Veio e Passou como um Cometa
Os meus medos são fantasiosos de não conseguir possuir você
Com suas ameaças um tanto sedutoras e maliciosas para
Ter o meu corpo pelo o teu querer;
Então me alcance se puder...
Me agarre pelos pés
Ou me descubra pelo corpo
Absorvendo a minha fé;
Será que vale a pena um coração sem amor?
Ou uma felicidade inventada?
Um sorriso sem caráter que causa a dor?
Para entender uma falsa aparência
Para nada repor?
Nada adianta amar sem respeito
Nada adianta querer se não há luta
E entender que nada restou
Depois que tudo acabar;
Não busco um amor sádico que maltrate o meu coração
Mas um sincero que acalente a minha paixão inquietante
Acalente... Desatinando sem sentido ou pudores
Alguém que entenda a minha loucura;
Quero um amor ensandecido... Cúmplices das minhas atitudes
Que não se importe com bens materiais somente com os naturais
Me ame desenfreadamente descobrindo o infinito dentro de nós;
Que acredite nas minhas palavras
Mesmo quando elas não parecerem verdadeiras
Mas saiba diferenciar palavras verdadeiras das sinceras;
Que tanto me esforço para empregá-las
E te fazer feliz com tanto carinho
Saiba das minhas tristezas...
E por fim saiba me embalar
Com as atenções que todo ser vivo
Mereça para se tornar humano;
Será que a minha existência é realmente notada?
Ou finjo acreditar de quê ainda possa viver um sentimento amado;
Entre minha metáfora óbvia há um tanto de verdades desejando ser dita;
Sendo ou não as minhas que forem seguidas;
Nessa tarde ofereço positividade e Paz por entre palavras harmoniosa que nos traz a bondade por toda vida;
Mas em minha cabeça há uma confusão de coisas que ninguém gostaria de saber;
É um barulho em meu silêncio;
Um desconforto em meu alento;
O planeta é uma esfera lúdica e expansiva, navegável em um oceano imaginário sobre o pensamento de uma mente vazia;
Sinto-me seu, sinto-me amado
Sozinho em meio à multidão
Mais um perdido apaixonado
Em tuas mãos eu repousei
Me fiz cansado,errado! Não me perduarei... Se me perdoas
Lhe agradeço!
Pois te presenteio com rosas vermelhas
Vou ao teu encontro
Ainda sim nos falamos
Para então nos amar
A todo instante;
A obscenidade mais violenta que existe
É um foda-se com uma caneta
Tirando o alimento de quem não tem;
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