Veio e Passou como um Cometa

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A moda é um anseio de ser diferente como todo mundo.

VOCÊ PODE VENCER NA VIDA SENDO HUMILDE: São Francisco de Assis é amplamente reconhecido como um modelo de humildade, pobreza e amor a Deus e aos irmãos. Ele renunciou a riquezas e honras para viver uma vida simples, servindo aos pobres e doentes. Sua humildade era tão profunda que ele se considerava indigno de qualquer mérito, buscando sempre a vontade de Deus em todas as coisas.

Hoje eu vejo a igreja muito mais como um trabalho da minha humanidade do que da minha espiritualidade. Porque, sinceramente, me conecto muito com Deus quando estou sozinha, na minha casa, orando e falando com Ele de forma espontânea. Mas ir ao templo religioso me ajuda a olhar mais pro outro, exercitar humildade e viver a fé de forma mais coletiva.


Alexsándra Duárte

✍🏻Cada um é o que É, de acordo com o que a vida lhe ofereceu como alicerce e oferece como construção inconcluída.
♾️🌺🪷🌀🌈

Com a voz doce, um olhar dominante! mostra-se marrenta como uma leoa! Tem a beleza imponente da primavera e delicadeza da flor mais bela !

Seja como for
Um dia após outro
Estarás na plataforma
Linda e carismática
Entre os que trabalham
Nesta agência Banrisul.

"Não quero ser celebrado como gênio; mas como um mero escritor que acredita na humanidade,"


(Osman Matos, séc. XXI)

"O homem não nasce como um livro em branco; o nascimento e suas circunstâncias já lhe escrevem o primeiro capítulo."


(Osman Matos, séc. XXI)

Às vezes a nossa vida vira palco de um entretenimento. Como um palco pra divertir as pessoas.

A pessoa idosa é vulnerável, é como uma criança que depende de um adulto para tudo.
É um ser frágil que não sabe se defender. Com certeza você deve ter tido uma infância difícil com seus pais, mas aqui se trata de humanidade. Não é sobre seus traumas.

O medo é uma emoção inerente ao ser humano, seja em intensidade baixa ou alta, atuando como um mecanismo de proteção que nos motiva a agir. Portanto, não se surpreenda ao experimentá-lo. O sinal de alerta deve ser acionado quando o medo deixar de ser sentido.

No peito, um quarto vazio,
paredes brancas esperando cor.
Não dói, mas lateja em silêncio,
como chão que pede passo.
Ontem vi que foste embora,
não em palavras, mas em ausência.
O vazio então se acendeu,
me pedindo dono, me pedindo vida.
Não vou preenchê-lo com sobras,
nem com migalhas de outros amores.
Vou preenchê-lo comigo:
minhas canções, minhas tintas,
meu riso fora de hora,
meu corpo que insiste em existir.
O vazio não será falta,
será território meu.
E onde era eco,
vai nascer voz.

Um homem que grita como se fosse dono do mundo,
mas é só eco vazio em peito profundo.
Grande no corpo, pequeno na alma,
carrega a força, mas não carrega calma.
Veste palavras de Deus como armadura,
mas nunca deixou que elas curassem sua própria fissura.
Usa o sagrado como palco e disfarce,
mas no silêncio é o ódio que ele abraça e reparte.
A verdade dele não é verdade...
é crença inflada pela própria vaidade.
Ele acredita, então impõe.
Ele impõe, então destrói.
Bruto no gesto,
agressivo no tom,
ignorante no modo de existir ...

acha que mandar é construir.
Quem não o conhece pode até acreditar,
mas quem já viu de perto sabe:
por trás da soberba existe medo,
e por trás do medo, um homem pequeno demais para amar.
E no fim, o que se diz não é ameaça, é fato:
sozinho ele volta...
porque ninguém suporta por muito tempo
o peso de um coração fechado e exato.
Ele traz o amargo no nome,
como se já tivesse nascido marcado,
como se o destino tivesse sussurrado:
“serás peso, não abrigo”.
Há homens que aprendem a amar.
Ele aprendeu a dominar.
Confunde respeito com medo,
confunde fé com discurso,
confunde força com excesso.
Ele não conversa... Ele impõe.
Não escuta... Interrompe.
Não sente... Reage.
O amargo não está só no nome,
está na forma de olhar,
no jeito de tocar que não acolhe,
no silêncio que antecede o ataque.
Há algo nele que sempre ameaça voltar...
Não por amor,
não por saudade,
mas por necessidade de controle.
E o mais duro de admitir?
Ele acredita na própria versão.
Se convenceu de que é justo,
de que é certo,
de que o mundo é que o provoca.
Mas quem carrega ódio como combustível
não constrói... Consome.
E no fim…
o amargo que ele espalha
é o mesmo que o corrói por dentro.
Porque ninguém vive em guerra constante
sem se tornar o próprio campo de batalha.

“Respirar pesa,
como se o ar tivesse memória.
E ainda assim eu fico,
carregando um silêncio
que só quer… paz.”

A definição de um amor épico:
Nascido no caos, temperado pela dor, mas resistente como aço. Um elo improvável que sobrevive porque foi forjado no calor da batalha, onde a alegria e a tristeza não são opostas, mas cúmplices.. Dançam juntas, costurando um vínculo que não quebra.

“La Vereda” soa como um convite a andar fora da estrada principal.
A vereda é o caminho íntimo, o desvio onde o vento cochicha e as árvores sabem teu nome.
É o espaço entre o destino e o acaso, entre o sol que queima e a sombra que alivia.

Ninguém me explicou como existir,
sem fingir calma, sem repetir.
Sou um mapa rabiscado que insiste em seguir.
Ninguém me ensinou como ser,
sem me perder, sem me esconder, sem me extinguir. Mas tô aqui inteira e torta,
com a dor batendo na porta.

Hoje me sinto como um fantasma.

Caminho entre as pessoas, respondo, acolho, escuto. Estou presente, mas parece que ninguém realmente me vê.

Ouço lamentos, desabafos, preocupações e pedidos. Sou porto para muitas tempestades, mas raramente encontro alguém que pare por um instante e pergunte: “E você? Como está?” ou “Como foi o seu dia?”.

Às vezes sinto que minha função é atender necessidades, preencher vazios, sustentar o que está ao redor. Mas, pouco a pouco, surge um cansaço silencioso. Como se tudo o que entrego atravessasse os outros sem deixar marcas. Como se o cuidado oferecido fosse recebido, mas a pessoa que o oferece permanecesse invisível.

E então me pergunto quanto de mim ainda resta para dar.

Talvez seja isso que os fantasmas sintam: estão ali, observam tudo, carregam histórias, afeto e presença, mas passam despercebidos pelos olhos de quem segue apressado.

Hoje me sinto assim.

Um fantasma.

Não por estar ausente, mas justamente por estar presente demais para todos e cada vez menos para alguém.

Sonhos suaves como um anelo arcano na introspectiva melancolia na aura de um espírito que se desvia de pensamentos inequívocos na alvorada do dia. São uma bruma cândida no âmago beneplácito do langor de um lago a se perder no remancear de cores quentes a se espraiar longamente. No deleite de um devaneio diletante que espreita a ponta do vento alvoroçado na dissonância efêmera de lânguidas begôneas que se estendem na luz solar a sonhar com vastos campos de papoulas coloridas. No enlevo escarlate de flores de antúrio esmaecido em salas escuras, cujo elísio é promessa de recompensa na terra. O fulgor de um campo de girassol resplandesce nas planícies incertas de nossas aspirações ocultas. E muito se diria de um inóspito solo em que florescem certezas ambivalentes a perder as lentes da retina, no inefável júbilo de alegrias expressivas que convidam a sorver a existência. Na lascívia lúgubre dos desejos impossíveis e por isso mesmo, muito mais desejáveis. É magnânimo nosso ser contradito que são um mísero abrigo de corações que não sabem mais arder na voluptuosa intercessão do agora urgente em pétalas de açucena alcançando o nirvana na terra vermelha de uma opulência insolente a se desmanchar em gotas suaves da madrugada. Pálidas rosas brancas ferem os dedos de sangue em seus espinhos inocentes. A plenitude terrestre vislumbra mares distantes. Sentir é preciso. Viver não é preciso no abismos que convidam. A profusão de grandes quimeras ardem em primaveras radiantes que enumeram flores no crepúsculo prístino de primazia em recôndidos pássaros que somem no horizonte. Meu rosto rubro falava de amor, mas minhas pálidas mãos mostravam sentimentos frágeis. E ressoavam cantigas antigas a perder de íris. O amor sereno se despedia soturno. E em vão as mãos buscavam um corpo que longe se exilava em outras ramagens. Solenemente acenei e na distância fui ignorada. Otimista pensei: Talvez em outra alvorada. Sigo sublime como um vagalume. E oscilo entre apagar e acender a luz, na vasta vereda de minha sina. Eis minha vida.

⁠Como a água que gotejando faz um furo na pedra, devemos ser persistentes.