Veio e Passou como um Cometa

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A história da humanidade é o relato de como trocamos a liberdade pela segurança de sermos escravos bem alimentados.

O inferno não assusta; o que assusta é perceber que muita gente age como se estivesse tentando administrá-lo na Terra.

A vida não tem manual, mas cobra como se tivesse.

Deus é o cadáver de uma estrela que ainda insistimos em usar como bússola.

Entre nascer e morrer, o que mais importa é como escolhemos vivenciar esse intervalo.

O humanista não nega a morte, ele a usa como motivo para intensificar tudo que faz sentido enquanto vive.

Sou o universo em colapso, querendo o infinito, carregando o amor como uma supernova.

Amor surge do caos como uma faísca em pólvora seca, incendiando almas que outrora congelavam no gelo do desespero solitário.

Corrupção rasteja pelas veias do poder como veneno lento, transformando líderes em marionetes podres que dançam para o ouro sujo.

Liberdade explode correntes invisíveis como dinamite em minas abandonadas, libertando mentes que sufocavam no ar viciado da obediência cega.

Escrita jorra como sangue de feridas abertas, curando o escritor enquanto infecta leitores com verdades que queimam como ácido na pele.

A arte detona como terremotos criativos, rachando fundações de monotonia rígida.

Enquanto conservadores cristãos policiam a moral alheia como se fosse salvação, a miséria, a saúde e a educação apodrecem no canto, porque cuidar de gente nunca deu tanto prazer quanto vigiar corpos.

Como fazer filosofia agora, quando até o desprezo perdeu sua força criativa?

Como condição psicológica, o niilismo é pessimismo

A oferta de vida eterna soa mais como uma sentença de prisão perpétua no vazio; não encontro tortura maior do que a ideia de passar a eternidade bajulando um tirano narcisista cujo único desejo é a adulação infinita de quem ele mesmo oprime. A promessa de vida eterna do cristianismo é o mesmo que ser condenado ao inferno; se o cristianismo fosse real, eu gostaria de ser absolutamente destruído.

⁠No vazio caótico do niilismo, o amor emerge como uma alucinação selvagem, quase incapaz de se sustentar, mas persistente o suficiente para desafiar a insignificância, transformando o desespero numa esperança arrogante que devora o nada.

O fanatismo é a prova viva de que a fé falhou como virtude moral.

Como alguém pode provar que ama o mundo inteiro? É impossível. Essa universalização CRISTÃ forçada estraga o conceito: se sou obrigado a amar meu inimigo da mesma forma que amo meu irmão, então esse amor não vale absolutamente nada!

Se o corpo humano é perfeito, então por que existe tanta gente que não usa o cérebro? Como, por exemplo, os crentes, os direitistas e os terraplanistas.