza está no serviço que prestamos, e não nos títulos e cargos. Vivemos correndo atrás de condecorações, vestes e distintivos que mostrem como somos importantes.