Verdades da Vida
Eu sou uma mulher sem medo da vida,
sem meias verdades, sem trava na língua,
disposta a qualquer sacrifício por nós dois...
Cada pessoa tem seus medos, suas verdades. Cada um sabe onde doí pisar. A vida é uma constante descoberta, temos que estar abertos para o novo, para as surpresas que ele nos prepara. Sabendo que, seja o que for, vai levar e deixar algo em nós.
Mas não podemos é deixar as oportunidades passarem por nós sem a apreciarmos. Nenhum caminho é totalmente sem graça, tudo tem magia, tudo tem seu por quê. Se ficarmos analisando a dificuldade, se a buscarmos e alimentarmos, ela ganhará força. Seja mais forte do que ela, seja mais forte do que seus medos, seja mais forte. Você é um ser iluminado e merece toda a alegria. Desprenda-se do que te limita e siga onde o horizonte é mais azul, onde as flores tem mais cores. Encontre este lugar que é seu.
A vida é feita de muitas verdades. Cada verdade, por sua vez, contém muitas mentiras. E em toda mentira há muitas vidas.
A vida é uma concha de retalhos, são pedaços das histórias que se ouve e as verdades e mentiras nas entrelinhas de realidade em realidade.
A beleza de uma vida breve esta na diversidade das verdades criadas pelos seus elementos. A criação é muito linda!
ESCREVEMOS A VIDA, Cheios de Incertezas e Convicções... VERDADES Relativas que nos Mostraram UM CAMINHO... CLARO ou ESCURO...??? Rolemberg.
Bom dia!
Uma das maiores verdades da vida, felicidade independe de um corpo dito perfeito, mas o que é o perfeito? Modelos da moda, caia na realidade, mulher linda é aquela que deu a luz, trabalha igual doida para ajudar ou manter uma família, isto sim é beleza, assim eu penso, assim as respeito, são lindas dentro de qualquer modelo....
(Zildo De Oliveira Barros)
A loucura da vida que mostra verdades e mentiras torna o costume da hipocrisia social irrelevante aos olhos da razão;
O milagre da vida
Há verdades silenciosas que o dinheiro jamais alcança.
Ele atravessa mãos, constrói muros, ergue impérios — mas não toca o essencial.
Porque, no fundo, há perguntas que nenhuma riqueza consegue responder:
de que vale possuir o mundo, se o coração permanece vazio?
De que serve o ouro, se a alma não encontra paz?
E que cor tem a vida, quando vista por olhos que já não sabem sentir?
Dizem que o dinheiro ajuda — e ajuda, sim, a sustentar o corpo nesta engrenagem material.
Mas há limites que ele não atravessa.
Ele não compra o tempo de volta, não negocia com a morte,
não cura as feridas invisíveis que sangram em silêncio dentro de nós.
Não realiza o milagre mais simples e mais profundo:
viver plenamente.
E então surge o mistério:
qual é a força que faz o coração pulsar, incansável, dentro do peito?
Que energia sustenta a vida sem que a vejamos?
Olhemos para o universo.
A vastidão do céu, os planetas em seus caminhos invisíveis,
as estrelas suspensas no infinito, o sol que aquece, a lua que acalma.
O que mantém tudo isso em harmonia, sem cair no caos?
E na Terra — a mesma sinfonia.
As plantas que brotam, os frutos que nascem,
os animais que seguem seus ciclos,
os insetos quase invisíveis que sustentam a vida,
o calor que nutre, a chuva que renova.
Tudo em equilíbrio. Tudo em perfeita ordem.
Mas o homem, em sua inquietude, criou o dinheiro —
e com ele, a ganância e o egoísmo.
E, na ilusão de possuir tudo, começou a perder a si mesmo.
Acumula o que não pode levar,
disputa o que sobra na abundância,
e esquece que a maior pobreza
é a da alma que se distancia da essência.
E o que leva o homem desta vida?
Não os bens, não os números, não os títulos —
mas, muitas vezes, as marcas do que escolheu ser:
ou a leveza de quem amou,
ou o peso de quem se perdeu.
Ainda assim, há algo que o mundo não conseguiu roubar.
Nem o tempo, nem a dor, nem a própria humanidade em crise
foram capazes de tirar de nós
a capacidade de sonhar, de sorrir, de se alegrar.
Porque há beleza em existir.
Há grandeza em contemplar o universo
e perceber que fazemos parte dele.
Há um milagre silencioso em cada respiração,
em cada batida do coração,
em cada instante vivido com presença.
E talvez seja isso o mais precioso de tudo:
a vida —
não como algo que se compra,
mas como algo que se sente, se vive e se honra.
Porque, no fim, tudo passa.
Mas aquilo que verdadeiramente somos
permanece.
Atila Negri
**É Preciso Ter Coragem**
Ao longo da vida somos induzidos a construir verdades incontestáveis, até que um dia a alma clama, reclama e somos impelidos a rever se naquilo tudo há fundamento ou não passa de mero mandamento. Os que se recusam a ouvir e rever perde-se de si mesmo. Acorrentados aos dogmas, sem mérito e demérito, seguem como zumbis, reféns de uma realidade débil...
As verdades mais absolutas da vida não estão em nenhum livro, mas no livro da vida, cheio de responsabilidade e temor a Deus. Esperança é caridade. Servir é viver também.
Mentes distorcidas
As vezes me perco
Sem saber definir
As mentiras e verdades
Que a vida apresenta
Talvez pra mim sejam mentiras
Mas pra quem as diz
São verdades inventadas
Que jamais serão mentiras
Para quem nelas acredita
Assim como as minhas verdades
São mentiras para tantos
Que nelas não acreditam
E me tomam por desvairada
Excêntrica, despirocada
São verdades e mentiras
Mentiras e verdades
De mentes sãs e dementes
Impossíveis disgnósticos
De poetas e filósofos
Que fazem das palavras
Armas de estudos
De outras mentes curiosas
Que na clausura de seus dons
Apreciam o embate
Apenas lendo e observando
A loucura e sanidade
De quem pensa ser mentira
O que escreve como verdade
Em geral a vida é um grande teatro. Mas o poder nas mãos consegue revelar as verdades de um caráter!
Grisotto nos diz que "chega uma hora na vida que a gente cansa, as meias verdades já não satisfazem mais, antigas historias já não convencem.
Chega uma hora que as máscaras caem... Os ventos mudam a direção e é hora de dar lugar ao novo. Quando o novo toma forma, as portas se fecham para o antigo e eis que a esperança se materializa, a vida tem mais brilho e abrem-se novos caminhos."
Mas no real, ao que diz respeito o dito do autor, quando se cansa, o pior não é o esgotamento físico, mas o sentimento que consciência nos traz, é isso que nos faz parar.
E digo mais, ressalto fielmente o que Clarissa Corrêa enuncia; "...uma hora a gente cansa de bater na porta de quem não abre."
Sempre desconfio das verdades muito absolutas. Afinal, a vida tem nuanças demais para permitir sempre linhas tão retas.
