Veio e Passou como um Cometa
“Como Madonna disse uma vez, eu sou durona, eu sou ambiciosa e se isso faz de mim uma bitch, é isso que eu sou. Tenho certeza que ela roubou essa fala de Sue Sylvester. Não, sério. Eu falei primeiro.”
Bom dia. Nada como o dia.
Então, bom dia.
O dia é lindo,
lindo quanto seu sorriso.
Tão lindo quanto seu olhar,
mas não é tão lindo quanto o nosso amor.
Bom dia, meu amor.
Amor Amigo
Não seria perfeito demais se nosso amor fosse apresentado juntamente como nosso amigo ? Mas infelizmente não é tão simples, tão prático, tão completo.
Por que ? definitivamente por quê sempre nos apaixonamos por quem não se deve ?
Ela é perfeita quando me enche de elogios, quando me olha nos olhos e acredita em mim mesmo quando eu mesmo não acredito mais.
É imperfeita quando vem e me abraça quando na verdade o que mais quero é um seguido beijo.
É perfeita quando senta ao meu lado e ri de minhas piadas, quando come desenfreada, sem aquela máscara de sempre educada.
É imperfeita quando não corresponde ao meu sorriso, quando não compreende meus pensamentos preenchidos, quando não me dá ouvidos.
E quando os olhares se trocam e se tocam sinto aquela sensação de egoísmo . . . então me vem a mente uma pergunta que me tirar o sono : Quem é o egoísta nesses casos ? eu, por querer o amor quando ela me oferece somente a amizade . . . ou ela, por querer me manter como amigo, sabendo que o que mais quero é seu amor ?
A verdade é que o que mais dói não é o fato do sentimento não ser recíproco . . . o que mais dói é ver chorar por alguém a pessoa que mora dentro da gente. É saber que todos os dias ela acorda com a pessoa errada, é ouvi-la falar de coisas que gostaria de fazer um dia com alguém e você imaginar que esse alguém é você, mas esses dias não chegam . . .
O que dói de verdade é vê-la somente rir com outro alguém, você sabendo que pode quase mata-la de gargalhada. Vê-la dançando com outro alguém, quando você tem o poder de tira-la do chão. Vê-la viver com outro alguém todos os dias, quando você tem nas mãos o poder de trazer vida para todos os dias dela.
Ver tudo isso dói . . . e muito !
É nessas horas que a razão tem que tomar conta e nos remeter a realidade.
Posso não ser indestrutível, mas sou muito, muito forte.
Posso amar você, mas o amor por mim vai além disso.
Posso te querer, mas o meu querer bem é mais importante para mim.
Você pode até querer me dar asas, mas vou preferir ficar com os pés no chão.
Amor amigo, só amor , só amigo ou nada ? . . . eis a questão !
Amizade virtual, gostar de alguém sem conhecer... é como olhar e não ver, sentir sem tocar, querer e não ter... estranho, mas feliz.
Hoje, mágoas e decepções já não me ferem tanto como outrora... Aprendi a ver nos amigos, seres humanos, como eu. Quando alguém nos oferece espinhos é porque desconhece a beleza da flor!
A dor é uma coisa muito esquisita; ficamos tão desamparados diante dela... É como uma janela que simplesmente se abre conforme seu próprio capricho. O aposento fica frio, e nada podemos fazer senão tremer. Mas abre-se menos cada vez, e menos ainda. E um dia nos espantamos porque ela se fechou de vez.
O modo como observamos o mundo que nos cerca é a escolha da realidade na qual desejamos estar inseridos, mesmo que isso por vezes seja de difícil compreensão.
De acordo com a física quântica, todas as nossas possibilidades estão acontecendo simultaneamente, porém quando focamos a nossa atenção para a realidade, apenas uma possibilidade é concebida como real para que possamos experimentá-la como experiência de vida.
O problema é que, devido às nossas dependências emocionais, acabamos repetindo padrões indesejados, achando que, apesar das infinitas possibilidades de escolhas que temos, não possuímos a capacidade de rumar para o diferente. E - como consequência - passamos a nos repetir indefinidamente.
A questão é que as nossas identidades estão insistentemente engajadas neste circuito. As respostas bioquímicas em nosso corpo que têm a ver com a alegria, o prazer ou a dor, seguem sempre o mesmo caminho emocional e acabamos por não conceber, por mais que possamos desejar, a ideia de que podemos ter outros coloridos com relação à alegria ou a situações totalmente novas. Na grande maioria das vezes sequer concebemos a hipótese de que atuamos em meio aos nossos vícios e padrões emocionais repetitivos. E mesmo se já estivermos aceitando estas percepções, talvez devido às nossas crenças (e dependências emocionais?), ainda custamos a conceber que temos o poder para criar algo de efetivamente novo em nossas vidas.
Se desejarmos algo intensamente, a ponto de perdermos a referência de quem somos - da nossa identidade conhecida - e nos tornarmos o desejo em si, o novo pode emergir em situações totalmente inusitadas. A fixidez da vida repetitiva poderá se transformar naquilo que a consciência é em essência: Mutante.
Mutante porque cria constantemente. (Atente que você pode criar permanentemente a mesma coisa, mudando apenas o cenário de vida e pior, às vezes nem isso).
A consciência de si mesmo se fortalece com a assimilação e com a elaboração das experiências vividas, podendo deste modo partir sempre para o novo.
No caso de sua incessante e prejudicial repetição, a consciência, ou seja, o observador, tenderá a entrar em tédio profundo, aos poucos retirando a sua atenção do foco da realidade que criou. Gera então o desespero e a desolação... que por sua vez podem criar uma outra tipologia de deformação emocional. E por aí vai...
Encontre um espaço dentro de si mesmo e questione sobre a sua vida. Observe atentamente o que deseja mudar e faça um movimento.
Abra espaço dentro de si e visualize a situação ideal para você. Conceba que essa criação de realidade é totalmente passível de ocorrer. Pesquise seus ambientes emocionais e deflagre os impedidores para você ser feliz. Pesquise as suas crenças e veja - de mente aberta - tudo o que é infundado e limitante.
Se eu pudesse mudar a forma como você se enxerga
Você não se perguntaria por que ouve “Eles não merecem você”
Preciso te encontrar, preciso olhar nos seus olhos ao me ver, quero saber como você reagirá... Tento te esquecer mas é inútil pois a cada passo lembro de ti!
A Frustração como Silêncio Gritante
É estranho sentir tanto e, ao mesmo tempo, não ter onde pousar esse sentir. O corpo fala, pede, grita em silêncio. Mas eu não sei entregar para qualquer um. Não sei sufocar o que quero com algo que não me completa. Então, eu espero. Mesmo que a espera doa. Mesmo que o desejo me devore por dentro.
O Desejo Como Fome que Não se Mata com Qualquer Alimento
Há uma fome em mim, mas não é qualquer coisa que me sacia. Não é um encontro rápido, um toque sem alma, um beijo sem história. Meu desejo precisa de algo mais. De um cheiro que fique na pele, de um olhar que me atravessa, de uma presença que se faça necessária. Não como um capricho, mas como quem encontra exatamente o que precisa.
Meu corpo chama, mas não para qualquer resposta. Não é urgência vazia, não é sede que se engana com qualquer gole. É fome de verdade, daquelas que só um banquete de alma e pele pode acalmar. Por isso, eu espero. Mesmo que doa, mesmo que arda. Porque quando vier, será entrega, será plenitude, será tudo.
O Gosto do Tempo Sem Pressa
Te vejo me devorar primeiro com os olhos, como se cada detalhe meu fosse uma fome antiga. E quando tua boca me encontra, não há espaço para pressa—só o ritmo certo de quem sabe exatamente o gosto que procura. É como se o tempo fosse outro, mais lento, mais profundo. Cada toque é uma descoberta, cada beijo uma lembrança de algo que nunca se esqueceu. No abraço, sinto o mundo sumir e restar só nós, sem pressa de acabar, sem pressa de fugir do que é real. Só o agora, só o momento, só o desejo que se faz carne.
Quisera eu que as pessoas pudessem olhar para mim como eu olho para elas.
Que fossem capazes de me enxergar com os mesmos olhos com os quais as vejo.
Que olhassem para o mundo com a mesma profundidade e leveza que tento transmitir.
Ou, ao menos, que eu soubesse lidar com as palavras da mesma forma que meu olhar se expressa, de maneira equiparada e clara.
Que tivessem sensibilidade suficiente para me decifrar sem julgar.
Assim, entenderiam o que trago em meu olhar e perceberiam a importância de cada um deles.
Tem gente que me olha, mas não me vê.
E se não me vê, não me sente.
E se não me sente, não me compreende.
Estranhos valorizam
É curioso como o maior incentivo vem, muitas vezes, de onde menos esperamos. Os olhos atentos, os elogios sinceros, os compartilhamentos espontâneos... quase sempre partem de estranhos. São eles que valorizam, acompanham, torcem pelo nosso sucesso sem pedir nada em troca.
Enquanto isso, aqueles que dividem a mesa conosco, que nos chamam de família, de amigos, passam pelas nossas conquistas sem sequer deixar um sinal de presença. Não curtem, não comentam, não compartilham. Não vibram quando anunciamos uma boa notícia, não celebram quando damos um passo à frente.
Mas estão lá. Acompanhando. Vendo. Silenciosos.
Seguem ativamente nas redes sociais, engajando com desconhecidos, enaltecendo gente que nunca viram e talvez jamais verão. Curtem, comentam, compartilham—mas não o nosso trabalho, não o nosso esforço, não as nossas vitórias.
Que estranheza é essa? Que proximidade vazia é essa que não se transforma em apoio? Que tipo de laço se mantém à distância, sem o calor da presença, sem o gesto simples de um incentivo?
Talvez seja mais confortável admirar à distância do que aplaudir de perto. Talvez, para alguns, seja difícil ver alguém próximo crescer. Talvez, para muitos, o sucesso só seja bonito quando pertence a um estranho.
Mas seguimos. Porque, no fim das contas, são os estranhos que muitas vezes nos impulsionam. E essa, talvez, seja a maior ironia de todas.
Onde a Memória Mora
Ecoo na história como quem sussurra ao tempo,
deixando rastros onde a memória insiste em ficar.
Sou voz que atravessa o esquecimento,
fragmento de instantes que se recusam a passar.
Na fotografia, nas palavras, no que toca e transforma,
sou presença que resiste, sou marca que não se apaga.
Porque existir não é apenas estar,
é permanecer, é reverberar, é deixar-se encontrar.
Relacionamento também precisa de manutenção.
O homem precisa entender que, assim como o carro dele não anda sem combustível, uma mulher também não segue sem ser cuidada.
Amor exige investimento diário — atenção, presença, afeto.
É preciso regar, alimentar, olhar nos olhos e perceber os detalhes.
Não é sobre grandes gestos, é sobre os “bobbos” que fazem toda a diferença.
Ele quer retorno? Então precisa investir.
Quer intensidade? Então alimente o desejo com admiração, com toque, com cuidado.
Porque uma mulher feliz, segura, vista... entrega tudo.
Entrega corpo, entrega alma.
Mas quando o combustível acaba, o motor para.
E ele não vai poder dizer que não foi avisado.
A mulher, assim como um carro, vai dar sinais.
Vai mostrar que está esgotada.
E se ele não cuidar...
Ela vai parar.
De repente.
Silenciosamente.
E quando quiser reacender o fogo, talvez já nem haja mais faísca.
Nem todo mundo quer que as coisas venham fácil.
Há quem lute.
Há quem enfrente cada dia como se fosse um campo de batalha, com cicatrizes invisíveis e dores que ninguém vê.
O que buscamos não é atalho, é merecimento.
O que queremos não é presente, é resultado.
De todas as quedas, levantamos.
De todas as feridas, seguimos.
E quando vencemos, não é sorte — é história.
História fortalecida e direcionada pela fé em Cristo Jesus.
Perspectiva e Profundidade
A maneira como vemos o mundo através da lente transforma completamente a narrativa de uma fotografia. Perspectiva e profundidade não são apenas conceitos técnicos: são ferramentas que guiam o olhar, revelam hierarquias e destacam o que realmente importa na cena.
Tecnicamente, explorar ângulos, linhas de fuga e planos diferentes permite criar dimensão e interesse visual. O uso da profundidade de campo, combinada à escolha de pontos de foco, faz com que o observador sinta espaço e contexto, como se estivesse dentro do momento capturado.
Mas mais do que técnica, perspectiva é sensibilidade: é perceber qual ângulo conta melhor a história, qual ponto de vista transmite emoção, e como a combinação de elementos no espaço comunica sensação e narrativa.
Quando utilizada com cuidado e percepção, a perspectiva transforma imagens planas em experiências visuais ricas, dando profundidade, movimento e vida à fotografia, mantendo a autenticidade do instante.
Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges
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