Versos de Amor Autor Desconhecido
A vida é tão incrivelmente breve que não dá tempo nem para o ser humano - essa estranha criatura - pelo menos tentar ser feliz.
Tique-taque, tique-taque e o relógio da vida continua batendo...o despertador pode ser que seja a morte, que tem o condão de nos acordar do sonho horripilante da vida.
Quase que diariamente contemplamos com terrível assombro o Diabo em pessoa, mas felizmente ele se some diante de nós, tão logo nos afastamos da frente do espelho.
Se a galinha e o frango fossem do tamanho de um cavalo, quem iria virar refeição seríamos nós, os humanos.
Viver é como estar num carrossel em chamas, com nossas almas estúpidas montadas nos cavalinhos mais estúpidos ainda; para escapar dessa palhaçada toda e do estulto e sádico dono do carrossel e do circo, temos que pular do carrossel em movimento, saltar não com a alma, mas com o Espírito, porque o Espírito é maior e mais forte que o dono do circo, o Espírito é maior que qualquer Deus fajuto que nos empurram goela abaixo do berço ao túmulo.
O mundo é um poço de miséria, maldade, sujeira e sofrimento; esse poço não tem fundo;nascemos em prantos, e logo um médico idiota qualquer, que ainda acha que pode ter algum poder sobre a vida e a morte nos dá umas palmadas no traseiro, como para salientar que o inferno mesmo é aqui.
Aquele que numa noite escura acende uma fogueira numa floresta corre o risco de iluminá-la ou incendiá-la.
A solidão é uma mestra muito sábia; revela antigas fraquezas porém engendra novas e incomensuráveis forças.
Você só será vitorioso e obterá êxito em tudo somente quando não se importar mais se vai vencer ou se vai ser derrotado.
Um mentiroso é como um diretor de cinema que faz alterações no roteiro sem consentimento do roteirista do filme.
Historiador: um tipo estranho de escritor geralmente mal-informado e padecendo quase sempre de parcialidade; um tipo de mentiroso frustrado que queria ser ficcionista.
Deus não “existe”, não do modo e no sentido que nós, pobre mortais, concebemos o “existir”; Deus é sempiterno, portanto não “existe” , mas sim “é” eterno, sempre presente num infinito agora.
Historiadores são que nem maridos traídos: são os últimos a saber e ainda por cima uma história mal contada.
