Poemas de reflexão curtos que dizem muito em poucos versos
Desculpa se sou demais,
é que o seu jeito de me fazer subir pelas paredes
Durante uma simples conversa a sós
Me fez viciar em você.
Eu Adoro
Eu adoro olhar para seus olhos castanhos,
Eles são fascinantes
E me hipnotizam
Eu adoro seus beijos
Eles são doces como mel
E viciantes
Eu adoro estar com você
A sua companhia é extasiante
De uma maneira que não compreendo
Eu adoro ser amada por você
Me sinto feliz
E amada
A Dor
Quando a dor consome
Sua alma
Seu corpo
Sua mente
E gostaria de poder ir embora para um lugar em que a dor agonizante não lhe encontrasse
Mas onde há esse lugar?
Não existe, porque a dor fez morada em você e ela vai lhe acompanhar para onde você for
Nesses dias parece não haver esperança
Esquecemos que tudo são fases
Tudo passa, até a dor
Até mesmo se outras rosas me, prometerem amor.
As magoaria só pra nunca vê seu, amor por mim, murchar.
Ao Observar as crianças
Brincarem com seus,
Amigos imaginários percebi,
O quão ser, solitário não te,
Faz sentir-se sozinho.
Cansei de sentir-me culpado pelo Fracasso finalmente compreendi que relações são mútuos encontros
Laços de companheirismo
Até chegarem ao fim.
Entre milhões de olhares reencontrei-me:
Dentre o oposto
No meu eu, feminino
Ali congelado e obcecado
Me, mantive.
Lhe Olhando feito um jovem
Nascido no interior,
Deslumbrado pela companhia
De teu amor próprio.
O amor e um Parasita
Minhas dores são
Seu hospedeiro
As Lágrimas de um poeta
São Para nutrir sua sede.
Deixa eu amar
seu corpo
Enquanto você,
abusa do meu emocional
A depressão habita
Olhos cinzas
Martírio aos iletrados
Poético aos escritores
Eu, sou um camaleão
Que em meio a chuva
Se camuflar
Para contemplar a dor
Meus, destroços
Foram varridos para o tapete
Deixe suas, mágoas em mim
Feito poeira pisoteada
Odor pornográfico da angústia
Excita os fracassados.
O que é um refúgio?
Um copo meio vazio
Um maço, amassos
Uma cama desarrumada
Uma grama recém cortada
Viagem só de ida
Cem páginas lidas
Um rolê acompanhado, solitário
Mergulho no mar
Caminhar descalço.
O que é o refúgio, se não uma fuga?
Sorria!
Viva a alegria,
E acentue com euforia.
Faça da vida uma poesia
Que ressoe com melodia.
Orquestre com harmonia
E edifique com mestria.
Diga em voz alta
Do que gostaria,
Mas diga sem falta
E com muita empatia.
As luzes da ribalta
Lhe concedem autoria,
Você é o nauta
Que governa a maresia!
Não se curve à esta malta,
Vamos juntos à utopia!
Copas
As árvores tremem
As folhas se soltam
Os galhos me agarram
Raízes se enroscam
Os frutos me chupam
Resinas escorrem
E olores se espalham
Perfumam os altos...
Quando vejo o céu estrelado
sei que não vivo mais só
estou mais seguro agora
agora que penso em nós
