Veio e Passou como um Cometa

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A Faixa de Gaza se tornou um cemitério e restou aos sobreviventes faixas e gazes! Agora o Líbano é a nova vítima dos tiranos!

Israel está destruindo o Líbano! Não bastou acabar com a Faixa de Gaza! Um dia Netanyahu será coberto de faixas e gazes!

Não seja um asno! Quem zurra é o burro! Não vote na mula! Vote no Lula!

PENSO, LOGO EXISTO!
Diz um bolsonarista! Essa afirmação rende um debate por séculos entre pensadores e filósofos! Paradoxal...

O bolsonarismo é um vírus? Uma bactéria? Um parasita? É a união de todas essas características. Infectam e parasitam o hospedeiro.⁠

Um filme chamado Dark Horse, sobre a vida de um Slow Horse, produzido por Patriotics Donkeys, só podia dar um Azarão!⁠

Com o dinheiro desviado do filme Pangaré Patriota, Flávio vai aos EUA comprar um TRUMP GOLD CARD! O patriotário ama a América!
Pneus, párias e quadrilha!

Com o bolso cheio de Mastercards, visando um Trump Gold Card, Rachadinha vai aos EUA descascar o Bananinha, que o pôs numas Frias!⁠

⁠O perdão é uma decisão.

É um processo diário de exercício espiritual, nem sempre fácil, mas que o irá beneficiar bastante, pois quando você decide perdoar alguém, limpando toda a mágoa do seu coração, aos poucos o que lhe fizeram, deixa de ter a enormíssima importância que tivera, e ainda que esteja no meio de um fogo cruzado, creia que sua alma transbordará serenidade e gratidão.



Pare de reclamar acerca de tudo e de todos!
Olhe bem para si e pense.
O mundo é apenas um local de passagem, então por favor, agradeça mais e murmure menos.

A maior vingança?
Sem dúvida, um sorriso de perdão.

O valor de um pensamento não depende de quem o enuncia, mas daquilo que desperta em quem o lê.

A pedra e o abismo.


Uma vez ouvi um conto, se verdadeiro ou não, não me interessa. Afinal de contas do que me adiantaria me interessar por algo que não impactará a minha existência? Por que dar créditos a questões que logo virarão uma névoa em minha mente? Mas...Mesmo assim, movido por um momento de fraqueza, irei compartilhá-lo.
Em um lugar distante havia um abismo, e a lenda era de que ele não tinha fundo. E por ser algo tão curioso, uma cidade em torno dessa atração nasceu, e não podendo ser diferente ela foi chamada de Abismolândia. Os moradores não exploravam o abismo, e impediam qualquer tentativa de exploração, até porque era interessante manter o mistério e o status do abismo sem fundo, o que era bom para a cidade. Afinal de que adiantaria um abismo com tantos metros de profundidade, pois se isso acontecesse seria somente um abismo qualquer. E é inegável que há lucro na perpetuação da ignorância.
Porém em um belo dia, um jovem morador da Abismolândia resolveu ir até a beira do abismo e lá de cima lançou uma pedra. Nada escutou. Lançou outra, e nada! Realmente o abismo parecia não ter fundo. Ficou admirado e, juntando mais algumas pedras, ligou para alguns amigos, e lá de cima ficaram arremessando as pedras no abismo.
A disposição dos jovens fazendo tal traquinagem acabaram por atrair mais pessoas, e estas começaram a jogar pedras no abismo. Cada pessoa arremessava sua pedra com alguma intenção, e ao agirem dessa forma acabaram por criar várias categorias de arremessadores. Havia aqueles que como em um poço dos desejos, faziam seus pedidos. Havia aqueles que disputavam quem arremessaria a pedra mais longe. Havia aqueles que se sentavam e ficavam filosofando sobre a queda aparentemente infinita da pedra. Afinal, não importava a forma e a motivação pela qual as pedras são arremessadas, e nem o porquê, o que importa é que todos estejam arremessando-as. E assim, pessoas de todos os lugares, se dirigiam até ao curioso abismo para lançar sua pedra (que nesse momento já era vendida pelos melhores pedreiros da região). E com o passar do tempo, o provável aconteceu. Um belo dia ao arremessarem uma pedra no abismo, passado um tempo, ouviu-se um baque surdo. Silêncio! Alguém gritou. Incrédulos atiraram outra pedra, desta vez maior. E o barulho se repetiu após alguns minutos.
O abismo afinal, tinha fundo! A novidade se espalhou pela cidade e o pânico entre os moradores foi automático. A cidade estava arruinada em sua reputação! Cochichavam uns. O abismo tinha fundo, logo, a propagação dessa ideia poderia ocasionar um colapso econômico e social sem precedentes previsíveis. Afinal toda a economia local, dependia da exploração de um abismo sem fundo. Reuniram-se os moradores e estes temendo o pior para aquela localidade tomaram atitudes para proteger a descoberta e decidiram que a partir daquele momento estava proibido atirar pedras ou qualquer outro objeto no abismo, visando protegê-lo (não porque tivesse fundo, mas porque era o mais ecologicamente correto a ser feito). O local foi fechado e isolado em nome da segurança dos transeuntes. Afinal de que adianta uma mentira se essa não pode ser sustentada? De que vale viver uma verdade se ela é destruidora dos sonhos de toda uma sociedade?
Mas tais ações tiveram consequências, e o povo itinerante, proibido de ir até o local do abismo, deixou de frequentar a cidade e os impactos ficaram visíveis.
Os moradores tinham que achar uma solução, e tentativas não faltaram. Vamos descer no abismo e cavá-lo mais, diziam uns. Vamos criar a lenda do monstro do abismo, para trazer curiosos e afastá-los ao mesmo tempo, diziam outros. Enfim as mais esdrúxulas ideias surgiram, mas nenhuma conseguia resolver o problema causado por eles mesmos. (faz parte da natureza humana criar problemas para depois tentar resolvê-los criando outros problemas)
Problemas somados a problemas acabam por gerar situações extremas que exigem decisões extremas. E aconteceu que um morador em tom de brincadeira disse: “Por que não vamos todos morar dentro do abismo? Vamos levar a cidade para dentro do abismo e seremos o povo que habita o abismo”. A ideia estranha ganhou adeptos, e assim aconteceu.
Hoje Abismolândia continua sendo uma atração, não pelo abismo, mas pelo povo que habita no fundo do abismo. (e toma-lhe pedrada)


O conto não se trata do abismo e muito menos da pedra. Pensadores, pensemos.


Massako.🐢

Silêncio


Há um silêncio dentro de mim,
depois de você...
Um silêncio traduzido em inquietação...
Minha vida não pode ser dividida,
quero de volta a parte
que você pra bem longe levou...
Música sem melodia
é assim o meu dia
sem alegria.
É impossível bater pela metade o coração...
Silêncio dentro de mim,
onda suave que me acalma,
eco sereno na alma faz,
refúgio eterno, enfim, quero-lhe, amor meu, volta para ter novamente paz.
Palavras se desfazem no ar,
sussurros mudos a dançar,
no peito, uma paz sem fim,
o silêncio reside em mim...
Traz isso de volta pra mim!
Como brisa leve a tocar,
segredos prontos a revelar,
na quietude, encontro a luz,
silêncio que me conduz.
Você de novo aqui do meu lado... a tristeza que se desfaz...
Volta... eu sei que o caminho você sabe... eu sei que você é capaz!

O assistencialismo estatal é a forma mais eficiente de transformar um povo em massa de dependentes: oferece-se ao indivíduo a esmola como substituto do sonho, a tutela como substituto da liberdade e a obediência como preço da sobrevivência. No fim, o cidadão já não luta para realizar seus próprios fins — espera apenas que o poder lhe permita continuar existindo sob sua sombra.

Não julgues ninguém pela voz que outros emprestam. Podes perder almas raras por causa de um murmúrio que nunca soube o que é amar.

É tudo um momento, não seja um jumento! Quem zurra é o burro, não seja um asno, esqueça a mula, vote no Lula!

MARTE ATACA!
Trump deve ser um alien! Vive no mundo da lua e agora corre atrás de óvnis e ETs. Está explicada a cor laranja!


A Casa do povo se tornou um sindicato do crime! Alcolumbre e Motta são os chefes dessa máfia! A Lei é usada em causa própria!

Treta, treta e mais treta é o lema da direita! Enquanto eles tentam um golpe, a esquerda ganha Ibope! Lula rumo ao tetra!