Poemas de reflexão curtos que dizem muito em poucos versos
Agota que rola pela face,
Transpassa emoção,
Neste rosto onde a dor se abre,
Emerge a tristeza em profusão.
Qual rio que corre direção a nascente,
Lágrima revela a alma em exaustão,
No peito a mágoa corta, latente,
Toda a existência ecoa solidão.
Acabei provando do seu gosto como uma dose sem medida,
Você mexeu com comigo e mergulhei em meus sentimentos.
Tanta coisa que agente não pensa e pensa quando está vivo nessa constante reciprocidade.
E agora, eu te quero a todo momento.
Te quero bem, te quero feliz e te quero ao meu lado pois sua essência me faz bem mais feliz. Como eu te quero!
A pérola da noite escura.
O teu brilho branco me faz viajar
Por lugares que nunca achei querer estar
O teu contraste com a noite estrelada
Consola minha solidão alada
Tua distância quilometrada
Fortalece minha paixão platonizada
Quando errei, foi porque não sabia como fazer, falar, agir.
Aprendi errando , e errando aprendi. Não nascemos sabendo como viver plenamente. E como aprender? Errando!
GILSON DE PAULA PIRES
Inesquecível Declamação
Quero declamar as poesias
Contidas em teu corpo
E que teus lábios sejam minha morada.
E escritas sobre o forte desejo,
Carregando um doce amor
Com um belo cheiro de flor.
Se um dia fores embora,
Tenha certeza que você
Sempre ouvira o meu declamar
Alexandre C
Poeta De Libra
O BOTÃO
A cada botão que reforçava
tentava colar o taco solto
fechar as goteiras da casa infatigável
em sua alma de mãe.
O amor às vezes precisa de reparos
a madre colheu o botão do baixo da camisa
e o serziu no tecido que cobre o peito
feito bordar a bata do batizado.
Minha comida preferida
Tem o sabor de saudade
Minha rosa mais bonita
Tem o cheiro de saudade
Saudade e mais saudade
Saudades de um beija-flor
A quem chamei de MÃE
MINHA BELA, MEU AMOR!
Hoje eu volto, em meio ao caos
Cada vez mais louco e perdido
Tentando mas, sem saber do que é preciso
Escrevendo pra espantar tudo isso
Sem vontade e com muito medo do abismo
Medo de tudo, pavor do futuro
Talvez eu precise, precise...de algo?
Talvez não tenha tempo pra ti
Talvez não te queria pra mim
Talvez não lembre
Talvez nem quero
Mas mesmo assim
Te quebro e te lembro
Faço pra mim, faço por mim
Você é meu, pro meu próprio bem!
Fale com todo mundo
Não se importe comigo
Me deixe aqui sozinho
Curta seus amigos
Porque eu sou só mais um
Nosso tempo é finito
Quem realmente vale
Você mostra
Quem sou eu
Na sua novela?
Porque um figurante
Não tem nem fala!
É divertido zuar assim
Os de verdade
Estão aí
Contigo agora
Em todo lugar
E o figurante, não vai nem falar!
Soube que Sois poeta.
Escrevo poemas.
Não sei como se é poeta.
Li alguns. Agradam-me.
Alteza, não sei que dizer.
Apreciai o banquete.
Sois tão bem vindo aqui como o anjo Gabriel.
Alguns acham que devíamos ir para o paraíso em colchões de pena e taças da realeza cheias de vinho.
Mas não é assim.
Excelentes notícias!
Temos de comemorar!
Honra
Princípio dos humildes e justos
Que não fogem de uma batalha
De quem tem a mente afiada
Que corta feito uma navalha, alguns, desse mundo já foram
Eventualmente nem foram lembrados, mas morreram com significado, certamente foram Homens honrados.
Amando...
Curta muito...
Conheça alguém,
convide-a para sair,
permita-se amar.
Ame muito...
Se entregue ao amor,
aprenda com os erros,
Ame-se muito.
Seja o amor...
Se planeje,
viva da melhor forma,
siga em frente sempre.
Aquele garoto que não sabia de muita coisa, mas ainda enxergava tanta bondade nos outros.
Um garoto, que agora, sente saudade do seu avô, das pescarias em um rio manso. Que não dava peixe, e nem mesmo dava tranco.
Mas fomos aqueles momentos, e isso é irreversível em meus pensamentos.
Não consigo entender a possibilidade de sermos apenas instantes.
Em todo mundo, sem exceção, há uma linha tênue entre o ódio e a explicação.
Ódio: de entender.
Explicação: pra todas as versões de si mesmo que lutou pra ficar bem, e hoje você respira, e é um bom começo.
Uma pena que as condolências; que rítmicas, dançam em uma coreografia ridícula de pena, junto ao meu peito problemático que hoje bate como um marca passo.
Que trinfa e range os dentes, faminta, me olhando a par das mandíbulas ferozes, que me atroz um grito soberbo, e perante um grito, gemido, que me tenha calado. Junto ao pé do holofote cenográfico, sou um ator.
E hoje choro lágrimas de confete, assim como a maquiagem no riso do palhaço, assim como a graxa que faz lustrar e rodopiar os asfaltos.
