Versos de amor: poemas curtos para aquecer o coração
O coração de uma mulher tem memória muito curta, logo você terá que lembrá-la, todos os dias, o quanto é amada.
Entendi que o primeiro amor a gente não esquece, mas aprende a viver com ele sabendo que a qualquer momento ele pode renascer violentamente como um vulcão.
Sou aventureiro, que aprendeu que o amor é como uma planta, quando não cuidada morre e se queser podes plantar outro, quando quiser.
A gente perde tanto tempo discutindo e lamentando aquilo que não foi que esquecemos de fazer acontecer o que ainda pode ser.
Nessa vida somos capazes de amar apenas uma vez, tudo o que sentimos depois do primeiro amor, nada mais é de que uma leve brisa em meio a tempestade.
Não é em nosso perdão, nem em nossa justiça própria, que repousa a sorte do mundo, mas nos do Senhor. Quando ele nos ordena que amemos os nossos inimigos, ele nos dá, com a ordem, o seu amor.
Nos dias seguintes ao dia em que estivera deitada no ombro dele tão proximamente nu também, no fundo de um sonho, conseguia reencontrá-lo. Pois havia outros detalhes, semanas depois ainda tentava lembrar. Havia um cheiro, por exemplo. Tênue, quase perverso. Intimidade úmida, limpa, nas dobras da carne suada, preservada na própria pele.
Quando sua língua quente me penetra,
Parece que existe um vulcão interno em mim
Que só quer expelir
Todo desejo, todo prazer
Que só você me proporciona
O amor é a maior magia que existe, a mais poderosa. Mesmo que alguns associem o amor ao deserto, e as dores, eu discordo. Quando o amor é sincero e verdadeiro ele quebra barreiras, o amor é a cura e o motivo. Embora seja muito perigoso, seu poder é infinitamente inspirador. Quem não ama, não vive.
A felicidade, nós a encontramos na harmonização, no amor verdadeiro, na aceitação dos desafios que a vida coloca em nosso caminho todos os dias para nosso amadurecimento.
Não era amor, era melhor.
Nota: Trecho de crônica de Martha Medeiros.
O amor é um beijo, dois beijos, três beijos, quatro beijos, cinco beijos... cinco beijos, quatro beijos, três beijos, dois beijos, um beijo... e fim, e pronto. Ninguém morre de amor nos trópicos.
