Veio e Passou como um Cometa
"O pessoal acha que ser marginal exige um figurino específico, mas a verdade é que o crime gourmetizou! Tem marginal que usa Wi-Fi para espalhar fake news, tem o que faz Pix de rachadinha e o que sonega imposto jurando que é o ápice da cidadania. E para quem fica na internet defendendo esse combo de absurdos: parabéns pelo cargo de cúmplice no contrato de prestação de serviços da ilegalidade!"
💕✨️"...um dia vivido...num tempo esquecido...de saudade tantas...que me faz lembrar...a suavidade do seu andar...flutuar...um perfume florido...no Jardim do despertar..um beijo trocado...me roubou o ar...e naquele tempo...no mais lindo momento...jurei para sempre...te amar."✨️💕
Há sempre alguma loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura.
Amar não cabe no passado. Quando é de verdade, fica para sempre; quando acaba, talvez nunca tenha sido amor de verdade.Aquilo que se faz por amor está sempre além do bem e do mal.
O MEDO — E A CORAGEM DE RECOMEÇAR
Medo de quê?
Já reparou que vivemos em um mundo que, silenciosamente, tenta nos roubar a paz, a felicidade e até mesmo a capacidade de amar? Um mundo que transforma sentimentos naturais em motivos de insegurança e faz com que tenhamos medo de encarar aquilo que, no mais profundo de nós mesmos, sabemos ser verdade.
Temos medo das mudanças. Medo do desconhecido. Medo de perder. Medo de recomeçar.
E, muitas vezes, parece mais fácil permanecer infeliz em um lugar conhecido do que atravessar o abismo necessário para construir uma nova história.
Assim, pouco a pouco, tornamo-nos prisioneiros de um mundo que nos impõe regras que nem sempre escolhemos. Somos cercados por discursos, expectativas, comparações e ameaças. Somos manipulados pelo medo — e, quando o medo governa, a liberdade começa a morrer dentro de nós.
Todos os dias somos bombardeados por notícias de guerras, fome, violência, desastres, crises e tragédias. Até mesmo o tempo, que deveria ser apenas parte do ciclo natural da existência, muitas vezes nos é apresentado como uma ameaça permanente.
Quanta sobrecarga pode suportar uma alma?
E quando o homem já está cansado, chegam as redes sociais, oferecendo vitrines de felicidades cuidadosamente fabricadas. Vidas aparentemente perfeitas. Corpos perfeitos. Famílias perfeitas. Amores perfeitos. Sucessos constantes.
E então comparamos o nosso bastidor com o palco cuidadosamente iluminado dos outros.
Pouco a pouco, muitos vão se paralisando.
Alguns deixam de sonhar.
Outros deixam de lutar.
Alguns abandonam a esperança.
E existem aqueles que, de tanto sofrer, começam a desistir de si mesmos.
Mas onde está a fé?
Onde está a esperança?
Onde está o amor?
Até mesmo aqueles que deveriam anunciar o bem, a verdade e a liberdade, algumas vezes transformam a fé em instrumento de poder. Criam regras segundo seus próprios interesses, distorcem a Palavra para justificar comportamentos, constroem sistemas em benefício do ego, do dinheiro ou da influência.
E o homem, que buscava Deus, acaba encontrando apenas homens falando em nome de Deus.
É preciso despertar.
Porque existem medos que não nascem dentro de nós. São alimentados todos os dias. Repetidos até se tornarem pensamentos. Pensamentos repetidos tornam-se crenças. Crenças transformam-se em prisões.
E uma mente aprisionada pelo medo pode começar a acreditar que não existe saída.
É nesse momento que o medo deixa de ser apenas uma emoção e passa a ser uma força destrutiva.
Há algo de profundamente maligno em uma realidade que convence o ser humano de que ele não vale nada, de que não existe amanhã, de que sua história terminou, de que sua dor será eterna.
Não aceite essa sentença.
A vida não pode ser reduzida às circunstâncias que hoje nos ferem.
O homem não é apenas aquilo que lhe aconteceu.
Ele também é aquilo que decide fazer com aquilo que lhe aconteceu.
Talvez a verdadeira liberdade comece quando deixamos de perguntar “o que o mundo espera de mim?” e começamos a perguntar:
“Quem eu sou quando não estou sendo governado pelo medo?”
É preciso voltar ao centro.
Voltar àquilo que é essencial.
Voltar à fé, não como instrumento de controle, mas como encontro com o divino. Voltar à esperança, não como ingenuidade, mas como resistência. Voltar ao amor, não como fraqueza, mas como a mais profunda forma de coragem.
A comunhão com o divino não elimina todas as dores da existência, mas muda a maneira como atravessamos cada uma delas.
Porque quem reencontra o sentido não deixa de sofrer — apenas deixa de ser destruído pelo sofrimento.
Então, homem, volte.
Volte a ser aquele que um dia acreditou que poderia vencer.
Volte a olhar para dentro de si.
Afaste-se daquilo que continuamente adoece sua alma. Não permita que pessoas manipuladoras definam o seu valor. Não permita que uma sociedade dominada pelo medo determine o tamanho dos seus sonhos. Não permita que a vida dos outros seja usada como régua para medir a sua própria existência.
Crie seus próprios caminhos.
Escolha conscientemente aquilo que merece ocupar sua mente.
Aprenda a dizer não.
Aprenda a partir.
Aprenda a recomeçar.
E, acima de tudo, aprenda a confiar.
Porque talvez a grande vitória não seja viver em um mundo sem medo.
Talvez seja viver em um mundo cheio de razões para ter medo e, ainda assim, escolher não se tornar escravo dele.
Você não controla todas as circunstâncias.
Não pode impedir todas as perdas.
Não pode silenciar todas as vozes.
Não pode mudar tudo aquilo que acontece ao seu redor.
Mas pode escolher quem será diante de tudo isso.
O medo pode escrever capítulos da sua história, mas não precisa ser o autor dela.
Transforme suas feridas em sabedoria.
Suas perdas em maturidade.
Sua dor em força.
Seu passado em aprendizado.
E seus medos em história.
Porque existe dentro de você algo que o medo não consegue destruir:
a capacidade de recomeçar.
E talvez seja justamente aí que começa a verdadeira liberdade.
Não quando o mundo deixa de ser assustador.
Mas quando você finalmente compreende que, apesar de tudo, não nasceu para viver de joelhos diante do medo.
Nasceu para caminhar.
Para amar.
Para crer.
Para resistir.
E, sempre que necessário,
para recomeçar.
Cada um tem sua forma de desistir, uns de se vestir bem, de se cuidar fisicamente, perdem os desejos, descuidam da saúde, param de tirar fotos, se escondem dentro de si mesmo, deixam de lutar pelos próprios sonhos...
Daí-me força e fortalece a minha fé para a cumprir a sua vontade Paí.
Perazza .'.
"Preocupar-se com o que os outros pensam é um luxo que eu não posso pagar.
Até porque o banco não aceita a opinião do meu vizinho como forma de pagamento para as minhas dívidas."
Mude uma palavra de um poema alheio
Cultivando-a em versos próprio
Ponha-a para tomar olhares
Regue-a compartilhado
Quando olhares neles pousares
Leve pelo açúcar que há
Levará na orelha
Versos
Mude palavras
Cultivando...
Salve a poesia incendiando o pensar
Esse grito queimando
Pede iluminar
Cultivar palavras
Para educar
E não arrancar do
Coração a moral da história
Vai xandão salva a Amazônia
Plant/ e boca é tigela e açaí
(Leonardo Mesquita)
Para trazer uma palavra para um poema
é preciso conhecer bem o sabor dela;
ela é o pé de alguém na situação...
poema curto
tudo
todo linguarudo
curte um assunto absurdo
espalha poesia
em poeminhas de intortar
e o drible da palavra não faz vergonha levar
ganha o driblador e driblado
curto ou da vaca
fica no mapa
do peito pro texto que jogada
absurdo linguarudo diga tudo
e não diga nada
passa passa a palavra
No primeiro verso se folheia um dia de sol
No segundo a leitura de um dia de sol
No terceiro o som da folha de papel
No quarto as letras do poema no céu
No quinto a boca que declama
No punho a mente clara do poeta
No dia a dia nas frestas coisas
incríveis como letras
como estás
Um poeta tem umas coisas graciosas na cabeça
Que ele as solta nessas letras
Voam na autoria voam voam borboletas
Um poema
Não tem tamanho
Não ocupa espaço
Porém fica no olhar
Uma folha de papel molhada pode apagar
Ajuda dá opinião
Mexe na emoção
É uma arma carregada de balas intelectuais
Dessas tantas perdidas na poeira das prateleiras...
Já foi o melhor amigo de gerações
É o melhor amigo da educação
Ele alegra o homem com imaginação
Não morde e quando morde
é palavra no contexto exato
Deixando alguém mais esperto
Ele tem o que nele não cabe
É apenas uma chave
Junta as pistas de um fato
É os cisnes dos patos
Pro alfabeto não passa nem perto do patinho feito
Para as letras ele tem o charme
Se é um poema não me fala de algo alheio
Ele é eu no meio...
Leonardo Mesquita
Dos animais o jabuti é um bem poeta
ele não tem pressa em sua natureza
e isso lo completa; o poeta chegara na palavra certa, a natureza das letras sem pressa sem pressa
já o poema já o jabuti
o poeta e a meta...
e o leitor é quem completa
A conclusão de um poema espreita
o bobo poeta entretido com o ser criança das palavras convidadas pra
brincadeira de serem emoção em vez
da coisa catada do alfabeto, elas entram na brincadeira fluindo nos versos dizendo olha tio, pro poeta,
a catada não cata ela veste essa, e de
fantasia em fantasianesse universo
de repente o Booo! no começo longe da tia chata da norma padrão...
a explosão da palavra criança
o que é um fantasma?
e um dinossauro?
Leonardo Mesquita
Um poema bom mesmo
não fica na frase
cai na boca, se prende na mente
freia a gente
reaviva marcas, tem a bala de prata...
nisso a gente se amarra
se armar e, atirar na calma
sem perder o alvo
com a palavra certa
parar o leitor no poema da gente...
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