Poemas de reflexão curtos que dizem muito em poucos versos

Imagine como seríamos mais felizes, o quão livres seríamos para sermos nós mesmos, se não tivéssemos o peso das expectativas de gênero.

Sê justo antes de ser honesto.

Devemos acreditar que somos dotados de alguma coisa e que essa coisa deve ser alcançada a qualquer custo.

O mundo real é onde os monstros estão.

Temos o costume de não ouvir o outro. Eu digo que sou de Aquário e você responde seu signo. Eu digo que estou cansado e você responde que também. Eu digo que tenho dor de cabeça e você diz que tem um tumor.

Se eu me livrasse de meus demónios, perderia meus anjos.

O tempo segue em frente mesmo quando nós não seguimos.

A maioria das pessoas não cresce. A maioria envelhece. Elas encontram lugares de estacionamento, honram os seus cartões de crédito, casam, têm filhos, e chamam isso de maturidade. Isso é o envelhecimento.

A partir da imaginação, construímos imagens, criamos expectativas e enxergamos no outro tudo, menos aquilo que ele é de verdade. E isso pode ser qualquer coisa, menos amor.

É melhor não dar nenhuma desculpa do que dar uma desculpa ruim.

A vulnerabilidade é a nossa medida mais precisa de coragem.

Olha, o amor não é algo que possamos terminar, definir ou controlar. O amor é como a arte: uma força que entra em nossas vidas sem quaisquer regras, expectativas ou limitações. O amor, como a arte, deve ser sempre livre.

Onde está a glória em repetir o que outros fizeram?

Suspeito que nossas escolas ensinem com muita precisão a ciência de comprar as passagens e arrumar as malas. Mas tenho sérias dúvidas de que elas ensinem os alunos a arte de ver enquanto viajam.

Não há nada mais enganoso que um fato óbvio.

O indivíduo sempre tem que lutar para não ser oprimido pela tribo. Se você tentar isso, você vai ser solitário frequentemente, e às vezes assustado. Mas nenhum preço é demasiado elevado para pagar pelo privilégio de possuir a si mesmo.

Rudyard Kipling
GORDON, Arthur. Interview with an Immortal. Reader’s Digest, 1935.

Nota: A autoria do pensamento tem vindo a ser erroneamente atribuída a Friedrich Nietzsche. Na verdade, pertence ao escritor britânico Rudyard Kipling, e foi dito em uma entrevista para a "Reader's Digest", conduzida por Arthur Gordon. A entrevista foi republicada em 1967 com o título Six Hours with Rudyard Kipling.

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Eu não sou sentimental. Eu sou tão romântico quanto você. A ideia, você sabe, é que a pessoa sentimental acha que as coisas irão durar para sempre. A pessoa romântica tem a confiança que não durarão.

A tendência natural do estado é a inflação.

A notícia que vem de longe raramente é verdadeira.

"Nunca Ame Alguém Que te Faça Se Sentir Uma Pessoa Comum". ⁠