Velas
Mil velas iluminará na escuridão, mas uma vela ainda terá seu brilho! Pois as trevas não se misturam a luz.
Às vezes não enxergamos coisas novas porque estamos muito acostumados a vê-las como costumava ser.
Quando eu morrer, não quero choro nem velas; Quando eu morrer quero flores amarela, shot de Tequila, e piadas que eu não entendería.
Quando eu morrer quero em minha lapide " viajou muito, é agora fez sua última parada".
Tu és o vento em minhas velas ❤️
Nas águas calmas repousei sereno e imóvel,
Até teu vento forte, agitado, se revelar.
Em minhas velas, teu impulso sentirei,
Juntos, navegaremos por mares a desbravar.
Para além do alcance de olhos, nosso destino se expande,
Promessas e sonhos suaves além da vista a contemplar.
Mas tempestades virão, nosso desafio encontrar,
No alto mar, sem estrelas, juntos iremos enfrentar.
Mas em nossa jornada, a calma reencontrará,
E ao nosso redor, com o Rei a nos guiar, reinará.
Queimei velas aos deuses, clamando fervor,
Desfiei a lua, em lágrimas, sem cessar,
Lancei às estrelas meu grito de dor,
Para que teu amor pudesse me alcançar.
“Do topo da escadaria em caracol, observava a atenção dela naquela leitura!!!
Até as velas acesas no candelabro ao chão, pareciam cansadas, mas os olhos seus, devoravam cada livro daqueles...um amontoado ao outro, como se colecionasse prazer e encanto, pelos romances e os contos!!!
Sua roupa de dormir sequer amassara, posto que ela, estática...continuava a virar página por página, absorvida e ávida pela história e tudo que dali extrairia!!!
Com o passar das horas, os pássaros lentamente iam despertando e o cantarolar deles, lá no jardim anunciavam que já era quase dia!!! Assim perdurava a rotina sua de todas as noites...como se vagalume fosse, de luz muito intensa e iluminasse sua mente, recriando um cenário sempre novo pra deleitar-se na boa leitura ...deixando o vagar da imaginação fluir os sonhos mais secretos do seu coração!”
Silvânia Alves Saffhill✨
Fecho os meus olhos, parece que saio do chão
Barcos a velas, mulheres tão belas
O mar todo azul, emoldurando a aquarela
Como se estivesse nas nuvens a contemplar a visão...
Rio, você, minha eterna paixão!
A cultura é o vento que alarga as velas da mente, para que ela não se encoste às margens de uma vida pequena.
Estou Aterrorizado:
Quebrado, como um brinquedo sem roda,
Como um navio à deriva, sem velas,
Sou como um pássaro com asas partidas,
Incapaz de alçar voo, preso ao chão.
Não sei quando me quebrei,
Mas sinto a ausência de uma peça,
Uma rachadura que conheço tão bem,
Como a tartaruga sabe o caminho
De volta à praia que a viu nascer.
Sei onde dói, onde está o rompimento,
Mas não possuo as ferramentas, nem a habilidade,
Para devolver o que se partiu em mim.
Como reparar um coração ferido?
Sinto o frio tomando meus ossos,
Congelando minhas veias,
A cada dia mais gelado,
Distante do calor que me falta.
Como ser quente, se o que me machucou
Agora me causa medo?
Meu coração dispara,
Meu estômago se revira,
E a doença do medo me envolve.
Sei onde está a dor,
Mas temo a cura,
Pois receio que, ao sanar,
Outro alguém virá,
E a ferida será ainda mais profunda.
Estou aterrorizado.
"Emoções são ventos; ou você ajusta suas velas, ou será levado pela tempestade. O equilíbrio interno é o rumo que nos conduz à calma."
“É também Ingratidão, esquecer-se daqueles que acenderam suas velas quando alguma vez a escuridão tomou conta de nós.”
A boa consciência do líder é como um barco e a sua fé como as velas que ao soprar do vento consegue conduzir o barco. Rejeitar esses dois princípios comete naufrágio.
José Guaracir
Nos ventos da adversidade, os heróis erguem suas velas e desafiam o horizonte, escrevendo o destino com as letras da coragem.
O AUTISMO é como um vento inesperado que nos leva a novos horizontes, nos ensina a ajustar as velas da vida, a apreciar a profundidade e a navegar com coração aberto depois de uma longa travessia!
A missa
Na sombra do luto, a missa ecoa,
O eco dos cânticos, a dor que voa.
Nas velas acesas, a luz que chora,
Ecos de lembranças, memórias que afloram.
Os defuntos repousam, em paz ou tormento,
Na terra que os acolhe, no último momento.
Sob o manto da noite, seu descanso é eterno, na memória o terno.
Lágrimas vertidas, em prece e saudade,
Nas almas que se despedem, na última verdade.
Entre suspiros e sussurros, a despedida se faz,
Enquanto no céu estrelas brilham, num eterno compaz.
Na missa dos defuntos, o adeus se entrelaça,
Entre lágrimas e rezas, a esperança abraça.
Que seus espíritos encontrem o caminho,
E que a luz da eternidade os guie, sem destino.
Assim na memória, os defuntos se eternizam,
Em cada verso, em cada prece, eles renascem.
Que suas almas descansem, num sono profundo.
