Veio e Passou como um Cometa
Generoso e solidário…
Neymar doa US$ 250.000 à Venezuela! Mas antes, comprou um mimo de US$ 1.000.000 para acalmar o ego!
O bolsonarismo é uma seita curiosa! Fiéis rezam para pneus, enquanto o líder ri feito um condenado, vendo o sol nascer quadrado!
Não entendo essa idolatria pelo menino Ney! O cara é um prego, uma estrela apagada e apoiador de golpista! Cria fascista!
DARK HORSE!
Um filme produzido para expor a verdade, baseado na mentira e recheado de propinas! Uma ficção de facção!
Cada nação tem um craque na seleção! Um camisa 10 matador! O Brasil tem um vadio sempre reclamando de dor! Só falta usar andador!
Talvez crescer seja exatamente isso: conseguir olhar para uma pessoa que um dia significou o mundo e perceber que ela continua sendo apenas uma parte da paisagem da nossa história.
Não precisamos odiar.
Não precisamos esquecer.
Não precisamos voltar.
Podemos simplesmente reconhecer:
"Eu amei você naquela época. Mas hoje eu também amo a pessoa que me tornei."
Tente ser ao menos um pedacinho daquilo que a vida tem de mais charmoso, uma pessoa surpreendente. Não faça promessa, faça surpresa!
Não me preocupa um erro "gramaticau" se o raciocínio é inteligente. Um tempo verbal pode ser sempre corrigido, um idiota não.
Por um mundo onde os relacionamentos sejam Alicerçados pelo Amor, e Sustentados pelo modo de Relacionar, não pelo MEDO.
Não fossem as Lembranças Coloridas que eternizastes, jamais suportaríamos a Tristeza de um dia tão Cinzento.
Sem as Divinas Lembranças Coloridas que Eternizastes em mim, jamais eu suportaria lembrar de um dia tão cinzento.
Brincar de ser cristão também é um direito — acreditar que o encardido faça o mesmo é só outra tolice.
Se os presídios se tornaram poderosas incubadoras de facções, talvez a prisão domiciliar seja só um jeito torto de afastar criminosos da pós-graduação.
Você começa a perceber que a leitura é um caminho sem volta, quando mal desvia os olhos de um texto e se vê lendo e interpretando pessoas.
Quando, sem notar, ela começa a moldar a forma como você enxerga o mundo.
No início, os livros parecem apenas histórias, informações, curiosidades.
Mas, com o tempo, algo muda: cada página lida amplia sua lente interna.
Você já não se contenta em apenas decifrar palavras — passa a querer decifrar gestos, silêncios, intenções…
Aquilo que antes parecia simples ganha camadas, nuances, contextos.
Ler é, aos poucos, aprender a interpretar o humano.
É perceber que as pessoas, assim como os livros, carregam prefácios ocultos e capítulos inacabados.
Que as entrelinhas não estão apenas nos textos, mas nas conversas, nos olhares, nos desvios de assunto…
Os que cultivam o hábito da leitura acabam desenvolvendo um tipo raro de sensibilidade: não conseguem mais caminhar pelo mundo sem tentar enxergar as histórias escritas em cada rosto, enredos escondidos em cada atitude…
Por isso, a leitura não transforma apenas o leitor; transforma também a forma como ele se relaciona com tudo e todos.
E, depois disso, não há retorno.
Porque, uma vez que aprendemos a ler as páginas da vida, descobrimos que elas nunca acabam.
Aprendemos que cada indivíduo é uma obra aberta, cheia de prefácios ocultos e capítulos inacabados.
Fomos tão seduzidos pelo universo digital, ao ponto de romantizar um mundo onde políticos influencers — eleitos por nós — brincam de governá-lo.
Essa constatação medonha é um convite a pensar sobre a profunda transformação que a política sofreu na era digital.
Hoje, a figura do político tradicional se mistura com a do influencer, aquele que domina a arte da comunicação rápida, do espetáculo e da conexão emocional imediata.
Mas, ao transferirmos nossa confiança e votos para essas figuras, muitas vezes mais preocupadas com a imagem do que com o conteúdo, acabamos por trivializar o exercício do poder.
Quando políticos se tornam influencers, a política vira palco para likes e compartilhamentos, onde o debate se perde para a viralização.
A “brincadeira de governar” — expressão que revela a leveza e a superficialidade com que algumas lideranças assumem responsabilidades sérias — coloca em risco a qualidade da democracia e o futuro da sociedade.
Nós, eleitores e cidadãos, também somos parte desse processo: somos os que elegem, os que curtem, os que compartilham.
Cabe exercitarmos um olhar crítico, exigir transparência, responsabilidade e compromisso real.
Sem isso, continuaremos reféns de uma política de aparência, onde a profundidade das ideias e a seriedade das ações ficam em segundo plano, diante do espetáculo digital.
O desafio está lançado: usar o poder do universo digital para fortalecer a democracia, não para reduzi-la a um jogo de imagens e seguidores.
Talvez um dos maiores riscos da Preguiça de Pensar seja nos apaixonarmos pelos que fingem que o fazem.
Que a nossa criança interior não pode morrer, é um fato — que ela não pode matar a criança dos outros — é outro.
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