Versos de Amor Autor Desconhecido

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Celebrar o Natal é crer na força do amor, é isto que transforma o homem e o mundo. Feliz Natal!

Você não é apenas meu pai, mas também meu melhor amigo, meu mestre e o grande amor da minha vida.

Sou uma pessoa duas caras. Metade de mim é amor, a outra metade é puro terror

O amor é uma palavra que significa muito, mas não é nem a metade do que eu sinto por você.

Você pode pesquisar no universo inteiro por alguém que seja mais merecedor do seu amor e carinho do que você mesmo. Outra pessoa não será encontrada em lugar algum. Você, você mesmo, tanto quanto qualquer um no universo inteiro, merece o seu amor e carinho.

Desconhecido

Nota: O pensamento costuma ser atribuído a Buda, mas parece ser a junção de uma frase de autoria desconhecida (a primeira) e outra frase que adapta um pensamento de Buda.

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Nosso amor é aquele sentimento forte, único e verdadeiro, que, mesmo com o passar do tempo e com a distância que existe entre nós, jamais se desgastará, pois pertencemos um ao outro, juntos em um só coração. Te amo.

Então aprenda: colega não é amigo, atração não é amor e sorrir não significa estar feliz.

Continuo te amando, e sempre irei te amar, pois um amor nunca é esquecido e quem esquece não sabe o que é amar.

Boa noite, amor! Durma bem! Já sabe, durma com os anjos e sonhe comigo. Um dia vamos poder dormir juntos e sonhar com os anjos. Não tem definição de paraíso melhor que essa. Te amo!

Cuidado com as amizades, não é só o amor que machuca.

Boa noite, amor! Distância nenhuma é capaz de afastar ou diminuir o que eu sinto por você. Nunca se esqueça disso! Te amo até o infinito! ❤️

Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples...

Mulher, ó mulher,
Pudesse eu recomeçar este mundo,
inventaria de criar-te primeiro,
e somente depois retiraria Adão de tuas costelas.

Padre Fábio de Melo

Nota: Mulheres de Aço e de Flores

O Homem Escrito

Ainda está vivo ou
virou peça de arquivo
sua vida é papel
a fingir de jornal?

Dele faz-se bom uso
seu texto é confuso?
Numa velha gaveta
o esquecem, a caneta?

Após tantos escapes
arredonda-se em lápis?
Essa indelével tinta
é para que não minta
mas do que o necessário
é uma sigla no armário?

Recobre-se de letras
ou são apenas tretas?
Entrará em catálogo
a custa de monólogo?

Terá número, barra
e borra de carimbo?
Afinal, ele é gente
ou registro pungente?

A beleza da vida se multiplica cada vez
Que a gente partilha com alguém que a gente ama...
Se você quiser multiplicar a vida...
Você precisa dividi-la.

E ao me sentir ausente
Me busque novamente - e se deixes a dormir
Quando, pacificado, eu tiver de partir.

Porque haveria de me pintar como sombra e imagem numa definição quando estou diante dos vossos olhos e me vedes em pessoa?
Sou eu mesma, como vedes. (...) E que necessidade havia de vo-lo dizer? O meu rosto já não o diz bastante?
Se há alguém que desastradamente se tenha iludido, tomando-me por Minerva ou pela Sabedoria, bastará olhar-me de frente, para logo me conhecer a fundo, sem que eu me sirva das palavras que são a imagem sincera do pensamento. Não existe em mim simulação alguma, mostrando-me eu por fora o que sou no coração. Sou sempre igual a mim mesma (...)

Erasmo de Roterdã
"Elogio da Loucura". eBooksBrasil.com, 2002.

Que a palavra parede não seja símbolo
de obstáculos à liberdade
nem de desejos reprimidos
nem de proibições na infância
etc. (essas coisas que acham os
reveladores de arcanos mentais)
Não.
Parede que me seduz é de tijolo, adobe
preposto ao abdômen de uma casa.
Eu tenho um gosto rasteiro de
ir por reentrâncias
baixar em rachaduras de paredes
por frinchas, por gretas - com lascívia de hera.
Sobre o tijolo ser um lábio cego.
Tal um verme que iluminasse.

Manoel de Barros
BARROS, M. Poesia Completa. São Paulo: Leya, 2011.

{...)- Os compromissos rompem-se dum momento para outro.
- É exato; Ás vezes ocorrem circunstâncias que desatam as mais solenes obrigações.
Mas entre as razões que movem a conciência não se conta o interesse; Ele daria ao arrependimento a feição de uma transação.

(Come chocolates, pequena;
Come chocolates!
Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.
Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria.
Come, pequena suja, come!
Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes!
Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folha de estanho,
Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.)

Álvaro de Campos

Nota: Trecho do poema "Tabacaria" de Álvaro de Campos, heterônimo de Fernando Pessoa.