Veio e Passou como um Cometa
Eu não sei guardar coisas. Se eu compro chocolates, como todos no mesmo dia.
Se eu compro balas, chicletes, devoro todos em minutos, compulsivamente.
Detesto saber que algo me espera, quero acabar logo com aquilo.
Não sei lidar com a responsabilidade da felicidade.
Eu tenho um homem lindo me esperando essa hora, e eu quero com todas as células do meu corpo ir ao encontro dele. Mas eu não sei lidar com tanta felicidade, por isso estou planejando a morte dele
É preciso aprender com as pessoas que te machucam a não ser como elas são. Porque não é tendo as mesmas atitudes que irá lhe propiciar alegria e paz. Mas somente, rancor e sofrimento! Porque a pessoa inteligente não se deixa influenciar pelas situações contrárias para mudar quem é. Todavia, tira como aprendizado e crescimento tudo que lhe venha ocorrer!
De Volta a Dezembro
Estou tão feliz que você arranjou tempo para me ver
Como está a vida, me diga, como está sua família?
Não os vejo faz tempo
Você está tão bem, mais ocupado do que nunca
Conversa fiada, trabalho, o clima.
Você levantou sua guarda e eu sei porquê
Porque a última vez que você me viu
Ainda está marcada na sua mente.
Você me deu rosas, e eu deixei que elas morressem
Aqui estou eu engolindo o meu orgulho
Na sua frente pedindo
Desculpas por aquela noite
E eu volto para dezembro toda hora.
Acontece que a liberdade não passa de saudades de você
Queria que eu tivesse percebido o que tinha quando você era meu
Eu voltaria para dezembro, mudaria de ideia
E faria tudo certo
Eu volto para dezembro toda hora
Não tenho dormido ultimamente
Ficando acordada até tarde e indo embora
Quando seu aniversário passou,
E eu não liguei, Eu penso no verão
Todas as horas bonitas
Eu assistia você rindo do lado do passageiro
E eu percebi que amava você no outono
Depois veio o frio
Com os dias escuros, quando o medo se arrastou na minha mente
Você me deu todo o seu amor,
E tudo o que eu lhe dei foi um Adeus
Aqui estou eu engolindo o meu orgulho
Na sua frente pedindo
Desculpas por aquela noite
E eu volto para dezembro toda hora.
Acontece que a liberdade não passa de saudades de você
Queria que eu tivesse percebido o que tinha quando você era meu
Eu voltaria para dezembro, mudaria de ideia
E mudaria minha própria mente
Eu volto para dezembro toda hora
Sinto falta da sua pele bronzeada, seu doce sorriso,
Tão bons para mim, tão certos
E como você me segurou nos seus braços
Naquela noite de setembro
A primeira vez que você me viu chorar
Talvez isso seja pensamento positivo
Provavelmente meus sonhos sem fundamento
Se nós nos amássemos de novo eu juro que te amaria certo
Eu voltaria no tempo e mudaria, mas não posso
Então se a sua porta estiver trancada, eu entendo
Aqui estou eu engolindo o meu orgulho
Na sua frente pedindo
Desculpas por aquela noite
E eu volto para dezembro
Acontece que a liberdade não passa de saudades de você
Queria que eu tivesse percebido o que tinha quando você era meu
Eu voltaria para dezembro, mudaria de ideia
E mudaria minha própria mente
Eu voltaria para dezembro, mudaria de ideia
E mudaria minha própria mente
Eu volto para dezembro toda hora
Toda hora
Se soubesse como eu gosto das suas cheganças, você chegaria correndo todos os dias.
Existe uma distância tão grande entre como se age e como se deveria agir, que aquele que despreza o mundo real para viver num mundo imaginário encontrará antes sua ruína do que sua salvação.
Nenhum trabalho ou amor florescerá por culpa, medo ou vazio de coração, assim como nenhum plano para o futuro pode ser feito por quem não tem a capacidade de viver o presente.
Mostra teus olhos e aflige teu coração;
Vem como sombras e então parta,
Não dorme nem de noite nem de dia
Fica no teto de tua casa,
Ele será um homem proscrito!
Através das noites 9 X 9 ele minguará e definhará
Embora tua casa não se perca
Mesmo assim será lançado pela tempestade.
Viver é como andar de moto: para manter o equilíbrio, basta acelerar a mil por hora e seguir em frente.
- É verdade!
- O que? - ela me perguntou sorrindo.
Nossa, como o sorriso dela era lindo! E eu disse:
- Quer dizer, talvez mentira. - disse, meio que fechando os olhos, fazendo um charminho para ela.
E ela perguntou:
- Do que você está falando?
E eu disse:
- Se a Patrícia em algum momento chegou para você e disse que eu gostava de você... - parei e respirei fundo. - É mentira, eu não só gosto de você, eu sou louco por você!
E eu estava gaguejando para boné! E eu continuei:
- Você é linda demais!
E ela disse:
- Por que demorou tanto?
Ela abriu um imenso sorriso! Era um sonho! Era como se eu quisesse cantar a música do U2: “Beautiful Day...” E eu lembro como se fosse ontem, eu fiz o movimento para a beijar e ela me disse:
- Você pensa que é assim é? Por que eu deveria te beijar?
Eu quase cantei para ela a música da Marisa Monte: “Beija eu, beija eu me beija”... Estou brincando! Acho que ficaria mais meigo se tocasse Kiss Me (música da banda Sixpence None The Richer). Mas eu respondi:
- Por que? Por que ninguém sente por você o que eu sinto!
E ela respondeu:
- O que você sente por mim?
- Eu sinto que um sorriso pode mover montanhas, eu sinto que vale a pena gaguejar se for para olhar o seu rosto... Eu sinto carinho pela sua doçura, eu sinto arrepios com a sua proximidade, eu...
Até que ela me beijou!
Trecho do capítulo 4 do rascunho do livro Garotos Também Amam. Max narrando para Carlos o diálogo que teve com Flávia antes do primeiro beijo deles.
Adicionado em 21/07/2009 por Ernesto Martins Faria
Exatamente como a árvore do outono que não sente o perder de suas folhas nem quando a chuva, a geada e o sol lhe resvalam pelo tronco, e a vida se retira para o mais íntimo e recôndito de si mesma. Ela não morre. Espera.
(Demian)
Os professores não são valorizados socialmente como merecem, não estão nos noticiários da TV, vivem no anonimato da sala de aula, mas são os únicos com o poder de causar uma revolução social. Com uma das mãos eles escrevem na lousa, com a outra, movem o mundo, pois trabalham com a maior riqueza da sociedade: a juventude. Cada aluno é um diamante que, bem lapidado, brilhará para sempre.
Imagine como seríamos mais felizes, o quão livres seríamos para sermos nós mesmos, se não tivéssemos o peso das expectativas de gênero.
É fascinante como os tolos pensam ter respostas quando até os sábios aceitam que só conhecem as perguntas.
Desvelando a Morte: O Caír das Cortinas
A morte há de ser como
O cair das cortinas entre a cria e a criatura,
A parede invisível que nos separa da eternidade,
Podendo assim estar diante do Criador.
O rasgar do tecido fino que separa o agora do infinito,
Revelando a nudez do ser humano,
Deixando para trás todas as bagagens e tesouros
Que acumulamos em vida,
Mas que ali não têm utilidade alguma.
Nesse momento, tarde demais,
Percebe-se o quão fútil pode ser a vida,
E que talvez a morte não seja o problema.
Ela há de ser uma solução,
Uma passagem para o eterno e o desconhecido,
Onde o peso do viver finalmente se dissolve.
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