Verdade
Quem veio primeiro: o ovo ou a galinha?
Na verdade, a pergunta precisa ser refeita.
Depois da palavra de Deus — 'haja vida' — o que veio primeiro, o ovo ou a galinha?
Com Deus, tanto a origem quanto a continuidade da vida são parte do mesmo milagre. Nele, tudo é possível
E foi quando você observou de longe
Que entendeu a verdade
O mundo mudou
E passou a se olhar, de perto
E não gostou mais do que viu de longe
Mas aprendeu a amar o que viu em si
Esse raciocínio abre uma trilha curiosa: talvez o maior poder da religião nunca tenha sido a verdade, mas a narrativa. E narrativas, quando bem contadas, sobrevivem até às próprias contradições, pois mentiras ou narrativas mentirosas quando contadas ou ditas mil vezes acabam viram verdade.
O calado nunca vence nada,
a verdade é que o calado morre, desaparece e ninguém lembra
mais dele, porque ele nunca
chamava a atenção, sofria em
profundo silêncio...
Se você pratica uma coisa muito tempo, fica bom naquilo.
Mentira repetida demais parece verdade.
Todo mundo tem as suas…
Mas você é só desculpa travestida de inocência.
Uma fraude andando de pé.
E quem olha de fora enxerga fácil o tipo de gente que é você.
Tudo que se pratica, aperfeiçoa.
Até a mentira, quando repetida, veste a capa da verdade.
Todos nós carregamos fraquezas, é humano.
Mas você transformou a desculpa em arte,
a fraude em estilo de vida.
Quem sabe olhar, enxerga. Quem sabe sentir, entende.
Não importa o quanto você se considere preparado. Só vai aprender a ser policial, de verdade, com constante aprimoramento teórico e prático.
O mundo anda apressado.
Os corações, rasos.
O amor — aquele de verdade — parece ter sido esquecido na última gaveta da humanidade.
Uma falsa verdade pode destruir
vidas e alterar destinos, enquanto a
mentira corrói a alma, levando à morte.
APARECIDA
Eu vou contar a história
Que o meu compadre contou
Eu não sei se é verdade
Ou foi ele que sonhou
Na província de São Paulo
Lá pras bandas do interior
Tinha um rico fazendeiro
Só que era malfeitor
Além da grande fazenda
Era um grande escravagista
Tinha uma bela escrava
Pivô da sua conquista
Por não ceder seus caprichos
O homem tirano e frio
Mandou cortar-lhe a cabeça
E jogar dentro do rio
O corpo da bela escrava
Dentro do rio afundou
Com a friagem da água
Seu corpo petrificou
Foi descendo rio abaixo
E numa curva parou
Até que um dia caiu
Na rede de um pescador
Foi aí que os escravos
Aquela gente sofrida
Construíram uma capela
Pra aquela imagem querida
Onde fazia orações
Ao Eterno Deus da vida
Pois aquela bela escrava
Se chamava Aparecida
Francisco Garbosi
No jardim calmo da minha saudade,
brotou teu nome feito flor na noite,
perfume doce, pura verdade,
luz que me guia, amor que me acoite.
Teu riso é fonte, teu toque é chama,
tua voz embala minha vontade,
é vento leve que sopra e chama
minha alma pra tua eternidade.
Se o tempo ousar querer nos levar,
eu cravo tuas mãos nas minhas, forte,
pra juntos rirmos do medo e do mar
e navegarmos contra toda sorte.
Sapekinha minha, céu e luar,
te amo além do que sonha a morte.
Deus conhece meu coração e minha verdade.
Mesmo quando outros duvidam,
confio que Ele defende os que agem com retidão
e revela a verdade no tempo certo.
Salmos 37:6
1 Samuel 16:7
Provérbios 21:15
Sou o último escritor que não usa i.a. meus trabalhos estão em manuscritos datados. A verdade é que sou disléxico.
“O pecado nos mantém acorrentados ao próprio ego, incapazes de amar de verdade. Só em Cristo encontramos força para quebrar essas prisões internas.”
Quem você é de verdade? já parou pra fazer umaautoanálise? esse é o maior presente que alguém pode se dá, a autoanálise, garanto que será a melhor aventura da sua vida.
MEMENTO MORI
Pensamos que a sombra se aproxima, Mas, na verdade, ela já nos envolve. O tempo que escorreu, não nos pertence mais, É da sombra, que tudo recolhe.
Os anos que respiramos, já se foram, Até quem éramos ontem, já se desfez. A vida autêntica é o presente que abraçamos, É o agora, o instante que vivemos de vez.
“Memento mori”, sussurravam os sábios antigos, Não só um lembrete da brevidade da vida, Mas que estamos desvanecendo, dia após dia, E o passado, nas mãos da sombra, jaz escondida.
Esqueça o que foi, o que já se perdeu, O passado não vive, não mais nos molda. Olhe adiante, viva o agora com paixão, Pois só no presente reside a verdadeira canção.
Roberval Pedro Culpi
