Verso de Declaração de Amor

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O amor é um rio onde as águas de dois ribeiros se misturam sem se confundir.

Uma vida longa e intensa muito dificilmente se pode caracterizar por um único amor.

O adultério é a curiosidade do amor e dos prazeres ilícitos.

O amor causa verdadeiros levantamentos geológicos do pensamento.

O amor, para durar, reclama incerteza.

Atrás da poesia do amor vem a prosa do casamento.

Nenhum homem viveu que tivesse suficiente / Gratidão de crianças e amor de mulher.

Quando se ouve um homem falar de seu amor por seu país, podem saber que ele espera ser pago por isto.

É mais vulgar ver um amor absoluto do que uma amizade perfeita.

A ociosidade faz nascer o amor e, uma vez desperto, conserva-o. É a causa e o alimento deste mal delicioso.

O amor destrói. A amizade constrói.

Vergílio Ferreira
FERREIRA, V., Pensar, 1992

Retribui-se honra com honra e amor com amor.

O tempo, que fortalece as amizades, enfraquece o amor.

A liberdade absoluta conquista-se pelo amor: só o amor liberta o homem da sua natureza e expulsa o animal e o demônio.

Sem o amor o homem é apenas um cadáver em férias.

O amor vive do pormenor e procede microscopicamente.

A vida em abundância vem apenas através do amor.

Amor sem tréguas

É necessário amar,
qualquer coisa, ou alguém;
o que interessa é gostar
não importa de quem.

Não importa de quem,
nem importa de quê;
o que interessa é amar
mesmo o que não de vê.

Pode ser uma mulher,
uma pedra, uma flor,
uma coisa qualquer,
seja lá do que for.

Pode até nem ser nada
que em ser se concretize,
coisa apenas pensada,
qua a sonhar se precise.

Amar por claridade,
sem dever a cumprir;
uma oportunidade
para olhar e sorrir.

Primeiro Amor

Quero voltar ao início de tudo
Encontrar me contigo senhor
Quero rever meus conceitos, valores
Eu Quero reconstruir
Vou regressar ao caminho
Vou ver as primeiras obras senhor

Eu me arrependo senhor,
Me arrependo senhor
Me arrependo senhor

Eu quero voltar
Ao primeiro amor
Ao primeiro amor
Eu quero voltar a Deus

Mors Amor

Esse negro corcel, cujas passadas
Escuto em sonhos, quando a sombra desce,
E, passando a galope, me aparece
Da noite nas fantásticas estradas,

Donde vem ele? Que regiões sagradas
E terríveis cruzou, que assim parece
Tenebroso e sublime, e lhe estremece
Não sei que horror nas crinas agitadas?

Um cavaleiro de expressão potente,
Formidável, mas plácido, no porte,
Vestido de armadura reluzente,

Cavalga a fera estranha sem temor:
E o corcel negro diz: "Eu sou a morte!"
Responde o cavaleiro: "Eu sou o Amor!"