Vem
Precisamos entender que nada vem sem um significado. Os mistérios só serão revelados quando entendermos que precisamos nos conectar internamente.
Nem sempre a vida nos agracia com os planos e planejamentos que almejamos. Muitas vezes vem com um temporal de tropeços e um vendaval de lutas.
Pessoas vem e vão. O importante é assegurar que: as que vão deixam um gostinho de saudade ou o amargo sabor de “que bom que se foram”. As que ficam, ficam porque a vida nos presenteou e com certeza deixam aquele ar de “que bom que estão aqui”. Pessoas machucam ou curam, amam ou odeiam, depende da situação e da nossa aceitação.
Sempre haverá esperança. Basta ter força e coragem de seguir em frente. Nada vem de graça. Precisamos abrir a porta e entrar.
Geralmente, não estamos preparados para enfrentar certos “nãos”. E quando um “não” vem ao nosso encontro, nos frustramos. Por que isto acontece? Porque esquecemos de que as inconstâncias da vida fazem parte de todo o processo. Esquecemos de que nada é nosso. Tudo tem um prazo de validade.
A felicidade do próximo deverá ser a nossa felicidade também. É uma troca, um reflexo, um vai e vem; como um espelho quando reflete na nossa alma.
O que vem com a profundidade e a leveza do espírito permanece. O que vem sem uma definição, esvaia pelos ralos ocultos sem que nada e ninguém consiga segurar.
No amor sou egoísta. Quero o inteiro, o sensato, o perspicaz, o maduro, o ilimitado. No amor ou vem completo ou nada feito. O superficial não está no meu dicionário. Quero o vendaval, a calmaria, o grito, a paz, o escuro, o claro, o manso, o cruel, o limitado e o ilimitado, tudo ao mesmo tempo. Quero o equilíbrio de todos os pesos da balança. Afinal, metade não me satisfaz. Sou inteira por dentro e por fora. Sou inteira até dentro de outra metade, esperando para formar o inteiro e manter o equilíbrio das massas do universo. Portanto, não me venhas com metades, traga consigo os complementos, para formarmos o total...
Tudo o que estou passando, vem de um período considerável crítico e que pensei que tivesse superado. Estou lutando bravamente para me livrar e tentar viver uma nova vida.
Um oi de mim
é um oi só de mim.
É só um oi daqui.
Já um oi de lá,
vem com outro ar,
é oi igual,
mas tá mais pra olá
O livro é onde a letra vem atrevida,
ela surge dançando de mãos dadas,
cria seu próprio sentido pra vida,
e se imagina em belas palavras.
Que tipo de dor é essa que vem e vai,deixando um vazio e uma sensação dolorosa?Perder algo que amamos é a causa de tal dor.
