O amor é brega,cafona,insensato,anda por aí no mundo perfeitinho sem ser percebido.
Quem trapaceia no amor,não deve reclamar,do azar em dobro.
Talvez o amor que você precise não está nenhum palmo de distância de você,e nem se deu conta.
É viver uma mentira,falar de amor próprio, se também não está no próximo.
O amor é um tremendo cafetão,que cedo ou tarde,transforma nosso coração em um cabaré.
Tem gente chamando de amor o comodismo,mas é isso,um estado de sentir,e seguir sorrindo para o abismo.
O amor é rio que corre,sentimento que escorre,e morre,se tentar represa-lo.
O amor é uma estrada sem acostamento,sem placas de sinalização,sem passagem para os indecisos.
Precificaram o amor,perdeu-se a graça,virou relíquia o que era pra ser doado e devolvido de graça.
O amor não tem que doer,para que tenha sentido.
Compartilhar a arte,é doar um pouco de amor para o universo.
O mercado está bem diverso,vendem-se dignidade,amor próprio,respeito,gramas de consciência,por qualquer tostão,e caraminguá.
Plantem e reguem as flores,façam amor,e contemplem o mundo em várias cores.
Saiu em busca da lógica,encontrou o amor brincando com a razão.
O preço do amor é a perda,e alguns inconsequentes só descobrem na hora de pagar.
O amor é engraçado,e faz a gente chorar.
Em um mar de amor,coração sempre será,marinheiro de primeira viagem.
Sobre plágio,sou a favor apenas do amor,mas nem isso se dão o trabalho.
Não questione o que o outro chama de amor,ninguém tem que gostar da mesma cor
Eu que velava o teu sono em algumas noites,hoje velo o cadáver desse amor, que matei friamente.