Veio e Passou como um Cometa
“Ser uma pessoa fechada não quer dizer que sou um cara egoísta, apenas temos momentos que preferimos ficar sozinhos para refletir coisas vividas e tirar o melhor de tudo, mesmo que este “melhor” seja a pior coisa que nos aconteceu.”.
Você não vê o quão necessário é um mundo de dores e dificuldades para ensinar uma inteligência e torná-la uma alma?
O que faz ela ser quase um segredo é ser ela assim tão transparente, ela é livre e ser livre a faz brilhar. Ela é filha da Terra, Céu e Mar.
Há, então, dois princípios contrários, um bom e outro mau? Perguntaram os discípulos de Manés. Não, os dois princípios do equilíbrio universal não são contrários ainda que opostos em aparência, porque é uma sabedoria única a que opõe um ao outro.O bem está à direita, o mal à esquerda; porém a bondade suprema se acha acima de ambos e ela se servirá do mal para o triunfo do bem, e do bem para a reparação do mal.
Tenho em meu caráter um traço predominante que salta aos olhos de quem me conhece há algum tempo: é o conhecimento que tenho de mim mesma. Consigo fiscalizar-me e aos meus atos como se fosse uma estranha. Sou capaz de encarar a Anne de todos os dias sem preconceitos e sem fazer concessões, observando o que nela há de bom e de mau. Essa autocrítica me acompanha sempre, e, cada vez que falo alguma coisa, sei imediatamente se devia ter falado de outra maneira ou se estava bem assim. Há muita coisa que condeno em mim. Seria uma longa lista! Cada vez mais, reconheço a verdade que havia nas palavras de papai: "Toda criança tem que zelar pela própria educação". Aos pais cabe dar conselhos e indicar caminhos, mas a formação final do caráter de uma pessoa está em suas próprias mãos.
Um jovem viu nos livros uma escada de oblação.
E fez da leitura diária sua arma de libertação.
Para livrar os pobres dos tiranos de sua geração.
Que burlavam seus direitos sem a mínima oposição.
Este jovem verteu-se em um homem,culto e audacioso.
Fez do conhecimento, um baluarte honroso.
Para defender o povo, do opressor asqueroso.
(Para Lime)
Policia, Um Salto Muito Azarado - Cronicas Engraçadas e Textos Engraçados
O ladrão já estava preso há mais de cinco anos numa penitenciária do interior do Estado de São Paulo e, pela primeira vez, ele havia recebido a oportunidade de ficar em casa por conta do beneficio do indulto de páscoa.
Assim que o criminoso saiu da cadeia, ele resolveu viajar para uma pequena cidade do interior. Alí, não resistindo à tentação, na primeira oportunidade que ele teve roubou a carteira e o celular de uma garota.
Depois do roubo à moça começou a gritar muito alto pedindo socorro. Logo apareceu um policial para ajudá-la. Prontamente, o policial saiu em perseguição ao rapaz. Depois de correr atrás do gatuno por mais de quatro quarteirões o policial ficou muito impressionado com a atitude do esperto ladrão.
O Bandido, correndo em altíssima velocidade , estava fugindo do policial, assim que ele entrou numa rua ele viu um grande muro e, pensando ser a área de uma empresa ou outra propriedade qualquer, ele rapidamente escalou o paredão e saltou para o outro lado.
O policial, ao ver aquilo parou de correr imediatamente. Meio atônito e bastante surpreso com a atitude do picareta. O policial, ainda não acreditando no que estava acontecendo, foi até o portão daquela propriedade onde o marginal havia pulado para ver o que é que estava acontecendo lá dentro.
Ao chegar , a primeira coisa que o policial viu foi que o assaltante já havia sido completamente imobilizado por outro homem, que não por acaso, era outro policial, pois aquele ladrão pra lá de azarado, pra não dizer outra coisa, havia pulado justamente dentro do Batalhão da Policia Militar daquela pequena cidade do interior.
As pessoas dizem que não vamos dar certo porque somos muito diferentes, mais não se completa um quebra-cabeça com peças iguais.
Quando um amigo machucar sua alma
E ferir seu coração,é sinal que ele
Nunca foi seu amigo
Porque ele teve,coragem de ferir
O lugar mais precioso
Que você o guardava
Em cada gota do oceano vejo um motivo pra lembrar você, e cada grão de areia me mostra mil motivos pra te esquecer.
Praticar o bem sempre
Já faz um tempo que venho refletindo sobre o verdadeiro significado da vida. E cada dia que passa chego a conclusão que nós temos TUDO que precisamos. Cada um tem realmente o que merece ter. Muitas vezes reclamamos, mas esquecemos de olhar para trás e ver tudo que a vida tem nos proporcionado. Já agradecemos hoje pelo aconchego do nosso lar? Pela comida que nos alimenta? Pela cama que dormimos? Temos tudo que necessitamos, mas muitas vezes não valorizamos nada disso e ainda reclamamos por não ser do jeito que gostaríamos.
Reclamamos por não ter a casa que desejamos, o carro, o emprego, o relógio, o celular. E se for parar para pensar não acaba nunca porque cada hora desejamos uma coisa diferente. Trabalhamos cada vez mais para conquistar o que achamos que é importante para nós. E as vezes , mesmo conquistando os nossos objetivos nos sentimos vazios. Sentimos um buraco no coração como se nada fizesse sentido. E ai vem a pergunta clássica que sempre escuto em meu consultório. Como posso ter tudo que sempre idealizei e não ser feliz? Simplesmente por que a vida é muito mais do que isso. A vida é simples, nos que complicamos. Não precisamos de nada disso para ser feliz. Já temos o essencial e isso basta.
O problema é que a maioria das pessoas estão pressa no que o mundo material oferece. E esquecem que não vamos levar nada daqui. Sem perceber, se tornam escravos do que a sociedade dita, achando que dessa forma vão ser aceitos, respeitados e felizes.
Jesus dizia, ajuda-te que eu te ajudarei. E dessa forma conclui que os momentos mais felizes da minha vida foram quando senti meu coração vibrar por ter feito a diferença na vida de alguém. Penso que não existe felicidade maior do que essa. Não há coração que se sinta vazio dessa forma. E cada dia que passo acredito que esse é o verdadeiro significado da vida.
Ser brotinho não é viver em um píncaro azulado: é muito mais! Ser brotinho é sorrir bastante dos homens e rir interminavelmente das mulheres, rir como se o ridículo, visível ou invisível, provocasse uma tosse de riso irresistível.
Ser brotinho é não usar pintura alguma, às vezes, e ficar de cara lambida, os cabelos desarrumados como se ventasse forte, o corpo todo apagado dentro de um vestido tão de propósito sem graça, mas lançando fogo pelos olhos. Ser brotinho é lançar fogo pelos olhos.
É viver a tarde inteira, em uma atitude esquemática, a contemplar o teto, só para poder contar depois que ficou a tarde inteira olhando para cima, sem pensar em nada. É passar um dia todo descalça no apartamento da amiga comendo comida de lata e cortar o dedo. Ser brotinho é ainda possuir vitrola própria e perambular pelas ruas do bairro com um ar sonso-vagaroso, abraçada a uma porção de elepês coloridos. É dizer a palavra feia precisamente no instante em que essa palavra se faz imprescindível e tão inteligente e natural. É também falar legal e bárbaro com um timbre tão por cima das vãs agitações humanas, uma inflexão tão certa de que tudo neste mundo passa depressa e não tem a menor importância.
Ser brotinho é poder usar óculos como se fosse enfeite, como um adjetivo para o rosto e para o espírito. É esvaziar o sentido das coisas que transbordam de sentido, mas é também dar sentido de repente ao vácuo absoluto. É aguardar com paciência e frieza o momento exato de vingar-se da má amiga. É ter a bolsa cheia de pedacinhos de papel, recados que os anacolutos tornam misteriosos, anotações criptográficas sobre o tributo da natureza feminina, uma cédula de dois cruzeiros com uma sentença hermética escrita a batom, toda uma biografia esparsa que pode ser atirada de súbito ao vento que passa. Ser brotinho é a inclinação do momento.
É telefonar muito, estendida no chão. É querer ser rapaz de vez em quando só para vaguear sozinha de madrugada pelas ruas da cidade. Achar muito bonito um homem muito feio; achar tão simpática uma senhora tão antipática. É fumar quase um maço de cigarros na sacada do apartamento, pensando coisas brancas, pretas, vermelhas, amarelas.
Ser brotinho é comparar o amigo do pai a um pincel de barba, e a gente vai ver está certo: o amigo do pai parece um pincel de barba. É sentir uma vontade doida de tomar banho de mar de noite e sem roupa, completamente. É ficar eufórica à vista de uma cascata. Falar inglês sem saber verbos irregulares. É ter comprado na feira um vestidinho gozado e bacanérrimo.
É ainda ser brotinho chegar em casa ensopada de chuva, úmida camélia, e dizer para a mãe que veio andando devagar para molhar-se mais. É ter saído um dia com uma rosa vermelha na mão, e todo mundo pensou com piedade que ela era uma louca varrida. É ir sempre ao cinema mas com um jeito de quem não espera mais nada desta vida. É ter uma vez bebido dois gins, quatro uísques, cinco taças de champanha e uma de cinzano sem sentir nada, mas ter outra vez bebido só um cálice de vinho do Porto e ter dado um vexame modelo grande. É o dom de falar sobre futebol e política como se o presente fosse passado, e vice-versa.
Ser brotinho é atravessar de ponta a ponta o salão da festa com uma indiferença mortal pelas mulheres presentes e ausentes. Ter estudado ballet e desistido, apesar de tantos telefonemas de Madame Saint-Quentin. Ter trazido para casa um gatinho magro que miava de fome e ter aberto uma lata de salmão para o coitado. Mas o bichinho comeu o salmão e morreu. É ficar pasmada no escuro da varanda sem contar para ninguém a miserável traição. Amanhecer chorando, anoitecer dançando. É manter o ritmo na melodia dissonante. Usar o mais caro perfume de blusa grossa e blue-jeans. Ter horror de gente morta, ladrão dentro de casa, fantasmas e baratas. Ter compaixão de um só mendigo entre todos os outros mendigos da Terra. Permanecer apaixonada a eternidade de um mês por um violinista estrangeiro de quinta ordem. Eventualmente, ser brotinho é como se não fosse, sentindo-se quase a cair do galho, de tão amadurecida em todo o seu ser. É fazer marcação cerrada sobre a presunção incomensurável dos homens. Tomar uma pose, ora de soneto moderno, ora de minueto, sem que se dissipe a unidade essencial. É policiar parentes, amigos, mestres e mestras com um ar songamonga de quem nada vê, nada ouve, nada fala.
Ser brotinho é adorar. Adorar o impossível. Ser brotinho é detestar. Detestar o possível. É acordar ao meio-dia com uma cara horrível, comer somente e lentamente uma fruta meio verde, e ficar de pijama telefonando até a hora do jantar, e não jantar, e ir devorar um sanduíche americano na esquina, tão estranha é a vida sobre a Terra.
Um cliente uma vez me disse que era capaz
de enfrentar um leão, mas morria de medo das borboletas.
E eu me perguntava: Quais os riscos que uma borboleta produz?
Ai descobrir, ninguém se apaixona por um leão, já pelas borboletas...
...tu és a semente da eternidade, do infinito... Hermógenes, Mergulho na paz. UM DOS CAMINHOS DA DIVINIZAÇÃO É REPETIR...HAM SA, SA HAM, ou seja Eu sou Ele, Ele é eu. É um mantran univewrsal que, à força de ser repetido com fé, convicção e tranquila inistência, acaba por realizar-se
Vida
A vida é um prestígio que Deus nos deu,
saiba usá-la, plante sua árvore da vida,
e viverá eternamente.
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