Veio e Passou como um Cometa
Novo mês, que as bênçãos floresçam como jardins ao amanhecer. Que a luz divina toque cada sonho, renove a fé e espalhe amor em cada passo. Que a alma se encha de esperança e o coração dance em gratidão.
Quando você se preocupa demais, aquele que não está nem aí monta em cima. Como diz o ditado popular "deixa a merda feder", em vez de você perder sua paz querendo fazer mais que suas possibilidades.
Rosa Branca
Como uma linda rosa-branca você exala a calmaria. Tudo em você remete à brandura, delicadeza, ternura e, as vezes, momentos de euforia.
Com uma rosa, devemos ter afeição. Devemos preservá-la, respeitá-la, para não causar nela um arranhão.
A rosa-branca é charmosa, de maneira sútil, ela lhe deixa deslumbrado com a sua aparência meticulosa.
Gostaria que todos compreendesse sua exatidão. Sendo meiga, você consegue o apreço do mais belo coração.
Não deixe ceifar-te. Tu és uma linda rosa-branca, lembre-se da sua ternura e, principalmente, da esperança.
— Lorenzo Almeida (2024).
Como Uma Rosa
Como uma rosa, ela tem suas camadas
Das mais puras, às mais perigosas
Tem seu lado sensível, seu lado obscuro e,
tem seu lado irresistível.
Como uma rosa, você deve cuida-lá
amá-la, servi-lá.
Como uma rosa, ela tem seu lado obscuro;
pode sangrar-te, perfurar-te.
Assim como uma flecha em seu coração.
Como uma rosa, todos a notam, mas, nem todos
a tocam como notas de um piano.
Como uma rosa, ela tem suas profundidades,
nem todos alcançam esta preciosidade.
Como uma rosa, ela marca-te, na pele, no cheiro,
na memória, marca-te tua alma.
Como uma rosa, ela é a mais bela de todas as outras, sendo ela, a mais formosa.
— Lorenzo Almeida.
Viva o presente sempre com expectativas e otimismo no futuro como de alquém que sonhar com aquilo que pra muitos é impossível,,
Como ter paz se o desânimo, o cansaço, a dor, a incompreensão, a falta de aceitação, pouco tempo e a ansiedade vêm à tona?
Parasita
Essa história é uma que não começa: ela já está no meio. É como uma ampulheta que girou e parou na metade do tempo. Certa vez, uma menina descobriu três coisas: um parasita, uma amizade e uma cobra. Os três estavam dentro dela.
A amizade respondeu para ela da seguinte maneira:
"O parasita que está com você é mais leve que o meu."
A amizade guiou a menina até a suposta cura, em um rio, e disse:
"Esse rio é o fluxo da vida. Se há cura para um parasita, está nele."
O amigo evaporou, deixando-a sozinha. Ela entrou no rio, onde foi puxada. O parasita estava no coração da menina — e era mortal. Ele puxou o coração da garota e emergiu como uma cobra.
Depois dessa descoberta, a história voltou ao início, e ela fez sua última descoberta: aquele parasita só consumia meninas cuja história não tinha início — apenas meio e fim.
Ellen De 🌷
Nunca perca a fé diante das adversidades, pois somos amados pelo senhor como pessoas únicas e individuais aos olhos dele, mas que possamos nos banhar em amor coletivo.
Como é ruim estar de segunda pessoa na vida de alguém que tanto amamos, não importa o que façamos, nunca seremos vistos e nem alugaremos nem sequer um espaço no coração dela.
É curioso como podemos nos investir tanto em alguém que admiramos, sem receber o mesmo retorno. A frustração e o desânimo podem ser esmagadores quando percebemos que nosso entusiasmo não é correspondido. É como se estivéssemos gritando em um vazio, sem eco, sem resposta.
Mas, talvez seja hora de refletir sobre o que essa admiração diz sobre nós mesmos. O que é que nos atrai tanto nessa pessoa? É o que ela representa? É o que ela alcança? Ou é algo mais profundo?
Não é fácil admitir, mas às vezes precisamos nos afastar dessas pessoas para nos reconectar conosco mesmo. Para lembrar que nossa autoestima e nosso valor não dependem da validação de ninguém. Que podemos brilhar por conta própria, sem precisar de alguém para nos iluminar.
A distância pode ser necessária para que possamos redescobrir nosso próprio brilho, nossa própria voz. E quem sabe, talvez encontremos novas pessoas que nos vejam, que nos ouçam e que nos valorizem pelo que somos.
A borboleta e o lirio
O lírio ergue-se, altivo,
como templo branco no jardim das eras.
Enraizado no mistério,
não se curva ao vento,
não se rende ao efêmero.
A borboleta o busca,
peregrina das auroras,
traz no voo a lembrança dos mundos,
na cor das asas —
o sopro das almas que já se amaram.
Ela pousa,
e em silêncio o universo desperta:
pétala e asa não se tocam apenas,
se reconhecem.
É a paixão que não se mede em carne,
mas em eternidade.
O lírio permanece,
irredutível em sua pureza,
e a borboleta dança,
abandonando o tempo a cada batida de asa.
São diferentes como raiz e vento,
mas unidos como chama e oxigênio.
Na eternidade, não há fronteira.
O amor deles não é desta vida —
é um cântico gravado na alma do cosmos,
onde o lírio espera,
e a borboleta retorna,
sempre, sempre.
MANUAL DE SOBREVIVÊNCIA
Acordar.
Vestir o corpo como se fosse armadura.
Engolir o tempo com gosto de ferrugem.
Fingir que há sentido na estrutura.
Trabalhar.
Ser útil, mesmo sem querer.
Ser peça, mesmo sem encaixe.
Ser silêncio, mesmo ao sofrer.
Não pensar.
Pensar dói mais que o turno.
Pensar é lembrar que não há futuro.
Pensar é ver que tudo é muro.
Sobreviver.
Não por escolha, mas por falta de opção.
Não por sonho, mas por obrigação.
Não por vida, mas por função.
Jerónimo Cesarina
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