Verdade
Para falar a verdade, meu coração continua parado. Será que meu antepassado era algum tipo de zumbi?
Não importa o quão simples uma mulher pode ser, se a verdade e a honestidade estão escritas em seu rosto, ela será bonita.
Certas mentiras mostram-nos a verdade: diminuem a confiança, derrubam as mascaras e expõem a falta de caráter.
Sempre ouvi dizer que a família é a nossa base, porto seguro, refúgio. É a mais pura verdade. São eles que estarão lá, no fim do túnel, com a lanterna na mão. São eles que estarão lá, com a taça em pé para fazer o brinde de cada pequena conquista. Para a sua família, não importa se você é inteligente ou burro, bonito ou feio, magro ou gordo, sensível ou grosseiro, rico ou pobre. Para eles, o que importa é que você é simplesmente você. E isso basta.
O AMOR DE VERDADE VEM DE GRAÇA!
Se você se coloca na posição de quem tem que pedir, insistir, provar que merece, algo não está funcionando. Então, comece a deixar que os outros não a amem se não quiserem. Isso pode causar tristeza, mas não provocará tensão, compulsão, obsessão ou cobrança. Onde existe tudo isso, não há amor.
Onde a verdade e onde a mentira dos sentimentos? Seria a bela Capitu, com seus olhos de cigana oblíqua e dissimulada, uma adúltera? Teria fundamento o ciúme que corrói a alma de Bentinho?
Essa é a coisa engraçada sobre a verdade... Ela geralmente aparece
Se você não quer saber a verdade, faça como eu, não pergunte. Apenas abra caminho, sorria e aguente o tranco.
(Não pode ser verdade)
O TUDO
(poeminha da pior verdade)
No Brasil peitudo
Que falta quase tudo
Tem-se também de tudo...
Contudo, falta o tudo
Que é a qualidade do estudo...
Para jovens, adultos e crianças
Sobretudo...
“Só me resta-ra ele, até mesmo quando duvidei dele, até mesmo quando eu o feri, ele foi verdadeiro”.
Quando parece mentira, é porque é verdade. Os filmes, os livros e as músicas são fruto da imaginação humana, retratos de realidades criadas dentro da nossa cabeça, simulações às vezes utópicas da vida 'como deveria ser'. Pensando assim, a gente se acostuma a achar que, para sermos felizes, temos que aceitar essas mentiras e fazê-las verdades genuínas. Os mais sábios, inclusive, dão-se por satisfeitos ao resignarem-se com a idéia de que a ignorância é pré-requisito pra felicidade e que, como 'seres superiores' que são, não se vêem passíveis de serem acometidos por esse sentimento, mesmo sabendo que ele está por aí, em todo lugar.
Está nos filmes, nos livros e nas músicas, mas não está dentro de nós. A gente lê e relê mil vezes, assiste, grava e revê, ouve a música em volumes ensurdecedores na vã tentativa de capturar esse sentimento, nem que seja por alguns segundos, nem que seja só um pouquinho. E quando parecemos estar sentindo, nosso mecanismo de auto-defesa programa-se para fazer com que a gente ache que tudo aquilo não passa de um placebo para uma doença da alma. Uma doença sem cura.
Aí, há uns 4 ou 5 meses atrás, eu, que sempre fui sábia, cética e conformada com a finitude do amor, com os limites do que se sente e ávida defensora do individualismo, vi tudo mudar perante os meus olhos. E não estava na TV, no papel, nem no meu aparelho de som. E, definitivamente, não é de mentira. Tão verdade é que hoje eu vejo tudo diferente, pois não tenho mais cortinas na frente dos olhos.
Hoje eu vejo que os filmes, os livros e as músicas não estão aí por acaso. Eles são manifestações concretas de momentos em que o homem conectou-se com o divino, que paira no ar, mas é invisível aos olhos. São fragmentos de pequenos milagres operados por mãos trêmulas, imperfeitas e pecadoras. São imagens de um destino do qual a gente precisa estar em constante procura, até o fim dos nossos dias.
Digo isso porque eu encontrei o meu.
Quando aparecer no mundo um gênio de verdade será reconhecido com facilidade, poi todos se unirão contra ele.
Eles não concordavam em muita coisa. Na verdade, eles não concordam em nada. Eles brigavam o tempo todo e desafiaram-se mutuamente dia de sempre. Mas, apesar de suas diferenças, eles tinham uma coisa importante em comum. Eles eram loucos um pelo outro.
Sofremos pelo que não temos, e muitas vezes, pelo que acreditamos que era nosso, mas na verdade nunca foi!
