Poemas de reflexão curtos que dizem muito em poucos versos
Romântica, doce, mulher de fases, enigmática, inexplicável, poema que ninguém conhece. Sou misteriosa, flor que não se cheira e, se fosse pra cheirar, não seria pra qualquer um não, meu bem. Aqui é incêndio. Não brinca com fogo que vc se queima, literalmente...
Poema pintado é um horror, adornos matam a beleza interior. A simplicidade, sim! É um brado de amor... A naturalidade tem muito mais valor.
"A minh`alma ao viajar pelo deserto da solidão, compôs o poema da felicidade,retornando repleta de maturidade" (Mana Celani)
É muito bom cada palavra e me ajudou muito esse poema/texto e eu desejo que mais pessoas possam ver o texto/poesia
Amor. Como tenho gasto esta palavra. Tão erodida que já cabe em qualquer poema, tão manchada que um “eu te amo” já não mais me representa. Hoje arrisco dizer: — Sinto-me apaixonar. Certo disso, resta-me salientar: o molde que pra minha vida trouxeste, promissor, colore.
Por que colocar pra fora é uma necessidade? Por que virar poema, desenho, música, por que externar arte? Por amor? Para ser amado? Por amor. Para ser amado!
O Poema/Poesia, são uma forma de Busca Incessante da Liberdade. Aquela que vem do Sofrimento e do Desejo Incessante de Liberdade. Rolemberg.
Resgata o verbo até que eu entenda que as palavras ressuscitam a rima adormecida, mesmo no poema esquecido de um livro ultrapassado, onde tudo, ainda assim, se renova.
Não quero a tua realidade, quero a sua fantasia, quero lhe desejar neste poema como desejo o terminalo, a tua boca se transformando em verso que deslizando sobre minhas linha segue cada ponto de interrogação, como a digitar de um porta ansioso pela sua obra, fazendo de ti doce fantasias, escrito por Armando Nascimento
O poema vem para expressar, o choro vem para aliviar, o sorriso vem para disfarçar (…) a vida é um vai e vêm para acalentar a dor!
O leitor não deve ser preconceituoso na escolha da leitura. Isso porque, até mesmo num rude poema de poste, às vezes, existe um grandioso ensinamento. Portanto, a meu sentir, compactuar–se com o preconceito literário é o mesmo que autodeclarar–se ser dono de possível desastroso conhecimento.
O bonito do poema ou da poesia é quando não se fala o óbvio, mas deixa nas entrelinhas aberto para o entendimento do leitor, isso que torna poético.
