Veio e Passou como um Cometa
Há um ruído constante no mundo.
Um zumbido de notificações, luzes piscando, vozes comprimidas em telas.
Chamamos isso de conexão.
Mas, quando o silêncio chega, percebemos — há algo que se perdeu entre um toque e outro.
Vivemos cercados de redes: sociais, neurais, digitais, afetivas.
Somos fios, dados, pulsos elétricos viajando por cabos invisíveis.
E, ainda assim, sentimos falta de algo que o Wi-Fi não alcança: o olhar demorado, o riso inteiro, o abraço que não depende de senha.
O perigo, talvez, não esteja nas redes — mas na mente que, sem perceber, se desconecta de si mesma enquanto acredita estar on-line.
Desaprendemos a estar sozinhos, e confundimos presença com visibilidade.
Somos uma multidão em silêncio, cada um falando com seu reflexo.
E, nesse espelho luminoso, o humano se desfoca.
Mas há quem perceba as rachaduras — professores, artistas, pensadores, sonhadores —
que ainda acreditam que pensar é um ato de resistência. Eles caminham entre as redes e tentam tecer novamente o fio do sentido. A reflexão é sobre eles — e sobre nós.
Sobre a mente que precisa se reconectar com aquilo que não se mede em bytes:
a empatia, a escuta, o amor, a presença.
Não é uma revolta contra a tecnologia, nem um lamento nostálgico.
É um convite à consciência.
A lembrar que a rede mais importante ainda é a que se forma entre mentes e corações vivos.
E, talvez, o primeiro passo para isso seja simplesmente pausar.
Respirar.
E se perguntar:
“Em que momento eu me desconectei de mim mesmo?”
FILHOS REVOLTADOS.
Há filhos que crescem sentindo um desconforto constante dentro da própria casa. Não é briga declarada, nem ódio explícito. É um incômodo silencioso que se transforma em distância. Eles culpam os pais pelo que não foram, pelo que não tiveram ou pelo que acreditam que mereciam ter sido. Carregam uma insatisfação permanente, como se algo essencial lhes tivesse sido roubado na infância.
Esses filhos raramente percebem o peso dessa postura. Tornam-se ásperos no trato, impacientes, mal-educados nas pequenas coisas. Respondem com ironia, com silêncio agressivo ou com desprezo disfarçado. Preferem a rua à casa, o sofá do amigo ao próprio quarto, a madrugada fora ao convívio familiar. E quando estão em casa, fecham-se. Trancam-se no quarto como quem ergue um muro para não ser alcançado.
Segundo Floyd, esse tipo de comportamento nasce quando o filho transforma os pais em culpados eternos. Ao fazer isso, ele entrega a própria vida emocional nas mãos do passado. Floyd afirma que, quando o adulto continua exigindo dos pais aquilo que já não pode mais ser dado, ele permanece preso a uma infância não resolvida. A revolta, nesses casos, funciona como uma defesa: é mais fácil acusar do que assumir a própria responsabilidade pela própria história.
O problema é que essa fuga constante cobra seu preço. A casa deixa de ser abrigo. Os pais envelhecem à distância. O diálogo se perde. E o filho, mesmo cercado de pessoas, continua carregando um vazio que nenhuma casa de amigo consegue preencher.
A minha dica, ou sugestão, é dura, mas necessária: esse tipo de filho precisa crescer emocionalmente. Precisa olhar para os pais como humanos falhos, não como deuses que falharam. Precisa parar de cobrar o que já passou e começar a construir o que ainda é possível. Conversar, estabelecer limites, buscar terapia, assumir escolhas. Enquanto a culpa estiver sempre no outro, a vida nunca estará, de fato, nas próprias mãos.
Viver não e fácil, esse inicio pode até parecer um pouco depressivo mas e a verdade!
Nós seres humanos conseguimos dificultar muito as coisas por exemplo:
Tiramos a habilitação e não queremos ter que renovar ela e pagar por isso.
Compramos uma casa e não queremos pagar IPTU
Compramos um veiculo e não queremos pagar IPVA
Esquecemos a felicidade da conquista e focamos apenas nas dificuldades, será que com todo esse tempo de existência do ser humano alguns ainda não perceberam que cada evolução tem uma consequência, evoluir significa ter mas responsabilidades.
Você é assim, aquela brincadeira gostosa, sorriso amigo, abraço gostoso, beijo sedoso, um amor dengoso num corpo fogoso...você é assim, uma delícia pra mim!
Teu corpo é poesia
escrita no silêncio dos gestos,
onde cada curva guarda um verso
e cada pausa revela sentido.
É poema que não se lê com pressa,
mas se sente —
na leve inclinação do sorriso,
na cadência do teu respirar,
no mistério que a pele sugere
sem jamais se entregar por inteiro.
Teu corpo fala uma língua antiga,
feita de harmonia e instinto,
onde o belo não pede explicação
e o desejo nasce da contemplação.
Há em ti uma métrica viva,
um ritmo que desacelera o mundo
e ensina que o amor,
antes de tocar,
aprende a admirar.
Teu corpo é poesia.
Um dia meio esquisito
Que pedimos benevolência
E que o Senhor, nosso Deus
Proteja-nos de intercorrência
Que possa nos livrar do mal
Do que seja ruim e fatal
Que nos desvie da violência
Um dia após o outro
Vamos vivendo cada história
Que possamos acumular
Maiores bens na memória
Para depois não se arrepender
Da trilha chamada viver
Ser mais feliz e ter mais glória
Um dia bem agitado
Que eu pude vivenciar
Muita gente está de férias
No meio do mundo a passear
Mas como estou na labuta
Nesta minha diária luta
Sou grata por poder trabalhar.
Tenha um Bloco de Notas para anotação diária do seu trabalho, não guarde na cabeça, você irá esquecer.
Por trás de um homem desinteressado, há sempre um homem desvelado. Por isso, moça, abra os olhos, pense em você, meu bem!
Desabafar em silêncio não é fraqueza, é um escudo, muito melhor do que expor sua vida a ouvidos e bocas que desejam o seu mal.
Durante o dia, ou no final dele, tire um momento para pensar nos seus erros, acertos e no seu próprio crescimento. Não precisa contar para ninguém; foque em você. Um olhar atento mostra respostas e caminhos que só você consegue entender.
Senhor, meu Deus, me ajuda a conquistar meus objetivos. Tenho seguido por um caminho difícil, cheio de desafios e sombras. Mesmo com aqueles que tentam me derrubar, confio na Tua força. Acalma o meu coração e me enche de paciência. Protege os que me atacam, para que encontrem a luz e se tornem instrumentos de bondade.
Eu não falo de dom nem de talento. Falo desse jeito de estar no mundo, com vontade de dividir um pouco do que a gente carrega, mesmo que seja só um grão. Às vezes é apenas uma palavra ou um gesto simples, mas que faz diferença.
Não estou me afastando das pessoas, só estou vivendo um momento de foco nos meus objetivos. Às vezes, os caminhos mudam, mas continuo sendo a mesma pessoa, com o mesmo coração. A vida pede esforço, a cobrança é certa.
Quando tudo volta a acontecer do mesmo jeito, nem dá pra fingir surpresa. É só mais um lembrete de que continuo errando onde já devia ter aprendido.
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