Versos de Amor Autor Desconhecido
O abandono não faz parte do amor. Quem age assim não ama de verdade, apenas fantasia sentimentos e relações.
Sem as mulheres os homens jamais saberiam equilibrar a força física com o amor protetor. É que a capacidade de amar de uma mulher vai além dos limites que a maioria dos homens conhece.
O amor de mãe vai além da gestação, vem da prática diária de um afeto que não cabe dentro daquela que ama.
O carinho, o amor vivedor, a amizade, são as evidências sensíveis e ubertosas daquilo que vem do interior dos corações e impregna as relações verdadeiras, numa afeição recíproca entre dois ou mais seres.
"O verdadeiro amor não está na beleza dos olhos de quem vê… O verdadeiro amor é quando você vê com os olhos da alma
Talvez o amor perfeito seja simplesmente aquele em que dedicação, respeito e empatia vêm de ambos os lados.
"O amor deixaria de ser um mistério para se tornar a única equação matemática onde um mais um resulta em um inteiro indivisível."
"Você é a estrela mais distante, e eu sou um farol em uma ilha deserta. O meu amor não é um barco para te alcançar, mas uma luz que brilha na sua direção, para que você nunca se perca na escuridão. Eu sei que o meu farol está fixo no lugar, e que a minha ilha carrega as marcas de tempestades passadas. Mas eu prefiro te iluminar de longe do que ter o meu farol apagado, porque mesmo em silêncio, a minha luz te ama."
Pai, tudo o que me deste, as dádivas visíveis e as que ainda virão, revela a grandeza do teu amor. De Ti recebo o que vejo e o que ainda florescerá no silêncio dos dias. Tudo em mim fala do teu amor, tão profundo que escapa à razão. E eu me pergunto: O que poderia eu Te oferecer em retorno a algo tão inexplicável, senão meu próprio ser em gratidão.
O amor verdadeiro é uma força atemporal e sem fronteiras que ignora o preconceito, anula os quilômetros da distância física e atravessa qualquer barreira de idade porque duas almas conectadas não usam relógios, não aceitam rótulos sociais e transformam cada detalhe geográfico ou julgamento externo em combustível para manter o coração em uma eterna e invencível primavera.
O primeiro amor é uma porta que se abre. O segundo, uma porta que se fecha com o corpo. Eu sou a porta que arrancaram das dobradiças e usaram para bater em alguém. Sou a junção do que não cabe em verso de amor e a raiva que virou melodia, o peso que virou refrão, a alma que só encontrou paz na distorção de uma guitarra. Uns amam deixando ir. Outros, morrendo juntos. Eu sou o que sobrou depois que os dois desistiram.
