Veio e Passou como um Cometa
Tanta coisa para fazer, criar, elaborar e as pessoas paralisam como se não houvesse mais nada a fazer.
Dias como esse me faz sentir que as coisas são como se nunca tivessem sido. Você partiu meu coração em mil pedaços. O universo ganhou alguém para chamar de seu. E eu perdi quem eu mais amava.
Trouxe minha afilhada para Aracaju. Reaprendendo a cuidar de uma vida nova. Como é bom meu Deus ter uma nova oportunidade de errar menos.
(lembrança do facebook, 2020)
É incrível como a pessoa é julgada e condenada por aqueles que não tem a mínima ideia das coisas que tem que suportar dentro da própria casa.
Sorriso no rosto e coração dilacerado. Quantas vezes o rosto não mostra como está o coração.
(lembranças do facebook de 2020)
Horrível assistir pessoas tendo pena de si mesmas todos os dias e postar vídeos se vitimizando, como se isso fosse mudar algum dissabor de suas vidas.
Assisti o filme: O amor vem devagar. E me perguntei: Onde estão todos os homens de bem como nesse filme? Homens provedores, responsáveis, que cuidavam e amavam suas mulheres e filhos. Homens que não pensavam em abandonar suas famílias.
A dor alheia não pede vencedores, pede consciência. Quem usa o sofrimento como escada esqueceu que a empatia não eleva o ego, mas o espírito.
No mundo contemporâneo, é intrigante observar como discutimos incessantemente sobre diversidade, inclusão e justiça social. Essas temáticas têm sido constantemente debatidas em todas as esferas da sociedade, desde os meios acadêmicos até os espaços de convívio cotidiano. No entanto, é preocupante constatar que mesmo dentro dessa pauta da inclusão, há uma exclusão flagrante de certos grupos, como se a discussão seletiva fosse a regra.
Um exemplo gritante dessa omissão reside no tema do envelhecimento. Enquanto a sociedade moderna se desdobra em esforços para garantir a igualdade de oportunidades a todos os indivíduos, independente de raça, gênero ou orientação sexual, pouco se fala sobre as dificuldades enfrentadas pelos idosos. Parece que, à medida que envelhecemos, nos tornamos invisíveis, relegados a segundo plano, como se não fossemos mais parte integrante da sociedade. O processo natural do envelhecimento é um fenômeno temido e ignorado, quando deveria ser abraçado e compreendido em toda a sua complexidade.
Além disso, a questão dos deficientes é outra área negligenciada na busca pela inclusão. Embora a sociedade se orgulhe de sua evolução em relação à aceitação de pessoas com deficiência, é inegável que ainda existem enormes obstáculos a serem superados. O acesso físico a espaços públicos e privados, a inclusão educacional e a oportunidade de emprego ainda são desafios que muitos deficientes enfrentam diariamente. É preocupante como a sociedade muitas vezes os esquece, relegando-os a uma condição de invisibilidade social.
Essas exclusões dentro da pauta da inclusão nos levam a questionar a sinceridade das discussões em torno desses temas. Será que estamos genuinamente comprometidos com a construção de uma sociedade justa e inclusiva? Ou será que estamos apenas buscando respostas fáceis e soluções convenientes, negligenciando aqueles cujas vozes são abafadas?
Talvez seja hora de refletirmos sobre o verdadeiro significado da inclusão e da diversidade. Precisamos ampliar nossos horizontes e abordar todas as formas de exclusão, independentemente de idade, capacidade ou qualquer outra característica. Somente assim poderemos criar uma sociedade verdadeiramente inclusiva, onde todos os indivíduos sejam valorizados e respeitados.
É necessário quebrar os paradigmas e superar as limitações que nos impedem de enxergar a realidade de forma ampla. Devemos nos esforçar para incluir todas as vozes marginalizadas, independentemente de sua situação particular. Somente quando olharmos para além das aparências e das conveniências é que poderemos avançar em direção a uma sociedade que genuinamente abraça a diversidade e promove a justiça social.
Portanto, é chegada a hora de reconhecermos essas exclusões dentro da pauta da inclusão e trabalhar incansavelmente para corrigi-las. Somente quando todos os grupos marginalizados forem verdadeiramente considerados, teremos a chance de construir um futuro mais justo e igual
"Nesta era de vitimização, o orgulho masculino é carregar a inércia como troféu e se afogar em autocomiseração."
O tempo é como a traça e a ferrugem. Que corroem a sabedoria, a amizade e o amor; Quando o ser é covarde.
As vezes é preciso ter força e coragem para aceitar as mudanças como uma oportunidade para poder ficar bem.
Eu expus tudo que sentia por você.
A falta que me fazia como água no Sáara.
Dos desejos intensos, quentes que me consumia em silêncio entre dunas em noites gélidas.
Você mirava-me, mas não esboçava nenhuma reação.
Eu me vi tendo que competir com o desértico seco do seu ego.
Você apenas permaneceu aí, mirando-me enquanto eu me consumia.
Tive esperanças de que minhas miragens fossem reais.
Mas você permaneceu aí, estático.
Vendo-me consumir e desaparecer como poeira no deserto.
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