Versos de amor: poemas curtos para aquecer o coração

⁠Minha vida é como uma estrada na lua
É preciso parar, olhar, cuidar, reparar, direcionar esforços
Nessa estrada estacionar não é uma questão singular!

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⁠Minha vida é como uma estrada na lua
A estrada é nossa vida, tem buracos e sinas, e nela há a essência amar!

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⁠Minha vida é como uma estrada na lua...
Há as cavidades de pequenas dimensões, ora são gigantes e até turvas.

Inserida por Sundehus

⁠Trago no desencantar de mundo a turbidez de Lucíola e poder de Lakshmi.
A todo momento vejo confins, estorvos e subordinadas orações.

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⁠Exterminador sou, ser estilosamente terso.
Ora maestria, ora fracasso habitam em mim.

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⁠Entre dissabores e amores veja: hasteio bandeiras.
E não são nanicas... Muito é o pano que as alimenta!

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⁠Entre nós e a cachaça há relações contundentes.
Entre nós, erguem-se desejos suaves e singelos, de carmesim mancha o mar.

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⁠Entres as formigas-picadeiras surgem forte dores, agudas sensações.
Que escalam a garganta e move as paixões, amores.

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⁠Minhas habilidades não podem se limitar à rotina.
E buzinar uma marginal poesia não retrata a mais autêntica rima...

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⁠Um jantar a dois; dois toques de ternura e paciência.
Nove taças de vinho apaixonado; dez... Nota dez para isso que pressinto.

Inserida por Sundehus

⁠E se tudo não der certo, recomece... Educação é o ato de educar!
Se tudo não der certo, conte até três e vá olhar o pôr do sol.
Se tudo não der certo. Sei não...
Sublime amor. Sei não...

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O que importa mesmo é fazer o que se sente, mesmo com o coração doente.

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⁠Forte Penedo, rochedo: as margens da Baía de Vitória é tenaz revelação e força!
Se o rochedo falasse, muita historia teria esse rochoso litorâneo maciço.
Poder-se-ia dizer que é o guardião dessa baia.
Conta-se que em dia de tempestade e de vazantes marés, horripilante gemidos dele saia.

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⁠Vinho, Café e Licor… Não esqueça o sabor. Busco tanto amargor.
Que venha um Ser de papo faceiro, um leal cozinheiro, alguém que me dê ardor.

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⁠Café, Licor e Vinho, por favor! Sou um tanto acolhedor nessa arte de brindar.
Traga tudo, toda orientação e o amor; e alguém com muito vigor...
Que venha, venha sim, com papo brejeiro, um leal tesoureiro, alguém para me transpor.

Inserida por Sundehus

⁠Breve, semibreve, muito breve é a vida.
Às vezes é um concerto de sonhos na cabeça.
Outras vezes é um descompasso de alegrias.
Muitas outras são delírios, revelam edificação magnífica.

Inserida por Sundehus

⁠Vida longa, vida breve... Muita arte marca a sina.
Queria que fosse grandeza, queria tivesse mais fantasia.
Pouco a pouco ela finda, num misterioso trajeto parte.
Pela tangente da lógica ciência, deflagra a sutil blindagem.

Inserida por Sundehus

⁠Haja coragem, oh porto seguro! O ar é elogio, a prudência e a ira um atributo.
Escolhas há na vida, veja qual é o pano e o palco…
Ambos tecem longo fio na efêmera arte, no tenaz território de poder e das pantufas.

Inserida por Sundehus

⁠Poesia reflete vida – e desta natureza provém imperfeições várias.
Poesia é sina, e é certamente ir além dos reais limites da contextura e da mera moldura métrica.

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⁠Viver sem ligação com o passado e sem projeção do futuro é a porta para o “Eu Sou”.

Kairo Nunes 25/11/2021.

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