Vencemos mais uma

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"Eu estava pensando em como nada dura, e como isso é uma pena."

Dê uma arma a um homem e ele pode roubar um banco; dê um banco a um homem e ele pode roubar o mundo.

era uma
vez,
uma princesa
que nasceu das cinzas
que seus amores-dragão
fizeram dela
&
se
coroou
a
rainha de
si mesma.

Uma menina sorridente sem nenhuma rispidez em seu olhar
Serena, o fundo de teus olhos fazia meu sol brilhar outrora
Seu semblante celeste não sugeria que ia me entrevistar
Saudando-me tão só naquela inesquecível breve hora.

Minha aflição transformou-se numa singela confusão
Estava à prova, mas com estranheza não me sentia inconstante
Um anjo poderia bem ter-me dito que ouvia a voz do coração
A minha inquietude assistia a cada indescritível instante.

Todos são ótimos e a decisão é difícil, alegava sem ser veemente
Situação que pode dar alento, mas ao mesmo tempo desanima
Mas ter te conhecido simplesmente já me faria por contente
E hoje ilustro este sentimento em cada humilde rima.

Termino o meu soneto esperando soltar-te um riso
E o teu mais belo, autêntico e gentil sorriso.



Poema que Ernesto fez para uma boa amiga.

Cada manhã é um recomeço, uma espera. Mas não me canso. Vale a pena acreditar.

Adoro beijo roubado, a barba por fazer, uma química de enlouquecer e aquele sorriso que faz tanto te querer.

você não é uma flor
você é toda uma floresta
bonita
incomum
imensa
inesperada

Quando ela era apenas uma garota ela esperava o mundo. Mas ele vôou fora de seu alcance, então ela fugiu em seu sono. E sonhava com o paraíso, toda vez que ela fechava os olhos.

É claro que o amor tem uma explicação. E aposto que é uma bem idiota.

"A sensibilidade de uma alma é pura é radiante, e este efeito, mesmo invisível aos olhos, se faz sentir num coração transbordante de carisma e simpatia que a todos contagiam."

Quando você deseja muito uma coisa, tem que ousar e esgotar todos os recursos

Solidão é uma ilha com saudades de barco... Abandono é quando o barco parte e você fica...

Sinto um vazio imenso dentro de mim. Estou perdida nesse precipício escuro em busca de uma luz, de uma solucão. Estou procurando você.

Quando uma pessoa fica longe muito tempo, você começa a guardar na memória todas as coisas que quer contar. Tenta manter tudo organizado na cabeça. Mas é como tentar segurar um punhado de areia: os grãos mais finos escapam da mão, e, de repente, você só está segurando ar e grita. É por isso que não se pode tentar guardar tudo assim.

Conhecer uma pessoa como você é ter a certeza que a vida vale a pena.

Desejo a você passaros na primavera
Para dar ao seu coração uma canção para cantar
Te desejo saude
E mais do que riqueza
Eu te desejo amor

Meu coração partido e eu concordamos
Que você e eu nunca poderiamos ficar juntos
Então com o meu melhor
O melhor de mim
Eu te deixo livre

Te desejo um abrigo na tempestade
Eum fogo pra te manter quente
E mais do que tudo
Quando a neve cair
Eu te desejo amor

VIVÊNCIA

É quando a vida nos ensina
Uma “nova” lição
Em cada velha esquina.

Eu sustento que a Verdade é uma terra sem caminho, e que dela não vos podeis aproximar, por qualquer caminho, de qualquer tipo, por qualquer religião, por qualquer seita. Este é o meu ponto de vista, e eu atenho-me a isso. A Verdade, sendo ilimitada, incondicionada, inacessível, por qualquer caminho, não pode ser organizada; nem deveria qualquer organização ser formada para liderar ou coagir as pessoas por qualquer tipo de caminho particular. Se entenderdes isto, então sabereis quão impossível é organizar uma crença. Uma crença é, puramente, uma questão individual, e não podeis nem deveis organizá-la. Se isso fizerdes, ela torna-se morta, cristalizada; torna-se um credo, uma seita, uma religião a ser imposta a outros.

Amor é uma injustiça, minha filha.
Uma monstruosidade.
Você mentirá várias vezes que nunca amará ele de novo e sempre amará, absolutamente porque não tem nenhum controle sobre o amor.

Crepúsculo de Outono

O crepúsculo cai, manso como uma bênção.
Dir-se-á que o rio chora a prisão de seu leito...
As grandes mãos da sombra evangélicas pensam
As feridas que a vida abriu em cada peito.

O outono amarelece e despoja os lariços.
Um corvo passa e grasna, e deixa esparso no ar
O terror augural de encantos e feitiços.
As flores morrem. Toda a relva entra a murchar.

Os pinheiros porém viçam, e serão breve
Todo o verde que a vista espairecendo vejas,
Mais negros sobre a alvura unânime da neve,
Altos e espirituais como flechas de igrejas.

Um sino plange. A sua voz ritma o murmúrio
Do rio, e isso parece a voz da solidão.
E essa voz enche o vale... o horizonte purpúreo...
Consoladora como um divino perdão.

O sol fundiu a neve. A folhagem vermelha
Reponta. Apenas há, nos barrancos retortos,
Flocos, que a luz do poente extática semelha
A um rebanho infeliz de cordeirinhos mortos.

A sombra casa os sons numa grave harmonia.
E tamanha esperança e uma tão grande paz
Avultam do clarão que cinge a serrania,
Como se houvesse aurora e o mar cantando atrás.

Manuel Bandeira
BANDEIRA, M. A Cinza das Horas, 1917