Poemas de reflexão curtos que dizem muito em poucos versos
Brinco com o dito e com o que não foi dito
Afinal, o silêncio tem suas próprias falas
Brinco com a felicidade
Porque a vida que vive em mim
É feita da alegria que me atravessa
Brinco com as coisas do amor
De um amor que não é feito
Mas um que nasce pronto e toma o peito
Verdadeiramente curva-se ao Sagrado quem o faz na dimensão onde atua a consciência.
O resto é apenas restituição da ritualidade fictícia.
Não se apresse para discordar de algo.
Dê uma chance para sua mente alimentar-se das infinitas possibilidades.
Assim como sobra tinta no chão usada pelo autor de uma obra, a existência do mal é somente o resquício da Obra Prima do Criador.
É necessário dizer que Ele descansou sua Obra (moldurou e colocou em exposição) no sétimo dia. Pena que muitos de nós saímos da obra para´ser borrados (impurificados) pelos "resquícios" que jazem no "chão.
A cura nunca será imediata.
A doença é uma metodologia metafísica - da existência - para induzir a introspecção aos seus acometidos, no intuito de torná-los cientes dos viés de uma vida plena.
Não se iluda com fórmulas padrão para o auto-conhecimento.
Lhe basta que seja introspectivo.
Escute a sua voz interior.
O medo, é uma prisão sem grades e sem muros que nos impede de seguirmos em frente.
A chave para libertarmos-nos dessa prisão chama-se FÉ.
Estradas, pessoas, encontros, desencontros.
Uma vida apenas talvez não seja suficiente,
para tornar o que é para ser,
numa realidade concreta!
A hipocrisia não tem sustentação;
E quem dela se vale ou nela se apóia,
não demora ser desmascarado.
Pois seu efeito não é duradouro!
Aos vencedores, honras e aplausos.
Aos vencidos, experiência e dignidade.
E para a vida toda, grandes lições.
Quantas batidas em uma porta de tela antiga?
Depende quão alto você a fechar.
Quantas fatias em um pão?
Depende quão finas você as cortar.
Quanto bem dentro de um dia?
Depende quão bem você os viver.
Quanto amor dentro de um amigo?
Depende de quanto você lhe der.
Aos educadores:
É preciso investir no eu!
Porque não existe um grande
professor ou professora;
Sem antes existir uma grande pessoa.
