Somos a curva do “s” da saudade, somos a luz na escuridão, somos a brisa suave que no rosto toca e névoa amanhecida sobre a rosa; somos o fogo que transporta o amor toda vez nos vemos entrelaçados um ou outro, somos a ruptura que desvenda o perigo no precipício das incertezas, somos clareza no embaralhado das estrelas; somos como a lua e o sol onde vez outra um se opõe ao outro causando um eclipse de desalinho.
Quando o cavalheiro chegar, diga a ele que a dama é evoluída. Sua armadura pode encobrir suas emoções, mas jamais irá esconder o controle de sua pupila. Ela também entende, seu universo cheio de batalhas, mas jamais irá dispensar o seu olhar. Mesmo que por este momento, esteja em processo, de constante sincronia em querer sentir o meu perfume. Chegue sempre antes que o dia amanheça e o sol testemunhe.