O amor pode até ser cego, mas a rejeição é bem clara e os sinais são bem visíveis; insistir é ferir a própria dignidade, retirar-se é a melhor escolha.
A galera fala de amor como se fosse comercial de margarina, tudo limpinho, tudo certo. Mas a gente sabe que o amor real é o que acontece no meio do caos, naquela correria entre Marechal e a paz de Itaipuaçu. É o amor que sobrevive à distância, ao cansaço e a essa mania que a vida tem de tentar passar a perna na gente.
Não é o dinheiro que falta a algumas pessoas, é o amor. Querem crescer, mas não estendem a mão. Querem ser santos, mas não praticam bondade. E assim, a riqueza que buscam nunca encontra morada no coração.