Poemas de reflexão curtos que dizem muito em poucos versos
A diferença entre amigo e colega é que um amigo pode não estar com você todos os dias, mas ele conhece lados da sua personalidade que você só se atreveria a revelar para algumas pessoas muito especiais.
Um colega é sinônimo de partilha e companheirismo, mas um amigo é outra coisa... A diferença entre colega e amigo é que o primeiro está presente no seu cotidiano, mas o segundo pode mudar o seu dia com uma só palavra, um só sorriso ou abraço.
Um amigo é alguém cuja alma está ligada à nossa por um fio invisível, mais forte do que o tempo ou qualquer distância. Mesmo quando estamos afastados, um pedacinho de nós caminha sempre com eles e vice-versa. Guardo cada amigo, com cuidado, num espaço preparado só para ele no meu coração. Essa é a principal diferença entre amigo e colega...
Todos temos colegas e conhecidos, mas amigos podemos contar pelas mãos. A diferença entre amigo e colega está no esforço que você faz para manter o outro na sua vida. Um colega é alguém com quem você costuma conviver, mas um amigo pode estar do outro lado do mundo e continua sendo fundamental para a sua felicidade.
Esses amigos não tiraram minha determinação de ter sucesso, como eu temia. Eles me tornaram mais forte.
Tentando ser forte e não deixar um homem me desviar do meu caminho, eu acabei permitindo que um homem ditasse meu destino.
Eu acho que a escala dos problemas das outras pessoas não torna os seus problemas mais fáceis de lidar.
Mas sua luz também me fez ver todas essas sombras em minha própria vida, sombras com as quais finalmente percebi que tinha que lidar.
Todos temos estações nas quais florescemos e estações nas quais as folhas caem de nós, revelando nossos ossos nus. Com o tempo, elas crescem novamente...
Nossa ideia de produtividade tem como premissa a necessidade de produzir algo novo, ao passo que não tendemos a ver a manutenção e o cuidado como produtivos da mesma forma.
O que significa construir mundos digitais enquanto o mundo real está desmoronando diante de nossos olhos?
Solidão, observação e simples convivência devem ser reconhecidas não apenas como fins em si mesmas, mas como direitos inalienáveis pertencentes a qualquer pessoa sortuda o suficiente para estar viva.
